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Feira da Agricultura Familiar volta a ser realizada em mercado no centro do município de Brasileia

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Com objetivo de fortalecer a agricultura familiar, gerar renda ao homem e a mulher do campo, além de dispor à população produtos sem agrotóxicos e de qualidade, a Prefeitura de Brasileia voltou a realizar a Feira da Agricultura Familiar, no mercado Ocimar do Rego Albuquerque, localizado no centro antigo de Brasileia. A feira será realizada todas as quintas-feiras a partir das 5 horas da manhã. 

Segundo o Secretário Municipal de Agricultura, Zé Gabriele, a ideia é retomar as atividades no mercado municipal de Brasileia. “Esse é um dos projetos que nos propomos a fazer, a revitalização e ocupação do centro antigo e mercado municipal de Brasileia. Esse é um trabalho que está aos poucos vem sendo realizado, garantindo uma renda a mais aos produtores do nosso município e também levando aos moradores um produto de melhor qualidade”, falou Zé Gabriele. 

A feira ao livre contou com a presença de 30 feirantes, com os mais variados tipos de produtos, desde o ovo caipira até ao artesanato, a exemplo das panelas de barro. 

Segundo a feirante Janete Nascimento, 33 anos, a realização da feira no centro da cidade é mais uma opção de poder comercializar seus produtos, aumentando a renda familiar. “Muito boa a vinda dessa feira aqui para o centro, graças a Deus consegui vender todos os meu produtos. Agora podemos trabalhar as quintas-feiras aqui no mercado municipal e aos domingos na feira Maria Florêncio”, ressaltou Janete Nascimento, feirante há 15 anos. 

A produtora Regina Rodrigues de Freitas, de 58 anos, moradora do quilômetro 29 da BR-317 sentido Assis Brasil, comemora a iniciativa da Prefeitura de Brasileia. “Estou achando maravilhosa essa ação da Prefeita Fernanda Hassem em resgatar a feira aqui no centro, pois quando comecei a vender minha produção foi aqui nesse mercado, voltar às origens foi uma alegria imensa um grande orgulho. Quero parabenizar toda a equipe da prefeitura, que fortaleça cada vez mais esse trabalho, não deixe o centro morrer, aqui é o início de tudo,onde começou a história da nossa cidade”, destacou Regina Freitas, produtora há 40 anos. 

Fotos: Ascom Brasileia 

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Jovem acreano faz farinha cantando músicas e sonha em participar do Programa do Faro

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De origem humilde, o jovem acreano Dudu Camargo, morador da zona rural de Sena Madureira, sonha em ser cantor profissional. Dudu já compôs mais de 40 músicas, e sonha em construir uma carreira no ramo da música.

Dudu tem o sonho de conhecer os seus ídolos, como o apresentador Rodrigo Faro, e os cantores Eduardo Costa, Zé Felipe e Marília Mendonça, dos quais se diz fã.

O jovem vem batalhando por um espaço no mundo da música e pede ajuda para que seus vídeos sejam compartilhados. O sonho dele é que o vídeo chegue até o apresentador Rodrigo Faro, da Record,  e desta forma venha a ter a sua tão sonhada oportunidade no programa.

Com informações do Portal Fatos & Notícias do Acre

Assista ao vídeo:

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Destaque 4

ACISA cobra mais segurança e diz que empresários têm medo de abrir seus comércios

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A violência no Acre chegou a um ponto tão alarmante e preocupante que a cobrança por mais segurança e tranquilidade vem de todos os setores da sociedade.

O mais recente a manifestar preocupação é a Associação Comercial do Acre (ACISA). Em uma nota divulgada na manhã desta segunda-feira, 20, a entidade afirma que seus associados tem medo de abrir seus comércios por medo de não conseguir voltar com vida para suas casas.

A ACISA revela que pelo menos 40% das empresas que são associadas já sofreram algum prejuízo, oriundo da violência e cobra o fortalecimento da segurança pública para reduzir os índices de criminalidade e violência no Acre.

Leia a nota:

O medo da violência é uma realidade no Acre. Diante de um cenário preocupante relacionado a Segurança Pública do estado, a Associação Comercial do Acre – Acisa, se manifesta, temendo pela vida da população em geral e dos comerciantes, que estão vulneráveis e totalmente amedrontados com a onda de criminalidade. A entidade vem lutando para buscar o apoio necessário e dar suporte aos associados, que rotineiramente, relatam o medo de abrir as portas de seus comércios, com dúvidas se vão conseguir retornar com vida para casa.

Um levantamento feito nos primeiros 18 dias do mês de janeiro, mostra que 30 pessoas foram assassinadas no estado. Em relação ao comércio, a Acisa revela que pelo menos 40% das empresas associadas a entidade já sofreu algum prejuízo oriundo da violência. São números alarmantes. A diretoria da Acisa entende que existe a necessidade de fortalecimento do aparelho da segurança pública nesse momento, com recursos materiais e humanos para neutralizar a expansão da criminalidade e da violência no estado.

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