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Juíza Luana Campos revela que presos ainda não “quebraram” o presídio por confiarem em seu trabalho e no do MP

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Magistrada revela que sistema de bloqueio de celulares nunca funcionou com eficácia e que Estado não tem dinheiro para mantê-lo

 

Em entrevista exclusiva no “Boa Conversa”, do ac24horas, a juíza acreana Luana Campos, da Vara de Execuções Penais de Rio Branco, diz que o único contato com que teve com atual cúpula da segurança foi no início do ano e que foi discriminada pelo secretário de segurança, Paulo César, por ser mulher.

Campos revela que atual gestão do Instituto de Administração Penitenciária quer tratar o sistema prisional com “regime de exceção” e que seu trabalho combate justamente isso.

Questionada sobre polêmica de televisores em celas, Luana afirmou que existia televisores em todos os pavilhões, menos no que ela determinou a liberação. “Os televisores não são bancados pelo Estado e sim por suas famílias”, pontua, porém, a magistrada se coloca a disposição que caso o Iapen queira retirar todos os televisores de dentro do presídio, ela chancela a decisão.

Ainda na entrevista, Luana Campos diz que sua “vida é um livro aberto” e “que nunca foi pega com droga” ou com “bebida em carro”. “Se vocês precisarem, eu abro a minha conta bancária. Eu só vivo do meu salário. Não recebo nada de organização criminosa e jamais receberei”, disse ela, destacando ainda que ficou magoada com a repercussão nas redes sociais pelas pessoas ligarem a ela as facções criminosas.

Ao finalizar a conversa com o jornalista Marcos Venicios, a magistrada afirmou que o sistema que bloqueia sinais de celular no presídio nunca funcionou como devia. “Uma hora bloqueia um sinal, outra hora, funciona em outra parte. Nunca deu conta. Acredito que neste mês de junho o contrato com a empresa venceu e o Estado não tem dinheiro para pagar por isso”, afirmou.

Confira a entrevista exclusiva:




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Destaque 7

Populares tentam invadir delegacia para linchar acusados de latrocínio

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Fotos: O Alto Acre

O assassinato do fazendeiro  Raimundo Nonato Pessoa, de 55 anos, gerou momentos de tensão e revolta entre populares na noite dessa segunda-feira, 15, após a prisão de quatro suspeitos de cometerem o crime. O homem, muito querido na região do município de Brasileia, foi morto a tiros no último domingo, 15, quando criminosos levaram carros e dinheiro de sua fazenda. Ontem, familiares e amigos da vítima tentaram invadir a delegacia numa tentativa de linchar os suspeitos.

Os agentes plantonistas tiveram trabalho para conter os populares. Segundo informações, eles queriam fazer justiça com as próprias mãos, devido à morte de Raimundo Nonato.

Somente com a chegada de policiais militares é que as dezenas de pessoas foram dispersas do local, ao serem convencidas de não invadir a delegacia.

Quatro envolvidos no crime, incluindo um menor de 15 anos, o dinheiro e arma utilizada foram localizados e levados para a delegacia. Um dos suspeitos deve passar por uma cirurgia depois de ser baleado pela polícia.

 




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Acre 01

Ricardo França admite que recebeu R$ 26 mil em diárias e que devolveu R$ 2,7 mil pagos indevido

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O representante do governo do Acre em Brasília, que acumula sem ônus o cargo de coordenador do gabinete do governador Gladson Cameli quando se hospeda no Acre, Ricardo França, disse que não tem vida ‘aparatosa’, em tese, de acordo documento enviado à redação, não precisa de carro, motorista, diárias e alimentação. “Vida luxuosa que esse jornal aduz ter o notificante quando se desloca para o Estado do Acre é no mínimo caluniosa, porquanto, totalmente fantasiosa a existência de qualquer m dos itens relacionados (carro, motorista, diária em suíte especial, alimentação diferenciada e balanceada e outras regalias)” diz um trecho da notificação extrajudicial enviada ao ac24horas.

Embora afirme não precisar de diárias, motorista, carro e alimentação quando se desloca para o Estado do Acre, o notificante em parágrafo anterior se contradiz, admite ter recebido de forma legal, o total de R$ 26,6 mil em diárias pagas pelo tesouro estadual. O valor só não é o correspondente ao informado, R$ 30 mil porque no dia 31 de maio Ricardo França devolveu o equivalente a R$ 2.752 de diárias recebidas.

As diárias que o notificante demonstra ter devolvido ao tesouro estadual correspondem a reuniões que o mesmo informou que teria em Rio Branco, entre os dias 21 e 25 de maio, uma delas, com o chefe da casa civil do Palácio, Ribamar Trindade. Como a reportagem adiantou, o encontro com Ribamar Trindade jamais aconteceu. A devolução das diárias não consta no Portal de Transparência do Estado.

A maior parte do relatório enviado à reportagem e que o leitor terá acesso, Ricardo França usou para explicar como se deu a sua absolvição do escândalo conhecido nacionalmente como Sanguessunga. A absolvição, segundo o notificante, ocorreu através do Tribunal Regional Eleitoral da 1ª Região. No mesmo paragrafo o notificante afirma ter sido preso preventivamente, mas de forma irregular.

Ricardo França afirma que foi condenado a pagar o valor indevido de R$ 8.500 em sua conta bancária em favor de terceiro, dada, segundo o notificante, em condição de assessor parlamentar que o mesmo era na época dos fatos, como a reportagem noticiou. Afirma ainda que pelo fato do processo ter prescrito, não pagou o valor e não deve nada a ninguém.

Veja na integra a notificação extrajudicial apresentada pelo coordenador

 




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