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Mara quebra o silêncio e revela que Wadt “ameaça” servidores e “intimida” pecuaristas

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A deputada federal Mara Rocha (PSDB), resolveu quebrar o silêncio no início da tarde desta segunda-feira, 24, a respeito da polêmica em que seu nome foi envolvido no último final de semana quando seu partido anunciou que ela não faria mais parte da base de apoio do governo do Acre em Brasília devido Gladson Cameli não ter exonerado o secretário de Agricultura e Pecuária, o agrônomo Paulo Wadt.

Mara confirma que Wadt foi uma indicação sua, mas revelou que a partir de sua posse, “o mesmo começou a tomar atitudes que causaram muitos constrangimentos”. A parlamentar afirmou que compreendeu serem incompatíveis com a forma como o agronegócio deve ser conduzido no Acre.

“Temos denúncias do Paulo Wadt ter nomeado, para Cargo em Comissão, uma sócia e funcionários de suas empresas de consultoria. Temos denúncias, também, de constrangimentos e ameaças dele a servidores da SEPA e EMATER. Temos denúncia de intimidação aos pecuaristas para venderem suas propriedades às pessoas de outros estados, onde o secretário estaria agindo como corretor de imóveis”, enfatiza a parlamentar.

A deputada afirma ainda que que essas denúncias se somaram as reclamações constantes dos produtores rurais do Acre, que não conseguem compreender o planejamento de médio e longo prazo do atual Secretário.

A tucana relatou ainda que procurou Gladson e o colocou a par do seu desconforto em relação a Wadt. “Naquele momento o próprio governador se mostrou indignado e confidenciou que o Secretário Paulo Wadt estaria lhe rendendo reclamações constantes e também não era de seu agrado, afirmando que o trocaria em pouco tempo. Bem, o Secretário Paulo Wadt permanece no cargo e restou a mim o desgaste de ter meu nome vinculado a essa situação”, pontuou Mara, sem entrar no mérito das últimas declarações do governador.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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