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O bico largo e a garganta profunda dos tucanos 

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FOTO: SÉRGIO VALE

A presença ontem na Assembléia Legislativa do secretário de Agricultura, Paulo Wadt, para expor aos deputados os seus planos para o setor foi num clima de tranqüilidade. Não se confirmou a denúncia de usar o cargo para fazer corretagem de terras no Acre para empresários rondonienses, revelação que os deputados de oposição esperavam que acontecesse, por parte de empresários rurais na audiência. O que chamou mais atenção foram os desdobramentos políticos da sua briga com a deputada federal Mara Rocha (PSDB), que pressionou o governador Gladson Cameli para lhe tirar do cargo, e por não conseguir rompeu com o governo. Ficou se conhecendo mais uma ala dos tucanos acreanos: se conhecia a ala dos tucanos de bicos duros, tucanos de bicos moles, e surgiu a mais nova: a ala dos tucanos do bico largo e garganta profunda. Falando ontem à noite ao BLOG DO CRICA, Wadt disse que até agora não entende a campanha que lhe moveu a parlamentar. “Acho que faltou por parte do seu partido lhe dar uma orientação de que os espaços foram preservados. O PSDB tem hoje indicados na estrutura da Agricultura 38 cargos de confiança, inclusive, os de maior expressão. Até hoje estou sem entender a campanha que vem movendo contra a minha pessoa”, comentou Wadt. Ele elogiou a postura do senador Sérgio Petecão (PSD), cujo partido mesmo tendo cargos no órgão não o pressiona por mais espaços e mantém uma relação de cordialidade. Falou que a sua luta principal é atender a determinação do governador Gladson Cameli de criar novos mecanismos que desembaracem as atividades do homem do campo, para que o agronegócio possa fluir. Dois projetos que acabam com a burocracia ambiental serão enviados pelo governo para serem votados na ALEAC. A ordem é destravar a economia.

MÃO AMIGA NO OMBRO

O secretário Paulo Wadt revelou ainda que, no auge da pressão que lhe movia a deputada federal Mara Rocha para lhe tirar do cargo, recebeu às 5 horas da manhã um telefonema do governador Gladson Cameli lhe dizendo para ele ficar sereno, pois, seria mantido.

ALGUMA COISA TEM QUE SER FEITA

Colocar, por exemplo, policiais disfarçados nos ônibus, mas o que não pode continuar acontecendo é a série de arrastões nos coletivos, que só este primeiro semestre, segundo dados divulgados na mídia, atingiram a 90 coletivos. E quatro no último fim de semana.

É TÃO DIFÍCIL ASSIM? 

Chamariz destes assaltos são os roubos de celulares dos passageiros. Todo mundo sabe onde se concentra na capital o conglomerado que mexe com consertos de celulares. Se não brecar a receptação o roubo de aparelhos continuará atrativo. É a lei comercial da oferta e da procura.

EPISÓDIO POLÍTICO

Lembro que até uma batida neste centro de comercialização de celulares para apreender os que não tinham Nota Fiscal chegou a ser programada pouco antes da última campanha, mas foi brecada sob alegação que poderia prejudicar a candidatura petista ao governo.

 

O JV VAI PAPAR

Com esta movimentação toda e já chegando a três os políticos que manifestaram a intenção de disputar o Senado em 2022, estão criando um caldo de cultura para a volta do Jorge Viana (PT) ao Senado. Como candidato único do PT, e o grupo do governo dividido, o JV papa.

TUDO AGAPITO

Continuo afirmando que não aposto um centavo furado que o PT terá candidato próprio a prefeito de Rio Branco. Jorge Viana só tem olhos para o andar de cima, o Senado em 2022, e o Angelim não vai aceitar ser jogado ás feras pela DR. São os nomes de maior densidade no PT.

DEVAGAR COM O ANDOR

O diretor do IMAC, André Hassem, é um entusiasmado com o trabalho político da deputada federal Wanda Denir (SD) e já aventa até a sua candidatura à governadora. Devagar com o andor, o fato de se eleger Federal não a transforma numa expressiva liderança estadual.

SEM NOME NO JURUÁ

Começa eleição e finda eleição e o PT não consegue forjar em Cruzeiro do Sul uma liderança capaz de entrar na disputa da prefeitura do município com chance de vitória. A pindaíba de uma candidatura de densidade eleitoral se repetirá na eleição do próximo ano para prefeitura.

