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Fisiculturista é preso com carregamento de anabolizantes

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Agentes da Delegacia de Repressão ao Narcotráfico (Denarc) prenderam na manhã de terça-feira (9), o garçom Whendel da Silva Rodrigues, 26 anos, e apreendeu um grande carregamento de anabolizantes, procedentes do Paraguai, Ucrânia, México e que seriam vendidos na capital.

A prisão aconteceu em flagrante no momento em que buscava mais uma encomenda nos Correios, na Via Verde, no segundo distrito de Rio Branco. Os medicamentos foram apreendidos na casa do acusado na Baixada da Sobral.

A apresentação da droga e de Whendel ocorreu na manhã desta quarta-feira (10), na Delegacia de Investigações Criminais no bairro Cadeia Velha.

De acordo com o coordenador da DRE, delegado Pedro Resende, os anabolizantes estão sendo distribuídos nas academias de Rio Branco. Whendel trazia esse remédio de fora do estado, vendia em Rio Branco e a profissão lícita dele que seria garçom não compete com o que foi apreendido em dinheiro e em bens.

“Em Rio Branco existe uma rede de tráfico de anabolizantes que vêm de fora do país, e dando continuação as investigações apresentamos hoje mais uma grande apreensão de anabolizantes que estão sendo distribuídos nas academias pra suposto e pseudo atletas que usam esse tipo de medicamento. Vale ressaltar que é um crime extremamente grave, porque é um crime contra a saúde pública, uma vez que esse medicamento não tem registro da Anvisa, é um crime hediondo que vai ser cada vez mais combatido pela Denarc. As investigações vão continuar, já temos diversos usuários catalogados, todos eles irão ser chamados na Delegacia para prestar esclarecimentos. Vamos chegar nos outros fornecedores, não vamos parar porque isso virou uma febre em Rio Branco”, disse o Delegado.

Resende informou ainda que o crime tem a pena inicial de 10 anos e vai até 15 anos. É uma pena mais alta que tráfico de drogas, porque é extremamente nocivo usar medicamento adulterado sem registro da Anvisa.

Na ação da polícia, além dos anabolizantes, foi apreendido também R$ 15 mil reais, oriundo das vendas da droga.

Em entrevista ao ac24horas, o advogado de defesa de Whendel, Armyson Lee, disse que seu cliente usava os anabolizantes para consumo próprio, já que ele é competidor de fisiculturismo.

 

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Deputada Meire Serafim apoia reabertura do Centro Especializado de Atendimento à mulher

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A deputada Meire Serafim (MDB) foi uma das autoridades a participar, na última segunda-feira, 3, da reabertura do Núcleo do Centro Especializado de Atendimento à Mulher – CEAM, no município de Sena Madureira. Para a parlamentar, um ato de grandeza e sensibilidade por parte do governo do Estado.

A entidade recebe apoio da Secretaria de Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (Seasdham), e pôde reabrir o núcleo que tem importante papel no combate à violência contra as mulheres.

“Precisamos unir forças com o Executivo, o Legislativo, o Judiciário e demais instituições no combate aos abusos contra as mulheres”, salientou Meire. Segundo a deputada, uma das saídas é criar políticas de enfrentamento à violência contra as mulheres, exercendo o papel de articulador dos serviços, organizações governamentais e não governamentais que integram a rede de atendimento às mulheres.

“E assim garantindo o acesso a outros serviços para àquelas que se encontram em situação de vulnerabilidade social, em função das constantes violências contra as mulheres”, explicou a parlamentar. Em Sena Madureira, o núcleo promete fortalecer ainda mais o combate e o acompanhamento das demandas do sexo feminino.

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Médicos denunciam Maternidade por falta de medicamentos

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A falta de pelo menos quatro medicamentos essenciais para o bom atendimento na Maternidade Bárbara Heliodora, em Rio Branco, levou médicos ginecologistas a denunciarem o caso ao Conselho Regional de Medicina do Acre (CRM-AC). Após as reclamações, a entidade realizou uma fiscalização na unidade e constatou a deficiência de remédios como ocitocina, tramal, dipirona e tenoxican.

Segundo os profissionais de saúde, a falta dessas medicações para o atendimento de pacientes grávidas, implica em sérios problemas. A vistoria, feita pela presidente do CRM no Acre, Leuda Dávalos, ocorreu nessa segunda-feira (2). Para Dávalos, sem esses remédios a maternidade pode colocar em risco a vida das pacientes com patologias como Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (DHEG).

Além disso, a fiscalização também identificou déficit de um profissional médico, uma vez que o padrão é de cinco profissionais e estavam com quatro no dia da fiscalização. “Apesar de constatar as deficiências dessas medicações importantes para o trabalho dos ginecologistas, percebi um ambiente de harmonia entre a equipe e a gestão. Mesmo com dificuldades que estão enfrentando, existe um clima de parceria e isso acaba amenizando um pouco as dificuldades de estrutura e condições de trabalho”, disse a presidente.

O gerente geral da maternidade garantiu que as medicações foram compradas, mas que ainda não chegaram até a unidade. Segundo ele, a expectativa é de que chegasse ainda esta semana.

Um relatório da vistoria deve ser elaborado e entregue tanto para a maternidade, como para a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) e Ministério Público para que as providências sejam tomadas.

Com informações do CRM-AC

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