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Sistema S garante apoio para a realização da Expoacre

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O Governo do Estado do Acre garantiu nesta sexta-feira, 21, o apoio das Federações da Indústria, do Comércio e da Agricultura, além do Sebrae, na realização da Expoacre 2019, a maior feira de agronegócios do Acre.

A edição deste ano terá um toque todo especial por ser a primeira destinada a movimentar realmente as demandas dos setores empresariais na região.

A ideia é impulsionar novos negócios, que em edições anteriores sequer existiam, captando empreendimentos dos estados de Rondônia e do Mato Grosso, por exemplo.

“Viemos aqui para pedir o apoio, logístico e estrutural, das nossas federações e do Sebrae, imprescindível para o sucesso da Expoacre”, afirmou José Ribamar Trindade, secretário de Estado da Casa Civil, representando o governador Gladson Cameli.

O entendimento do secretário é o de que a união dessas instituições com o governo do estado vai permitir que a população e a classe empresarial, sobretudo, a do agronegócio, possa desfrutar de um ambiente de negócios totalmente novo, diferente de todas as edições já realizadas.

Conforme o presidente da Federação da Indústria do Acre, José Adriano da Silva, a parceria com o governo do estado é fundamental para o sucesso da grande festa agropecuária.

“A gente apoia, sim, a iniciativa do governo e vamos estar juntos, apoiando no que for possível”, garantiu Silva.

Também confirmaram suporte à Expoacre o presidente da Federação da Agricultura do Estado do Acre, Assuero Veronez, o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Acre Leandro Domingos e o superintendente do Sebrae no Acre, Marcos Lameira.

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Acre

Pedro Longo: justiça estadual é incompetente para atuar no caso ‘Operação Presságio’

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O advogado Pedro Longo, que atua na defesa do ex-secretário de comunicação da prefeitura de Cruzeiro do Sul, Paulo de Sá, aposta na nulidade de todos os atos da Operação Presságio. Longo afirmou ao ac24horas que a justiça de Cruzeiro do Sul não tinha competência para autorizar as prisões dos acusados na ação da Polícia Federal, ocorrida na última sexta feira, 14. Na ocasião, sete pessoas foram presas, incluindo a irmã do prefeito, Ilderlei Cordeiro, a advogada Idelcleide Cordeiro, o secretário de comunicação, e outras pessoas, entre funcionários da prefeitura e da ONG CBCN.

O jurista defende que o processo contra seu cliente teria que estar na Justiça Federal e afirma que o judiciário estadual foi induzido ao erro pela Polícia Federal, que não teria alertado que os recursos supostamente desviados são oriundos de repasses da União, o que é competência da Justiça Federal.

“Esse Juízo é incompetente para tomar qualquer decisão contra o Paulo de Sá nesse processo. A competência seria da Justiça Federal. Isso porque, a Operação Presságio, investiga supostos desvios de recursos federais. Esse fato não foi relatado ao juiz de Cruzeiro pela Polícia Federal e acabou o induzido ao erro. Está evidenciado que a maior parte dos recursos que estão sendo apurados são de origem federal, via SUS, Fundeb e Caixa Econômica Federal. Tal fato, evidentemente, indica que a matéria deveria estar sendo tratada no âmbito da Justiça Federal”, explica Longo.

Esses serão os principais argumentos no Habeas Corpus que o advogado vai protocolar nesta quarta-feira, 19, no Tribunal de Justiça em Rio Branco. Ele se refere à jurisprudência criada pela súmula 208 do Superior Tribunal de Justiça, que cita a competência da Justiça Federal para processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita à prestação de órgão federal. “O caso em si foi de prefeito, mas se aplica aos casos com verbas federais independente do cargo”, garante o advogado.

Longo lembra ainda o caso do prefeito de Senador Guiomard, André Maia, cujo caso teve que passar da Justiça estadual para a federal. O prefeito que havia sido preso, foi liberado e voltou à gestão.

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Acre

Banco da Amazônia empossa novo superintendente no Acre

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O novo Superintendente do Banco da Amazônia no Acre (Basa), José Luiz Cordeiro Cruz, foi empossado na manhã desta quarta-feira, 19, na sede da instituição, em Rio Branco. Ele assume o lugar de Diego Santos Lima, que foi designado para responder pela Superintendência do Maranhão.

Cruz é funcionário de carreira do banco há oito anos e meio. Desde 2011, ocupava o cargo de gestão na instituição. Iniciou sua carreira bancária em Jacundá (PA), depois em Araguaçu, no Tocantins, e em Manaus, no Amazonas.

Em seu discurso, Cruz relatou que o Basa terá um orçamento de aproximadamente R$ 400 milhões para aplicação em negócios produtivos apoiados pelo Banco da Amazônia para 2020. O projeto terá um princípio de tripé de resultados sustentáveis.

“O primeiro será maximização de resultados, gestão colaborativa, e principalmente um trabalho com muita ética e transparência. Essas serão as premissas principais do nosso banco. O papel importante e quero deixar bem claro, a cadeia produtiva do estado, comércio, indústrias, serviços e o agronegócio será um diferencial do nosso papel aqui no estado. A potencialidade do agronegócio, nesse segmento da economia, será pauta diária do nosso banco e também como o setor de serviço, comércio e indústria”, destacou.

A cerimônia de posse contou com a presença de autoridades locais, e do diretor Comercial e de Distribuição do Basa nacional, Francimar Rodrigues Maciel.

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