Conecte-se agora

Membros de facção criminosa filmaram invasão na Sapolândia

Publicado

em

PM inicia Operação de Ocupação na área

A invasão que ocorreu no bairro Hélio Melo, mais conhecido como Sapolândia, na noite da última terça-feira, 27, foi filmada pelos adolescentes que estavam fortemente armados ligados a facção criminosa Comando Vermelho que “caçavam” membros do Bonde dos 13, que dominam a região há anos. As imagens ganharam as redes sociais na madrugada desta quinta-feira, 27.

Os jovens, que em sua maioria são moradores do bairro Mocinha Magalhães, que fica ao lado da Sapolândia, gravaram um vídeo de pouco mais de 5 minutos mostrando parte da ação criminosa que abordavam pessoas nas ruas e atiravam. Em vários momentos da gravação os meliantes usam palavrões e dizem “Bota a cara, alemão Safado”, gíria utilizada pelas facções no Rio de Janeiro para se referir a Polícia.

De acordo com informações, a região da Sapolândia é conhecida como “zona vermelha” por abrigar ex-presidiários e ser esconderijo de drogas e armas. A região é famosa também por abrigar dezenas de esposas de presidiários, o que reforça ser “uma área sem lei”.

Logo após a invasão, a Policia Militar iniciou nesta quarta-feira, 26, a Operação Ocupação na Sapolândia. A ação de combate à criminalidade vai permanecer na região por tempo indeterminado. A garantia foi dada pelo o tenente-coronel Antônio Teles. “Estamos seguindo uma determinação do governo do Estado e do nosso comandante para reforçar o policiamento nas áreas, que apresentam mais ocorrências”, disse o comandante do policiamento da capital.

O bairro Hélio Melo e adjacências receberam o reforço de 30 policiais, entre eles homens do Batalhão de Operações Especiais e das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas, a Rotam.

Durante a operação estão sendo realizadas revistas pessoais, abordagens a veículos, além da instalação de barreiras móveis em vias de difícil acesso.

Propaganda

Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

Publicado

em

Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

Continuar lendo

Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

Publicado

em

Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

Continuar lendo
Propaganda

Mais lidas

Copyright © 2019 Ac24Horas - Todos os direitos reservados.