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Criança de três anos abandonada pela mãe reencontra o pai haitiano em Brasileia

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Um menino de apenas três anos de idade, de nacionalidade franco-guianês, que havia sido abandonada pela mãe em abril deste ano no município de Brasileia, reencontrou o pai no último sábado, 13, depois de um trabalho intenso da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM).

Segundo o governo do Acre, a mãe do garoto estava com a saúde mental debilitada e partiu para o Equador deixando o filho para trás. A Polícia Militar do Estado do Acre e do Conselho Tutelar de Brasileia comunicaram a situação à diretoria de Direitos Humanos.

A criança recebeu o apoio e várias frentes governamentais passaram a procurar pela família do garoto. No último final de semana, a pasta conseguiu entregar a criança ao pai, o serralheiro Lebrun Ednord, de 33 anos, haitiano, que atualmente mora na Guiana Francesa.

“Um trabalho minucioso, com muita habilidade dos conselheiros e dos policiais militares permitiu que obtivéssemos o número de telefone de Ednord, fornecido pela própria mãe, antes de partir sozinha para o Equador”, explica Claire Cameli, secretária da SEASDHM.

Claire explica que desde que o estado foi acionado, técnicos da pasta procuraram a todo o tempo entender o ocorrido e auxiliar na resolução do problema, classificado como uma situação de assistência humanitária. Para voltar para sua terra natal, o Haiti, o pai do menino precisou registrar a criança em nome de outro homem.

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Cotidiano

Alan Rick defende um revalida mais justo para médicos formados no exterior

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O Deputado Federal Alan Rick (DEM) esteve reunido na manhã desta terça-feira, 20, com o Secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Arnaldo Barbosa de Lima Júnior, para tratar da questão do Revalida/2019. O parlamentar estava acompanhado dos Drs. Flávio Lima Barreto e Janaína Staloch, que integram o Grupo de Trabalho que analisa a questão. O Programa Médicos pelo Brasil do governo federal foi outro assunto em pauta, uma vez que há entraves legais atualmente para que médicos formados no exterior participem do programa.

O Secretário Arnaldo Barbosa fez questão de informar que, apesar de o Grupo de Trabalho ter sido concluído, as discussões acerca do novo modelo de Revalida ainda estão abertas. A primeira fase do processo deve ser lançada ainda este ano, mas ainda não há como garantir uma data, justamente porque há muito caminho até um modelo que seja justo com os revalidandos e menos oneroso ao Estado.

“Na audiência de hoje, voltei a apresentar ao secretário nossa proposta para o Revalida, que se resume da seguinte forma: duas fases acontecendo semestralmente, sendo a primeira prova objetiva e de responsabilidade do MEC. Essa fase teria validade de 12 meses. A segunda fase, prática, ocorreria nos Hospitais Universitários e Unidades Básicas de Saúde, dispensando-se os atores e sendo realizada com pacientes reais, com a presença de um médico preceptor. Essa segunda fase seria realizada pelas próprias universidades revalidadoras, e, ao invés de levar o resultado a outra instância, a mesma universidade já revalidaria os diplomas. Dessa forma, seria um processo justo e mais barato para a União e para os candidatos”, destaca Alan Rick.

Entretanto, segundo o parlamentar acreano, é importante ressaltar que esse tema ainda está em aberto. “O secretário Arnaldo Barbosa se mostrou disposto a discutir toda essa questão de forma muito sensata e com base em dados, mas a luta ainda é grande e a questão não passa apenas pelo Ministério da Educação. Vamos seguir batalhando por segurança jurídica e espaço para nossos queridos médicos brasileiros formados no exterior”, disse Alan Rick.

De acordo com Arnaldo Barbosa, a intenção é que haja integração entre o Revalida e as universidades (públicas e particulares). A complementação não seria obrigatória para todos, mas seria uma opção interessante para quem tirasse notas mais baixas. Além disso, há a intenção de disponibilizar o financiamento dessa complementação por meio do FIES e a participação no Programa Médicos pelo Brasil deveria não só ser aberta aos formados no exterior, como também ter reflexo no perdão da dívida do FIES.

Outra proposta do MEC é que a revalidação de diplomas de todas as áreas possa ser realizada por universidades particulares também. “Se elas podem emitir diplomas, por que não podem revalidá-los?”, questiona Alan Rick.

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Cotidiano

Abertas as inscrições para curso de Teatro da Ufac; inscrições são feitas pela internet

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Você que tem dificuldades de se expressar, seja por medo, nervosismo, ou até mesmo sonha em ser ator, o Grupo de Teatro da UFAC, está com inscrições abertas.

São ofertas 90 vagas e as inscrições começaram nesta terça-feira, 20, e encerram na sexta-feira, 23, pela internet, através do preenchimento de um formulário online.

As vagas são divididas em quatro grupos. As inscrições serão feitas de acordo com a idade dos concorrentes e opção pelo dia da aula.

O curso é totalmente gratuito. Não é necessário ter vínculo com a UFAC para concorrer a uma das vagas. Todos os cursos serão oferecidos nas dependências do Bloco de Artes Cênicas e Música da universidade.

A lista dos selecionados será publicada no dia 26 de agosto, no site: www.ufac.br

Link dos formulários:

Curso Livre de Teatro para Crianças (8 a 11 anos) – Quinta-feira das 8h30 às 11h30 – 10 vagas

Curso Livre de Teatro para Adolescentes (12 a 16 anos) – Terça-feira das 8h30 às 11h30- 10 vagas

Curso Livre de Teatro para Adolescentes (12 a 16 anos) –Sábado das 8h30 às 11h30 – 30 vagas

Curso Livre de Teatro para Adultos (Acima de 17 anos) –Sábado das 8h30 às 11h30 – 30 vagas

 

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