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Polícia prende suspeito de alugar carros no Acre e vender na Bolívia

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FOTO: ASSESSORIA DA POLÍCIA CIVIL

A Polícia Civil por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore) prendeu em flagrante na manhã de quinta-feira (11), em uma locadora de veículo, o jovem Felipe Basley, de 24 anos, por portar uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa e pelo crime de estelionato.

De acordo com o Delegado Sérgio Lopes, coordenador da Dcore, num prazo de 30 dias, Felipe alugou 6 carros e vendeu 5 deles em Cobija, na Bolívia e outro em Porto Velho.

“A investigação constatou que Felipe havia alugado, pelo menos, seis veículos, sendo três aqui em Rio Branco e três na cidade de Porto Velho e todos tinham como destino a Bolívia. Pelo menos cinco teriam sido vendidos em Cobija e um deles foi entregue Porto Velho, mas seria levado para a Bolívia. Entre os veículos, está uma caminhonete S-10, avaliada em quase 150 mil reais, que foi vendida por cerca de 20 mil reais e um Jeep Renegade, avaliado em quase 90 mil reais, que negociado por 10 mil reais”, disse o Delegado.

Lopes disse ainda a reportagem do ac24horas, que Basley foi preso em flagrante no momento em que tentava alugar mais um carro.

De acordo com o delegado, o suspeito tentava alugar mais um veículo no momento que foi abordado. Após a prisão em flagrante por portar documento falso, a polícia pediu a prisão preventiva dele por estelionato.

“Ele estava portanto uma CNH, em tese, expedida pelo estado de São Paulo. Quando consultamos o banco de dados do Detran, constatamos que não existe essa CNH, então Felipe foi autuado em flagrante, pelo crime de uso de documento falso que prevê uma pena de dois a seis anos de prisão. Além disso, junto com o auto de prisão, encaminhamos uma representação pela prisão preventiva por conta desses outros crimes praticados. Esperamos que o pedido seja acatado pelo judiciário e que ele responda pelos crimes dele preso”, conclui Sergio Lopes.

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Desmate cresce 151% em um ano no Acre, diz Imazon

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A área desmatada no Acre aumentou 151% comparando o mês de agosto de 2019 com igual período do ano passado, segundo o boletim do Imazon divulgado na tarde desta sexta-feira (20).

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 39 quilômetros quadrados de desflorestamento em agosto de 2018 e 98 km² em agosto deste ano. A área degradada foi de 8 km² este ano enquanto que em 2018 não houve registro de degradação no Acre.

A Reserva Extrativista Chico Mendes está em 5º lugar no ranking de desmate nas unidades de conservação da Amazônia, perdendo 13 km² em agosto deste ano. A APA Triunfo do Xingu, no Pará, é a recordista com 38 km².

O Acre tem o Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Remanso entre os dez assentamentos que mais desmataram na Amazônia em agosto. O PAE Remanso perdeu 3 km² de florestas.

Na Amazônia, o SAD detectou 886 quilômetros quadrados de desmatamento, um aumento de 63% em relação a agosto de 2018, quando o desmatamento somou 545 quilômetros quadrados. Em agosto de 2019, o desmatamento ocorreu no Pará (48%), Amazonas (15%), Rondônia (13%), Mato Grosso (12%), Acre (11%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 922 quilômetros quadrados em agosto de 2019, enquanto que em agosto de 2018 a degradação florestal detectada totalizou 119 quilômetros quadrados, um aumento de 675%. Em agosto de 2019 a degradação foi detectada no Mato Grosso (45%), Pará (42%), Rondônia (8%), Amazonas (4%) e Acre (1%).

“Em agosto de 2019, a maioria (48%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (23%), Unidades de Conservação (20%) e Terras Indígenas (9%)”, informa o Imazon.

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Destaque 6

Exportação acreana de castanha cai 52% e madeira cresce 21%

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Um dos principais produtos da economia acreana, a Castanha do Brasil acumula uma queda de 52,4% no volume de exportações entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. Tendo como os principais mercados o Peru e a Bolívia, o produto extrativista já acumula mais de 4,3 milhões de dólares de perdas.

De janeiro a agosto de 2018, com US$ 8,38 milhões, a castanha representava 38% do valor total das exportações do Acre. Neste ano somente 19%, com um total de US$ 3,99 milhões. Considerando-se todo o ano de 2018, o valor exportado pelo Acre em castanha foi de US$ 9,21 milhões, o que correspondeu a 23% das exportações do estado.

Em contrapartida, as exportações de madeiras e compensados do Acre cresceram 21,5% nos mesmos períodos comparados. Segundo dados do Ministério da Economia, analisados pelo Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, o crescimento foi de mais de US$1,4 milhão.

As exportações acreanas entre janeiro a agosto de 2019 somam US$ 21,54 milhões, 3,54% a menos que no mesmo período de 2018, quando havíamos exportado US$ 22,30 milhões. Quanto às importações, a variação para menos é de 42,84% com relação ao ano passado. Em 2018, o Acre importou US$ 2,76 milhões no mesmo período. Neste ano, US$ 1,39 milhões. O saldo da balança comercial acreana é, até o momento, de US$ 20,15 milhões.

Com 0,01% de participação na exportação e 0,001% na importação nacionais, o Acre é o estado é, em 2019, o estado que menos exporta e menos importa entre todas as unidades da federação. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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