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Câmara aprova empréstimo de R$ 15 milhões para Ilderlei

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Com sete votos a favor e seis contra, a Câmara Municipal de Cruzeiro do Sul aprovou a autorização para que o prefeito Ilderlei Cordeiro contraia empréstimo de R$ 15,5 milhões, dando como garantia os repasses do FPM e ICMS junto a Caixa Econômica Federal. Toda a bancada do MDB votou contrária ao projeto e a do PDT, com exceção do vereador Ronaldo, votou a favor.

Mas os votos fechados pelas bancadas irritaram o vereador Elenildo da Pesca, do PP, mesmo partido do prefeito Ilderlei. Ele votou favorável, mas protestou. ” Voto sim contrário à minha vontade e já anuncio minha saída do partido. Se não me deixarem sair sem perder o mandato, aguardo uma janela, mas saio de qualquer forma”.

O vereador Cosmo, o mais ferrenho contra o projeto, sustentou a inconstitucionalidade do empréstimo, dando como garantias as únicas duas receitas da prefeitura, O FPM e o ICMS.

O Vereador Franciney do Partido dos Trabalhadores , PT, um dos maiores defensores da aprovação do projeto, disse que ” Cruzeiro do Sul vai viver novos tempos com o serviço que será feito com esses recursos”.

Segundo o secretário de Planejamento da prefeitura de Cruzeiro do Sul, Manoel Orleilson, os desembolsos da Caixa Econômica Federal já começam em agosto com R$ 5 milhões. ‘ O objetivo é asfaltar 100 km de ruas e também fazer obras de saneamento”. A carência será de 24 meses e a amortização da dívida será de 96 meses.

Votaram a favor do empréstimo os vereadores Chaguinha, Ocenir e Keleo do PDT, além de Franciney do PT, Mariazinha do PHS, Leandro do PSL e Elenildo do PP.

Votaram contra: Romário, Mazinho, Cosmo, Carlinhos e Sinhô do MDB, além de Ronaldo do PDT.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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