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Acre e Amazonas se unem para destravar regularização fundiária

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Representantes dos governos do Acre e do Amazonas estiveram reunidos nessa quarta-feira, 19, em Brasília, na presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para mais uma etapa da proposta de agilizar o processo de regularização fundiária na Amazônia.

Estiveram reunidos o secretário de Produção e Agronegócio do Acre, Paulo Wadt, o secretário de Produção Rural do Amazonas, Petrucio Pereira de Magalhães, e o superintendente do Incra no Amazonas, João Batista Jornada.

Na ocasião foram tratados dois casos específicos do Acre que também envolvem o Amazonas: o Projeto de Assentamento Rio Juma e o Projeto de Assentamento Extrativista Antimary.

A situação de regularização fundiária do PAE Antimary foi uma demanda apresentada ao governador Gladson Cameli durante um evento no PA Tocantins no último dia 7. Mais de 200 famílias que vivem na região pediram uma solução para a regularização. Atualmente no Antimary há centenas de família acreanas que investiram seus recursos e trabalho por anos, mas que agora correm o risco de serem desapropriados em razão da ampliação de uma área de conservação ambiental vizinha.

De acordo com o secretário Paulo Wadt: “Embora a demanda envolva famílias de acreanos, está sob a jurisdição do Estado do Amazonas. Mas isto não tem sido um empecilho à medida que o governador Gladson Cameli construiu um bom relacionamento institucional com o governador Wilson Lima”.

O secretário Petrucio também se colocou à disposição para trabalhar intensamente numa agenda técnica para resolver este problema, que se arrasta há vários anos.

O superintendente do Incra em Manaus, João Jornada, também se comprometeu em fazer as tratativas para encontrar uma solução técnica para o impasse e na próxima segunda-feira, 24, agendou uma reunião na Federação de Agricultura do Amazonas para, junto com os governos do Acre e Amazonas, procurar apoio para o cumprimento desta agenda.

 

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Gladson Cameli desiste do nome Expoacre Rural Show

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Ao que tudo indica, o governador Gladson Cameli andou pensando melhor e desistiu da ideia de dar um novo nome à maior Feira de Agronegócios do Estado do Acre, a Expoacre 2019. No final do mês de maio, Cameli acenou, após visitar a maior feira de agronegócios da Região Norte, a Rondônia Rural Show, que também gostaria de alterar o nome do evento local para ‘Expoacre Rural Show’.

Entretanto, a ideia ficou somente na parte da programação mesmo, já que o nome permaneceu como era, o tradicional Expoacre. Questionada pelo ac24horas, a assessoria do governo negou que houve descontentamento ou desacordo entre as equipes organizadores do evento e garantiu que quem decidiu permanecer com a nomenclatura tradicional foi o próprio governador.

“A tradição do nome Expoacre é defendida pela população. E por isso, o governador optou por manter o nome devido à preferência das pessoas”, informou a assessoria governamental.

Anteriormente, Cameli pretendia mudar o atual projeto da feira do Acre, incluindo o nome, para torná-la mais parecida com a feira do estado vizinho. Agora, a equipe afirma que ele apenas “ventilou uma possibilidade de mudança”.

“O governador é quem toma as decisões, assim a decisão de manter Expoacre também foi dele”, reiterou a assessoria de imprensa.

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Destaque 7

Abastecimento de combustível é normalizado em cidades do Juruá

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Somente no final da tarde desta sexta-feira, 12, 38 dias depois do acidente de barco em Cruzeiro do Sul, que matou 6 pessoas, o abastecimento de combustível para as cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo foi restabelecido.

O prefeito Zezinho Barbary, de Porto Walter, usou suas redes sociais, para agradecer aos envolvidos na solução do problema, como o governador Gladson Cameli, senador Sérgio Petecão, deputados Jesus Sérgio e Jéssica Sales, prefeitos Ilderlei Cordeiro e Isaac Piyãko, Antaq, Marinha e a imprensa.

“Agradeço a mobilização de todos e destaco em especial o trabalho da imprensa”, ressaltou o prefeito Zezinho Barbary na postagem.

Na postagem, Barbary também fez uma homenagem especial às vítimas da explosão do barco: 6 mortos e 12 feridos.

O abastecimento dos barcos, que estavam proibido desde o dia da explosão, só pode ser feito em um local determinado pela Agência de Transportes Aquários – Antaq e fica próximo à travessia de Rodrigues Alves. As empresas fornecedoras, distribuidoras e transportadoras terão 60 dias para se adequarem às regras e normas dos órgãos fiscalizadores.

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