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Socorro Neri discute medidas contra arrastões no transporte coletivo

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A prefeita Socorro Neri se reuniu no fim da tarde desta terça-feira, 9, com o secretário Estadual de Segurança Pública, coronel Paulo Cézar Rocha, para pedir ajuda do Estado contra os constantes arrastões realizados por criminosos dentro dos ônibus que fazem o transporte público coletivo na capital.

De acordo com o superintendente da RBTrans, Nélio Anastásio, que também acompanhou a reunião, de janeiro até o dia 4 julho foram registradas 95 ocorrências. A média é de um arrastão a cada dois dias. “A prefeitura de Rio Branco tem buscado encontrar soluções para melhorar a segurança no interior dos veículos, mas essas são ações implicam diretamente no envolvimento Segurança Pública, nós precisamos do apoio do Estado. A Prefeitura se coloca totalmente à disposição das nossas autoridades estaduais para que juntos encontremos medidas que garantam a tranquilidade de quem usa esse serviço público extremamente importante para o funcionamento da cidade”.

Para o secretário Paulo Cézar o encontro foi proveitoso e demonstra a preocupação tanto da prefeita Socorro Neri, quanto do governo do Estado em estarem alinhados, com ações definidas em conjunto na prevenção e estratégias que se antecipem ao surgimento desses crimes. “Os temas que envolvem a Segurança Pública são transversais, dependem da ação mútua de toda a sociedade organizada. A construção iniciada hoje com certeza trará uma minimização não só desses delitos, mas também na prevenção que é o mais importante. Nós construímos ideias, e as ideias que saíram desse encontro se colocadas em prática devem impactar numa redução satisfatória para a sociedade”, destacou.

“O Sistema Integrado de Segurança recepcionou a prefeita junto com os órgãos que se relacionam com o transporte coletivo e passamos uma planilha com as informações para orientar o planejamento das operações policiais. Paralelo a isso também será realizada uma agenda com as empresas e os sindicatos dos trabalhadores da área para um debate de como construir ações preventivas que possibilitem garantir uma melhor segurança para que usa o transporte coletivo”, explicou o chefe do Gabinete Militar da Prefeitura de Rio Branco, coronel Cleudo dos Santos Maciel.

A prefeita Socorro Neri disse ser inadmissível que quem precisa do transporte coletivo para trabalhar ou estudar sofra todos os dias com medo de ser assaltado dentro dos ônibus. “A Prefeitura, por meio da RBTrans, não está fora dessa obrigação de encontrar medidas para tornar o transporte seguro, mas também compreendemos que sem o apoio do governo do Estado, que cuida da Segurança Pública, não conseguiremos sozinhos dar as respostas que a população espera. Por isso venho até o secretário estender nossas mãos para juntos sairmos dessa situação. Minha gestão e equipe estão prontos para o trabalho em parceria. Nós entendemos que juntos temos mais condições de prosperar para o bem coletivo da nossa cidade”.

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Desmate cresce 151% em um ano no Acre, diz Imazon

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A área desmatada no Acre aumentou 151% comparando o mês de agosto de 2019 com igual período do ano passado, segundo o boletim do Imazon divulgado na tarde desta sexta-feira (20).

O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon detectou 39 quilômetros quadrados de desflorestamento em agosto de 2018 e 98 km² em agosto deste ano. A área degradada foi de 8 km² este ano enquanto que em 2018 não houve registro de degradação no Acre.

A Reserva Extrativista Chico Mendes está em 5º lugar no ranking de desmate nas unidades de conservação da Amazônia, perdendo 13 km² em agosto deste ano. A APA Triunfo do Xingu, no Pará, é a recordista com 38 km².

O Acre tem o Projeto de Assentamento Extrativista (PAE) Remanso entre os dez assentamentos que mais desmataram na Amazônia em agosto. O PAE Remanso perdeu 3 km² de florestas.

Na Amazônia, o SAD detectou 886 quilômetros quadrados de desmatamento, um aumento de 63% em relação a agosto de 2018, quando o desmatamento somou 545 quilômetros quadrados. Em agosto de 2019, o desmatamento ocorreu no Pará (48%), Amazonas (15%), Rondônia (13%), Mato Grosso (12%), Acre (11%) e Roraima (1%).

As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 922 quilômetros quadrados em agosto de 2019, enquanto que em agosto de 2018 a degradação florestal detectada totalizou 119 quilômetros quadrados, um aumento de 675%. Em agosto de 2019 a degradação foi detectada no Mato Grosso (45%), Pará (42%), Rondônia (8%), Amazonas (4%) e Acre (1%).

“Em agosto de 2019, a maioria (48%) do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em Assentamentos (23%), Unidades de Conservação (20%) e Terras Indígenas (9%)”, informa o Imazon.

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Destaque 6

Exportação acreana de castanha cai 52% e madeira cresce 21%

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Um dos principais produtos da economia acreana, a Castanha do Brasil acumula uma queda de 52,4% no volume de exportações entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao mesmo período de 2018. Tendo como os principais mercados o Peru e a Bolívia, o produto extrativista já acumula mais de 4,3 milhões de dólares de perdas.

De janeiro a agosto de 2018, com US$ 8,38 milhões, a castanha representava 38% do valor total das exportações do Acre. Neste ano somente 19%, com um total de US$ 3,99 milhões. Considerando-se todo o ano de 2018, o valor exportado pelo Acre em castanha foi de US$ 9,21 milhões, o que correspondeu a 23% das exportações do estado.

Em contrapartida, as exportações de madeiras e compensados do Acre cresceram 21,5% nos mesmos períodos comparados. Segundo dados do Ministério da Economia, analisados pelo Observatório do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, o crescimento foi de mais de US$1,4 milhão.

As exportações acreanas entre janeiro a agosto de 2019 somam US$ 21,54 milhões, 3,54% a menos que no mesmo período de 2018, quando havíamos exportado US$ 22,30 milhões. Quanto às importações, a variação para menos é de 42,84% com relação ao ano passado. Em 2018, o Acre importou US$ 2,76 milhões no mesmo período. Neste ano, US$ 1,39 milhões. O saldo da balança comercial acreana é, até o momento, de US$ 20,15 milhões.

Com 0,01% de participação na exportação e 0,001% na importação nacionais, o Acre é o estado é, em 2019, o estado que menos exporta e menos importa entre todas as unidades da federação. As informações são do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

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