PONTO PARA A PM

Deve-se ressaltar também a parte positiva da polícia. Para se ter noção do tamanho da criminalidade e o quanto Rio Branco continua uma cidade violenta, a PM recuperou só neste primeiro semestre, seiscentos e quarenta e nove motocicletas roubadas e 142 carros.

TEMEROSO PELO INSUCESSO

O deputado Jenilson Lopes (PCdoB), disse ontem em fala na ALEAC, estar temeroso com o futuro do sistema de Saúde do Estado, já que a secretária Mônica Feres não fez até o momento visitas às unidades do interior e já criou problemas de relação com os servidores.

MUITO A COMBATER

Para o deputado Jenilson Lopes (PCdoB) há muito para a secretária de Saúde, Mônica Feres, resolver, como por exemplo, a falta de medicamentos, de médicos, enfermeiros, e não terá sucesso sem não tiver os servidores ao seu lado. Fico na dúvida do seu sucesso, enfatizou.

APOSTA JOVEM

A filiação do Márcio Pereira no PROGRESSISTA a convite do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA), para disputar no próximo ano a prefeitura de Plácido de Castro foi uma bola dentro. Tem que se apostar na juventude. E o Márcio é um jovem com experiência política.

JUVENTUDE CONTRA O CACIQUISMO

Será uma disputa interessante pela prefeitura de Plácido de Castro, entre o prefeito Gedeon (PSDB), um velho cacique regional, e uma nova liderança que é o Márcio Pereira (PROGRESSISTA), que busca seguir o caminho do pai Luiz Pereira, que já foi prefeito daquele município. E um prefeito querido, registre-se.

BOA CONVERSA

O programa de entrevista, “Boa Conversa”, de hoje, no ac24horas, será com a prefeita Socorro Neri. Haverá muito para perguntar de forma clara, e sem nenhuma, com os temas livres.

NADA MAIS QUE A OBRIGAÇÃO

A ida dos secretários Mônica Feres e Paulo Wadt à Assembléia Legislativa para serem ouvidos pelos deputados não pode ter o peixe vendido como se fosse uma concessão, um favor, pois, quem ocupa um cargo público de mando tem a obrigação de prestar contas do que faz. Ponto.

OLHANDO PARA 2022

Os olhos do ex-deputado Ney Amorim (sem partido) estão voltados para 2022, quando pretende disputar uma vaga de deputado federal. A PMRB não está nos seus planos.

BOM SEMESTRE

A Assembléia Legislativa estará fechando esta semana o primeiro período desta Legislatura, com um saldo que pode ser considerado como bom pelos debates travados entre a base do governo e a oposição. Foram debates duros, com um ou outro excesso, mas nada anormal.

CAMINHÃO DE MELANCIA

A base do governo foi como um caminhão lotado de melancias, que na viagem acabou por se acomodar. Começou esfacelada, com a oposição ainda que minoritária, dando o tom dos debates, mas com a chegada do deputado Luiz Tchê (PDT) a liderança do governo se uniu.

AGIU COMO UM MAGISTRADO

A presença do deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA) na presidência da Assembléia Legislativa foi importante para que o governo conseguisse a unidade da sua base. Nicolau é sobremaneira um conciliador. Importante também foi ter na mesa como primeiro secretário o deputado Luiz Gonzaga (PSDB), que é outro parlamentar que prima pelo diálogo franco.

VAI DEPENDER DELE

Na parte política, o governador Gladson Cameli  não terá problemas. Na Assembléia Legislativa tem número de deputados suficientes para aprovar os seus projetos. É apoiado por três senadores, e dos oito deputados federais só não conta com a Perpétua Almeida (PCdoB), que é oposição ao seu governo, e a dissidente Mara Rocha (PSDB), que rompeu com a base governista.  Vai depender dele, portanto, fazer um bom governo, tem as ferramentas políticas.

CADA QUAL NO SEU QUADRADO

Quem ocupa cargos públicos de relevância tem de se entender, deixando de lado a questão partidária para focar no coletivo. O governador Gladson Cameli e a prefeita Socorro Neri se uniram e dividiram tarefas para tocar a EXPOACRE. Cada um no seu quadrado institucional.

