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Empresa de Manaus é a vencedora de licitação de Jatinho de Gladson

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Caso governador use as 288 horas contratados, Estado poderá gastar quase R$ 5,2 milhões com hora de voo custando R$ 18 mil

Como esperado, a Manaus Aerotaxi foi a empresa vencedora da licitação em que o Estado pretende alugar um jatinho para que o chefe do Palácio Rio Branco, Gladson Cameli, cumpra as suas agendas no interior do Acre e fora do Estado.

O ac24horas apurou junto ao Portal de Licitações do Tribunal de Contas que os Serviços de fretamento de Aeronave Executiva Birreatora a Jato, para transporte de pessoal, com tripulação, combustível e todos os demais custos, encargos referentes a essa atividade e capacidade de transportar até oito pessoas rendeu um contrato de R$ 5.184,000,00 ( quase R$ 5,2 milhões) por 12 meses. A hora do voo custará R$ 18 mil e caso o governo utilize a aeronave por 24h de voo em um mês, o custo chegará aos R$ 432 mil. O total de horas oferecidas é de 288 horas.

Apesar da empresa ter se sagrado vitoriosa, ainda falta a Casa Civil, responsável pela licitação, homologar o contrato. Isso deve ocorrer nos próximos dias. A fonte dos recursos para o custeamento dos serviços é própria.

O governo do Estado destaca que o sistema de registro de preço não obriga a contratação por parte da Administração Pública e que o valor global do contrato não significa que todas as horas de voos contratadas serão usadas, mas sim em eventuais emergências e extrema necessidade.

Nas gestões passadas e até mesmo no início do atual governo, Gladson, secretários e servidores do Estado viajam por meio de aquisição de passagens aéreas nas companhias que atuam localmente.

Em entrevista na TV, Gladson afirmou que não teria interesse no jatinho já que ele mesmo tem um avião em seu nome. “Eu tenho avião particular. Graças a Deus eu tenho essa possibilidade. Como é que eu vou falar em economia e em corte de gastos se eu vou colocar um avião a minha disposição para o Estado pagar? Não precisa”.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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