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“Não adianta ir para ficar sentado”, diz Gladson sobre Galpão que abrigará gabinetes

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FOTO: SÉRGIO VALE

Entre as diversas novidades anunciadas pelo governador Gladson Cameli na programação da Feira de Agronegócios 2019 do Acre, a Expoacre, está a mudança de todos os gabinetes de secretarias – ou a maioria deles, para o Parque de Exposições Marechal Castelo Branco. Na abertura oficial da programação ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, o governador afirmou que haverá um Galpão Institucional que irá abrigar os gabinetes.

No referido galpão, também estará instalada uma comitiva de representantes do Estado vizinho, o espaço do governo de Rondônia. O governo prevê que os trabalhos do galpão irão funcionar das 9 da manhã às 22 da noite durante os nove dias de programação.

Mas Cameli advertiu que o trabalho deverá ser levado a sério. “Não adianta ir para lá para ficar sentado ou levar a burocracia consigo. Tem que irem e deixar a burocracia em casa para desenrolar os processos. A ideia é que possamos agir”, revelou o governador.

Pela primeira vez, a Feira contará com gabinetes fixos do governador, vice-governador, Casa Civil, Segurança Pública, Primeira-Dama, Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), Academia de Letras do Acre, Junta Comercial e prefeitura do município de Feijó.

Gladson destacou que sua equipe não pode perder tempo. “Não vamos ficar só na palavra”. Ele admitiu que a ideia de levar as equipes do governo para o Parque de Exposições foi baseada na Rondônia Rural Show, maior feira de agronegócios da Região Norte.

A ideia, de acordo com Cameli, é tratar de negócios durante o dia e deixar somente a festa para o período noturno: “Nunca vi ninguém tratar de negócio durante festa”, disse o governador ao anunciar o novo formato do evento, em meados do mês de maio.

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Onda de violência em Rio Branco altera funcionamento de unidade de saúde e até igrejas

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A onda de violência que amedronta a população de Rio Branco tem influenciado até no funcionamento de unidades de saúde.

É o caso da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Cidade do Povo, onde após a morte de um homem na entrada do local e diversas ameaças, os servidores cruzaram os braços e disseram que só retornam ao trabalho com a garantia de segurança.

Na manhã desta segunda-feira, 20, os profissionais que prestam serviço na UPA cruzaram os braços e foram até a delegacia para registrar um boletim relatando a falta de condições de trabalho por conta da insegurança.

Apesar de negar que haja alguma relação, a onda de violência chega junto com a mudança de horário do culto de celebração na Catedral da Igreja Batista do Bosque (IBB). Com capacidade para cerca de 5 mil pessoas, a Catedral é o maior templo religioso de Rio Branco. O culto aos domingos a partir do dia 2 de fevereiro terá início às 18 horas.

Uma fonte do ac24horas afirmou que a mudança é resultado da onda de violência. Quanto mais tarde começa, mais tarde termina e maior é o perigo de quem sai do culto para sua residência, principalmente os que dependem do transporte público.

Consultado, o Pastor Agostinho, líder da IBB, preferiu a diplomacia e não quis entrar em polêmica. Afirmou que a alteração no horário era um projeto antigo da igreja que será colocado em prática agora no início do ano. “É pelo conforto da igreja. Começando às 18 horas, o culto termina mais cedo e as pessoas têm mais tempo de jantar com suas famílias, ir ao shopping, aproveitar o resto de domingo”, disse, por meio da assessoria da IBB.

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Destaque 3

Após 30 mortes em 18 dias, petição on-line pede intervenção federal na Segurança do Acre

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Na noite deste domingo (19) foi dado início a uma petição on-line no site https://secure.avaaz.org/ pedindo intervenção federal na Segurança Pública do Acre, e tem ganhado força nas redes sociais. Em menos de três horas no ar, a petição já ultrapassa 400 assinaturas.

A mobilização é parte de um clamor popular diante das notícias de roubos diários em casas, comércios, ruas e nos pontos de ônibus, além de sequestros, decapitações, mortes e chacinas como a que ocorreu na noite deste sábado (18), em que seis pessoas foram assassinadas em um Bar, na Transacreana, em Rio Branco.

O autor da iniciativa, o vereador Emerson Jarude (Sem partido), criou a petição pedindo ao Presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) para realizar uma intervenção federal na Segurança Pública do Estado do Acre.

“Em menos de 10 anos, Rio Branco se tornou uma das capitais mais violentas do Brasil. Por isso, pedimos a sua ajuda para assinar esta petição e encaminhar para o maior número de pessoas possíveis. Precisamos expor a atual situação do Acre e pedir ao Presidente Jair Bolsonaro que intervenha por nós o mais rápido possível. Os acreanos pedem INTERVENÇÃO FEDERAL NA SEGURANÇA PÚBLICA DO ACRE, JÁ”, defendeu.

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