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Que a carapuça caia para onde servir”, diz Gladson Cameli

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Questionado sobre as polêmicas envolvendo o governo do Estado desde o último final de semana, Gladson Cameli falou durante entrevista à Aldeia FM nesta segunda-feira, 24, que não governa sozinho, governa com todos os parceiros. No entanto, ele chamou de novela os entraves políticos com os quais vem tratando desde o início de sua gestão.

O último capítulo saiu ontem, domingo, 23, com a possível insatisfação da deputada federal Mara Rocha quanto à permanência do secretário Paulo Wadt a frente da secretaria Produção e Agronegócio. Sobre o assunto, Cameli disse que pessoas tentam implantar situações negativas na tentativa de atrapalhar e confundir a população acreana.

“Mas não estou preocupado com questões pequenas, estou preocupado com quem está precisando de melhorias, principalmente na área de saúde”, afirmou. Ele comparou a situação com o cancelamento de cirurgias ocorrido no Hospital das Clínicas, em Rio Branco, onde o mutirão de cirurgias acabou interrompido por falta de um profissional médico.

“Não sei de quem foi realmente a culpa, mas aí eu me pergunto: será, meu Deus do céu, que é por falta de pedido, de diálogo comigo?”, indagou o governador, já que havia tido um planejamento e estava tudo certo para o mutirão.

Ele completou afirmando que muitas vezes entram problemas internos, mas que quem pretende atrasar o andamento do governo, pode continuar, pois ele vai entrar nem que seja com um trator para puxar a gestão para frente.

“Não vou politizar essa situação, isso é mais um desabafo e que a carapuça caia para onde servir. Por onde eu passo peço que todos nos ajudem nesse primeiro momento. Estou fazendo tudo que posso. Quem está puxando para trás pode tentar, porque não vai conseguir”.

Cameli ressaltou que não vai mais ficar de “mimimi”: “quem quer, quer, quem não quer, tchau e benção. Vou colocar na prática minhas promessas de campanha”.

Ele diz que tem procurado não entrar nesse debate, mas sobre falta de diálogo com a classe política, isso não existe. “Quero que alguém me prove se existe um governador que tenha mais diálogo com a classe política do que eu. Vou fazer o que povo quer, meu compromisso é com o povo”.

Gladson finalizou o assunto garantindo que ainda assim as portas do Palácio estão abertas para receber quem quer que seja. Ele também destacou que sua relação com o vice, Major Rocha, é de parceria e fidelidade com o governo do Acre.

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