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Não se governa com emoção e sem políticos 

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No Estado de Direito, no atual contexto político, ninguém governa sem o apoio de uma forte base parlamentar. Porque é ela que aprova os projetos enviados pelo governo e permite a governabilidade. O que o governador Gladson Cameli fez ao demitir 340 cargos de confiança ligados aos deputados foi uma bravata perigosa. Passou uma imagem à opinião pública de que os deputados entupiram o governo de parasitas, quando são parceiros de campanha. Não será com o corte destes cargos que manterá o equilíbrio fiscal. Isso é matemático, é só somar os valores. Também não é verdadeiro que a derrubada dos oito vetos do governador enviados ao parlamento foi um ato de rebeldia. Não foi! Vamos pontuar a realidade. Antes do projeto da LDO ser votado foi feito um acordo do governo com os deputados de que a matéria seria votada no formato que foi aprovado. Os vetos foram inexplicáveis, porque tudo se deu num acordo com o próprio governo. E com mais um agravante: os vetos foram apresentados fora do prazo regimental. Então, descartem este motivo para as demissões. Também não se governa com o emocional à flor da pele, o Gladson Cameli ainda não entendeu isso. Se queria demitir deveria ter chamado os deputados, sentado na mesa, e pactuado as demissões. Tudo de forma transparente. Mas foi pelo caminho errado de soltar um pacotão no Diário Oficial com as demissões de surpresa, sem avisar ninguém. A caneta é sua, mas muito da tinta desta caneta foi conseguida com os votos da classe política. Só quem não conhece como funcionam as relações políticas está aplaudindo esta grande patuscada de desfecho ainda incerto.

NÃO SE GOVERNA OUVINDO LOBOS

O Gladson deveria entender de uma vez por todas é que, quem governa ouvindo os lobos, acaba um dia sendo devorado pela matilha. Tem que ter ao seu lado quem tenha a coragem de dizer que está errado quando estiver e não de conselheiros belicosos e bajuladores. A imagem que se fica é que a sua ansiedade em fazer andar o governo o leva a cometer desatinos.

JOGADOS NA LAMA

O que mais revoltou ontem os deputados é que as demissões passaram para a opinião pública que, eles são sugadores do governo. Se governa com aliados. Por conta deste ato, a imagem dos deputados foi jogada na lama e foram nominados com a pior adjetivação na rede social.

SEM CONDIÇÃO MORAL

Acompanho a ALEAC há décadas. Vi poucos líderes com a capacidade de diálogo como o deputado Luiz Tchê (PDT). Mas, depois da onda de demissões na base do governo, ficou sem moral para continuar no cargo. E por um motivo: perdeu a confiabilidade para negociar.

QUEM VAI CONFIAR NO TCHÊ?

Depois de toda esta confusão, desfazendo o que conseguiu com tanto esforço, que foi unir a base do governo, algum deputado da base ainda vai acreditar do que for acordado com ele será cumprido pelo governo? O deputado Tchê (PDT) sabe que foi atingido em cheio.

VIRA MARIONETE

Ficando na liderança do governo, o deputado Luiz Tchê (PDT) vira uma marionete e nada mais.

NÃO TENHO QI BAIXO

Sem falsa modéstia, não tenho o QI de um gênio, mas não tenho QI baixo. Não consegui entender o argumento do governo de que demitiu os cargos de confiança para depois “repactuar” com os deputados e voltar a nomeá-los. Mas as demissões não foram forçadas porque o governo está no limite da Lei de Responsabilidade Fiscal? Alguém me explica?

NÃO ACEITARÁ O CARGO

A informação que corria ontem entre os deputados é que muitos deles não aceitarão mais ter os seus indicados nomeados, porque podem ser demitidos mais na frente de novo. Um Vagner Sales aceitará expor o filho Fagner, demitido do DERACRE, a um novo constrangimento?

ROMPIDO COM O GOVERNO

Quem mais foi explícito no descontentamento foi o deputado José Bestene (PROGRESSISTA) ao falar em alto e bom som: “estou rompido com este governo”. Abandonou a reunião. Esperava que os deputados reagissem com um NOTA para mostrar que não traíram ninguém.

CONVERSA DE BÊBADO PARA DELEGADO 

O vice-governador Major Rocha foi escalado para apaziguar os ânimos entre os deputados e fracassou. Logo depois da sua saída vieram comentários, de que a reunião com o Rocha foi uma conversa de bêbado para Delegado, aquela que não resolve nada, complica mais.

