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Juíza Luana Campos revela que presos ainda não “quebraram” o presídio por confiarem em seu trabalho e no do MP

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Magistrada revela que sistema de bloqueio de celulares nunca funcionou com eficácia e que Estado não tem dinheiro para mantê-lo

 

Em entrevista exclusiva no “Boa Conversa”, do ac24horas, a juíza acreana Luana Campos, da Vara de Execuções Penais de Rio Branco, diz que o único contato com que teve com atual cúpula da segurança foi no início do ano e que foi discriminada pelo secretário de segurança, Paulo César, por ser mulher.

Campos revela que atual gestão do Instituto de Administração Penitenciária quer tratar o sistema prisional com “regime de exceção” e que seu trabalho combate justamente isso.

Questionada sobre polêmica de televisores em celas, Luana afirmou que existia televisores em todos os pavilhões, menos no que ela determinou a liberação. “Os televisores não são bancados pelo Estado e sim por suas famílias”, pontua, porém, a magistrada se coloca a disposição que caso o Iapen queira retirar todos os televisores de dentro do presídio, ela chancela a decisão.

Ainda na entrevista, Luana Campos diz que sua “vida é um livro aberto” e “que nunca foi pega com droga” ou com “bebida em carro”. “Se vocês precisarem, eu abro a minha conta bancária. Eu só vivo do meu salário. Não recebo nada de organização criminosa e jamais receberei”, disse ela, destacando ainda que ficou magoada com a repercussão nas redes sociais pelas pessoas ligarem a ela as facções criminosas.

Ao finalizar a conversa com o jornalista Marcos Venicios, a magistrada afirmou que o sistema que bloqueia sinais de celular no presídio nunca funcionou como devia. “Uma hora bloqueia um sinal, outra hora, funciona em outra parte. Nunca deu conta. Acredito que neste mês de junho o contrato com a empresa venceu e o Estado não tem dinheiro para pagar por isso”, afirmou.

Confira a entrevista exclusiva:

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Na rede

Festival do Milho de Porto Walter tem delícias e beleza

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Delícias feitas a partir do milho, shows, luta de box, escolha da rainha, reencontro de familiares e amigos, paquera, compras e fortalecimento da agricultura familiar. É a sexta edição do Festival do Milho de Porto Walter, a aberto nesta sexta-feira, 20, pela vice prefeita Nagilda Francisca.

Na culinária abundância de delícias como canjica, pamonha, pudim de milho , cup cake de milho verde, bolos doces e salgados de milho. As jovens missionárias vendem cup cake de milho verde e inovaram com o cup cake acreano, que leva além do milho, banana comprida e canela.

A agricultura Maria José Batista, conta que participa desde a primeira edição e já conseguiu trocar eletrodomésticos de casa, além de fazer uma pequena economia ” é pouco, mas tenho uma poupança a partir daqui”.

Na parte do artesanato, os índios Arara, que vivem próximo de Porto Walter, usam palha de milho trançada e de buriti para embelezar as sandálias feitas de látex. José Salustiano, explica que a cor dos calçados é garantida com produtos naturais, como argila. As cadeiras são feitas pelos índios com o cipó cravo.

Apresentação das candidatas a Rainha do Festival do Milho foi uma das atrações da noite. As dez candidatas se apresentaram e a Rainha será eleita no domingo.

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Acre

Em Xapuri, homem é esfaqueado e morre com punhal na mão

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O crime ocorreu no bairro Sibéria por volta das 20h30 desta sexta-feira, 20. A Polícia Militar está no local e uma guarnição faz buscas pelo suspeito do homicídio em uma área rural nas imediações da comunidade.

A vítima, segundo informações de moradores, é conhecida pela alcunha de Zé da Orlene. A Polícia Civil foi acionada para fazer os procedimentos de costume, mas ainda não há informações sobre detalhes ou possíveis motivações do crime.

Mais informações em instantes.

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