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Bando é preso por tráfico e cobrança de pedágio no município de Epitaciolândia

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Um grupo de quatro pessoas foi preso em flagrante nessa quinta-feira, 20, após operação integrada das polícias civil e militar. Segundo a polícia, todos vinham comercializando drogas no bairro Liberdade, localizado no centro da cidade. Foram detidos: Ananias da Silva Araújo, o ‘Naninha’, Railan Silva Araújo, Fábio Júnior de Aquino Ferreira e um adolescente de 17 anos.

Fábio e Ananias, de acordo com os militares, comandavam o ponto de vendas de drogas ao lado da ponte velha, no bairro, além de cobrar ‘pedágio’ aos transeuntes. Foi levantado pelos policiais que a dupla estava construindo uma casa abaixo da ponte para os ‘chefes’ que representavam a facção criminosa ‘B13’.

As investigações que estão em andamento sob o comendo do delegado interino na fronteira, Cleber Gnatta, que poderá ligar o grupo à tentativa de homicídio ocorrido recentemente no bairro, na parte alta do bairro próximo ao cemitério da cidade.

Uma vítima que não tinha dinheiro para ‘pagar o pedágio’ foi agredida e teve um corte na cabeça causado por um dos acusados. Todos foram ouvidos pelo delegado e podem ser julgados por comércio ilegal de drogas, associação criminosa, corrupção de menores e outros delitos.

Na delegacia, foi constatado que todos têm passagem pela justiça e somente um não está cumprindo medidas restritivas. O caso será encaminhado ao judiciário local, podendo ser transferidos para o presídio na Capital a qualquer momento e o menor, para o Instituto Sócio Educativo.

 

 

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Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

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A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.

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Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

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A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.

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