VAI TER CANDIDATO

O deputado José Bestene (PROGRESSISTA) era um dos mais irritados e saiu apregoando que, quem pensa que o seu partido não terá candidato a prefeito de Rio Branco está enganado.

JENILSON NO PSB

O deputado Jenilson Lopes não teve a presença de colegas de parlamento no ato de sua filiação, porque estavam todos envolvidos na confusão com o pacote de demissões solto de forma inesperada pelo governo, e que lhes atingiu no peito. A ALEAC estava um vespeiro.

UM DADO REVOLTANTE

O secretário de Segurança, Paulo César, trouxe ontem na sua entrevista no “Boa Conversa”, que apresento com o colega Astério Moreira no ac24horas, um dado terrível: 50% do efetivo da PM que era para estar nas ruas está à disposição de autoridades. É revoltante! 

NÃO CAIA NA ESPARRELA

O governador Gladson avalie bem antes de mandar á ALEAC um projeto “regularizando” o Pró-Saúde sem ter um minucioso estudo jurídico. Para não cair na esparrela do ex-deputado Raimundinho da Saúde, que aprovou projeto neste sentido e foi considerado inconstitucional.

O CORONEL É FORTE

O Coronel da SESACRE, Rezende, é forte, sua cabeça na estava na lista da guilhotina.

ARTICULAÇÃO QUE DÁ PENA

Tudo boa gente, só isso. Mas dizer que a secretária de Articulação Política funciona no governo Gladson é brincar com coisa séria. Todas as sessões eu estou na ALEAC e não vejo nenhum dos seus assessores dialogando com os deputados. Também, conversar o que, seu poder é zero.

TENTOU DE TODAS AS MANEIRAS

Mesmo fora do Estado, o presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTA), tentou de todas as maneiras convencer o governador Gladson a voltar atrás no decreto de demissões. Nicolau é uma voz ponderada que, não sei o motivo, não é ouvida no governo.

DANDO RISADAS

Quem andava ontem pela ALEAC em meio ao clima quente entre os deputados, com um riso escancarado era o deputado Roberto Duarte (MDB). Por isso é que tenho uma posição independente em relação ao governo para não passar pelo vexame de hoje, comentava.

NÃO HÁ COMO RESTABELECER A CONFIANÇA

Vamos ser real: as relações entre o governo e a sua base na ALEAC depois de tudo o que aconteceu ontem estão seriamente abalada. Quando se perde a confiabilidade pela primeira vez, uma recomposição jamais restabelece o clima anterior. Assim também é na política.

COMO ESPECTADOR

O senador Sérgio Petecão (PSD) estava ontem pelas brenhas de Cruzeiro do Sul e hoje estará em Marechal Taumaturgo. Disse ao BLOG que quer ficar bem distante do centro do poder.

FLAVIANO REVOLTADO

Não conversei com ele, mas quem conversou revelou que o deputado federal Flaviano Melo (MDB) se encontra revoltado com a forma como foi tratado o seu partido nas demissões.

FRASE SINCERA

A deputada Antonia Sales (MDB) postou no grupo dos deputados na internet que passou 20 anos sem precisar do PT e que pode passar quatro anos sem precisar do atual governo. Seu filho Fagner foi guilhotinado ontem sem aviso da direção do DERACRE em Cruzeiro do Sul.

QUEM NÃO CONHECE

Só quem diz que o governador Gladson está certo é quem não conhece a importância do parlamento para qualquer governo. Pode brecar qualquer projeto e engessar o Executivo. Um parlamento rebelde trava qualquer administração, e atravanca a vida de qualquer governante.

VIRA ESTAFETA

Um experiente deputado comentava ontem com a imprensa- em peso na ALEAC – ser balela o boato de que o governador poderia se filiar ao PSDB, e fulminou o comentário: “não deixaria de ser General no PROGRESSISTA para ser Estafeta do Rocha no PSDB”. Faz muito sentido.

PURA TOLICE

Culpar o chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, pelas demissões, é pura tolice, não tem a caneta que nomeia e nem que demite. Vamos situar o debate dentro da realidade do fato.

EXPLICANDO

Estafeta é aquele soldado que cumpre tarefas dadas pelos oficiais do Exército.

