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Destaque 4

Madeira apreendida é usada em revitalização do Parque de Exposições para realização da Expoacre

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Cerca de 300 metros cúbicos de madeira apreendida pelo Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC) está sendo reutilizada pelo governo do Acre na revitalização do Parque de Exposições para a realização da Expoacre 2019. Os insumos foram doados pelo próprio Imac à Secretaria de Estado de Empreendedorismo e Turismo.

A madeira foi apreendida durante fiscalização ambiental, pois estava irregular. Por lei, madeiras apreendidas são redirecionadas a obras sociais. Com isso, o governo economiza aproximadamente R$400 mil reais, que seriam destinados para a compra do material necessário.

Foi necessário que duas equipes do Imac trabalhassem por dez dias para garantir a utilização do produto e a reforma do parque de exposição. “Isso vai beneficiar não só o espaço, mas a população em geral que vai estar no evento. O parque vai poder recebê-los de forma adequada, com espaço revitalizado”, destacou o presidente do Imac, André Hassem.

Passarão por reforma o palco, a arena de rodeio e as arquibancadas, além de novos espaços que estão sendo construídos como o Agroflorestal.

 

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Cotidiano

Criança de três anos abandonada pela mãe reencontra o pai haitiano em Brasileia

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Um menino de apenas três anos de idade, de nacionalidade franco-guianês, que havia sido abandonada pela mãe em abril deste ano no município de Brasileia, reencontrou o pai no último sábado, 13, depois de um trabalho intenso da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM).

Segundo o governo do Acre, a mãe do garoto estava com a saúde mental debilitada e partiu para o Equador deixando o filho para trás. A Polícia Militar do Estado do Acre e do Conselho Tutelar de Brasileia comunicaram a situação à diretoria de Direitos Humanos.

A criança recebeu o apoio e várias frentes governamentais passaram a procurar pela família do garoto. No último final de semana, a pasta conseguiu entregar a criança ao pai, o serralheiro Lebrun Ednord, de 33 anos, haitiano, que atualmente mora na Guiana Francesa.

“Um trabalho minucioso, com muita habilidade dos conselheiros e dos policiais militares permitiu que obtivéssemos o número de telefone de Ednord, fornecido pela própria mãe, antes de partir sozinha para o Equador”, explica Claire Cameli, secretária da SEASDHM.

Claire explica que desde que o estado foi acionado, técnicos da pasta procuraram a todo o tempo entender o ocorrido e auxiliar na resolução do problema, classificado como uma situação de assistência humanitária. Para voltar para sua terra natal, o Haiti, o pai do menino precisou registrar a criança em nome de outro homem.

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