FRASE DO DIA

“Quando mais poder você cede, mais poder você tem”. Francis Hesseilbein, Escitor americano.

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Fuxico levou à guerra dos vetos na Aleac

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FOTO: SÉRGIO VALE

São nos bastidores que todas as grandes decisões políticas são tomadas. E foi assim na questão da derrubada dos vetos apresentados pelo governador Gladson Cameli a projetos aprovados na Assembléia Legislativa. Não houve nenhuma medição de forças entre o Executivo e o Legislativo, como se chegou a publicar. O que na verdade envolveu a tomada de decisão que levou á apresentação dos vetos foi uma fuxicada patrocinada por uma secretária, que passou ao governador de que, o que tinha sido aprovado havia sofrido modificação por parte do líder do governo, deputado Luiz Tchê (PDT). O fato foi revelado ontem ao BLOG DO CRICA pelo deputado Tchê (PDT). Contou ainda Tchê que, isso o levou a ter uma conversa franca com o governador, onde mostrou que o tinham induzido a um erro, já que não houve nenhuma modificação ao que tinha sido acordado pelo governo e deputados. Após ter sido desfeito o fuxico infundado, o próprio Gladson liberou a sua base na ALEAC para derrubar os polêmicos vetos. Quando houve a votação já havia por parte do governador o aval pela derrubada dos vetos. Para Tchê, o que falta é uma afinação e vontade de trabalhar de alguns secretários que sentam a bunda na poltrona e não se dão ao direito de ir ao Legislativo discutir matérias polêmicas do governo. O nome da secretária que fez o “fuxico” não foi revelado por Tchê.

NÃO SÃO DONOS DOS CARGOS

O deputado Luiz Tchê (PDT) não mente quando diz que há alguma coisa errada quando o governador Gladson Cameli passa dos 70% de aprovação, e a maioria dos seus secretários, mal chega aos 20% de aceitação nas pesquisas. Secretário tem de entender que o cargo não é seu.

NÃO SE ENGANE

E esta é uma situação nada confortável para o governador Gladson Cameli, porque o fracasso de alguns secretários pode influenciar negativamente na sua imagem, fique atento a isso.

REI NA BARRIGA

Um bom exemplo é o chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, que não deixa de atender um telefonema de jornalista para dar uma informação. Quando não atende na hora, ele retorna. Agora, a equipe econômica parece ter o rei na barriga, nunca atende celular, para um informe.

PRECISA TER UMA CONVERSA

É hora da Secretária de Comunicação, Silvânia Pinheiro, sempre solícita em atender ligações, de ter uma conversa com a equipe econômica do governo, que vive numa bolha particular.

CHUVA DE PROTESTOS

Uma chuva de protestos desabou na rede social contra nomeação para cargo de chefia do Pronto Socorro, da ex-diretora daquela unidade no governo Tião Viana, Michele Oliveira Melo, apontada como uma petista ferrenha. Santa ingenuidade: o governo está lotado de petistas.

NÃO CONHECE NINGUÉM

Mas, essa moça nomeada, não tem culpa de mesmo com ligações com o governo petista ser chamada de volta a comandar o Pronto Socorro. A secretária de Saúde, Mônica Feres, importada de Brasília, não sabe quem ralou ou deixou de ralar na campanha do Gladson.

NÃO VOU ME ADMIRAR

Nem vou de admirar se a secretária Mônica convocar o Cesário Braga para lhe auxiliar.

MANDA CHOVER E TROVEJAR

Se tem uma cabra forte neste governo, é o assessor do governador Gladson Cameli, Ricardo França. Trouxe a cunhada Mônica Feres e seus coronéis para a SESACRE e está colocando mais um afilhado para gerir a UPA de Cruzeiro do Sul. Só não tira o Cameli, porque este foi eleito.

MATERNIDADE FAKE NEWS

Para evitar que fiquem posando agora de mãe da criança deste projeto que fixa regras para o exame Revalida para médicos formados fora do Brasil; se registre que, a proposta acolhida pelo Relator da matéria, de realização de dois exames do Revalida por ano, até por universidades particulares, é de autoria do deputado federal Alan Rick (DEM). O resto é fake news.

COMANDOU A LUTA

Os registros da imprensa estão ai para provar a luta contínua do deputado federal Alan Rick (DEM) no primeiro mandato e no segundo, de buscar uma solução para regularizar a situação dos médicos brasileiros formados na Bolívia e demais países da América do Sul.

MENOS SER OMISSO

Se há algo do qual não se pode acusar o governador Gladson é de ser omisso. Tem procurado nestes nove meses de gestão em dar condições e liberdade para os seus secretários agirem. Se boa parte não justificou até o momento a sua posse, a culpa não cabe em nada ao governador.

PONTO PARA A POLÍCIA 

Ponto para os policiais que tiraram de circulação o ladrão que vinha roubando a fiação e cabos elétricos das Praças e escolas da área do Tropical. Assim como cobramos aqui ao secretário de Segurança, Paulo César; para solução do caso, registramos o êxito das investigações e a prisão.

QUEM VAI FICAR PARA APAGAR A LUZ?

Petistas históricos como o jornalista Tião Vitor, Lidiane e Conceição Cabral, saíram do PT e estarão assinando ficha de filiação no PSOL. Quem ficará para apagar a luz no diretório do PT?

NÃO PODE SER CONIVENTE

Quem omitir casos de abuso infantil pode ser condenado até a 4 anos de prisão. Projeto neste sentido foi relatado pelo deputado federal Alan Rick (DEM) e tramita na Câmara Federal.

RECURSO NÃO CAI DO CÉU

Sem sentido a crítica do vereador N. Lima ao governador Gladson Cameli, por conta das suas viagens. Tem que estar mesmo direto em Brasília, nos ministérios, em busca de liberar recursos, não pode ficar no gabinete palitando os dentes esperando o FPE chegar no tesouro.

FORA DA DISPUTA

O ex-deputado federal Henrique Afonso, está se filiando ao PSD do senador Sérgio Petecão (PSD). Henrique ainda tem base eleitoral em Cruzeiro do Sul, mas não forte o bastante para disputar uma eleição de prefeito com chance de vir a se eleger. No máximo, sendo um vice.

NA BASE DO ABANADOR

A Rádio Difusora Acreana está na base do abanador: roubaram os aparelhos de ar condicionado.

PROVIDÊNCIA URGENTE

A mesa diretora da Assembléia Legislativa tem de tomar uma providência normativa urgente. Só está tendo sessão de debates na terça e na quarta, a quinta vem sendo usada pelos deputados para marcar sessões solenes, que nada mais são que puxa-saquismo. Ou seja: estão recebendo salários por apenas dois dias de trabalho. Não é bom para a imagem da casa.

NÃO SERÁ DECORATIVA

A candidatura da deputada federal Vanda Milani (SD) a prefeita de Rio Branco não será decorativa como se imagina, mas competitiva. Teve boa votação na capital e tem ao seu lado um bom coordenador de campanha, seu filho, o secretário do Meio Ambiente, Israel Milani.

TERCEIRA VIA

Ora batendo no governo Gladson Cameli e ora na administração da prefeita Socorro Neri, o deputado Roberto Duarte (MDB) quer se consolidar como uma terceira via ao poder vigente.

MDB DÁ COMO CERTA

Em todas as conversas sobre a sucessão municipal o deputado federal Flaviano Melo (MDB), pontua sempre: não tem volta a candidatura á PMRB do deputado Roberto Duarte (MDB) e dá como certa uma aliança com o senador Sérgio Petecão (PSD) para indicar o vice da chapa.

MUITO DIFÍCIL

O BLOG tem informação de que será difícil o governo efetuar novas contratações até o fim do ano, porque se encontra no limite com gastos na folha de pessoal e se avançar, o governador pode responder por crime de responsabilidade. O que estará em jogo é o seu CPF.

PRESSÃO DA NACIONAL

O deputado Tchê (PDT) diz que, a pressão é grande da direção nacional para que, em Estados em que há segundo turno, o partido tenha candidato próprio a prefeito, como no caso da capital. Está na busca de um nome novo para disputar a PMRB.

A QUE PONTO!

A política é uma roda-viva. Quem diria ver o PT, sem candidatura própria à PMRB!

BUSCA DE PROTEÇÃO

Já aconteceu uma reunião entre o secretário de Segurança, Coronel Paulo César, e motoristas do aplicativo UBER, na busca de uma forma de dar mais proteção à categoria. O Coronel é de um do pequeno grupo de secretários do Gladson que não deixa de atender a imprensa.

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