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Agência de transporte fiscaliza balsas em Rodrigues Alves

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Nesta quinta-feira, 20, técnicos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ e equipe da Agência Fluvial da Marinha, realizaram operação de fiscalização nas balsas particulares que fazem a travessia no Rio Juruá, dos veículos que vão para Rodrigues Alves.

Cinco balsas que não têm autorização da Agência foram proibidas de continuar a operação de travessia, para a qual, cobram R$ 3 de moto R$ 10 de carros pequenos e R$ 20 de caminhonetes.

Todo balseiro precisa ter identificação, autorização da Marinha e da ANTAQ, ser Micro Empreendedor Individual – MEI, com registro no Sebrae e as balsas devem ter coletes salva vidas, tabela de preços e os horários das travessias.

O técnico da ANTAQ, Dorivaldo Gomes, cita que o objetivo da Agência é garantir a segurança e conforto dos usuários, bem como regularidade e modicidade dos fretes.

Atualmente 24 balsas fazem a travessia, número maior que a necessidade. Antônio de Souza, que está regular aprovou a operação. Já Willian da Silva, vai ter que parar de atuar na travessia. ” Agora vou correr atrás da papelada para não ficar no prejuízo’.

A técnica em laboratório, Júlia Santos, que usa as balsas diariamente, acredita que agora ” todas estão dentro do padrão de segurança para nós passageiros”.

Balsa do governo que faz a travessia gratuita pode ser proibida de funcionar

Uma balsa paga pelo governo do Estado, que faz a travessia de veículos gratuitamente das 6 a meia noite no Rio Juruá, poderá parar. A embarcação leva até 7 veículos em cada travessia.

Tramita na ANTAQ um Processo Administrativo, iniciado à partir de denúncia feita à ouvidoria da Agência, que pode resultar na proibição da oferta da travessia gratuita das motos e carros. Dorivaldo, diz que a gratuidade atrapalha a livre concorrência do serviço da travessia para os balseiros particulares.

“Antes da construção da Ponte da União, na chegada de Cruzeiro do Sul, fazia sentido o governo do Acre atravessar os carros, mas já faz tempo que não há justificativa para a continuidade. A ANTAQ tem como missão, assegurar à sociedade a adequada prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infraestrutura portuária e hidroviária, garantindo condições de competitividade e harmonizando os interesses público e privado”.

Os usuários da travessia gratuita, esperam que a ANTAQ não paralise as atividades da balsa maior. “Acabar pra quê esse serviço gratuito?”.

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Acre

Mãe de Gladson o defende das acusações de Daniel Zen: “Idiota”

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Após declaração do deputado estadual Daniel Zen, líder do PT na Assembleia Legislativa, a mãe do governador Gladson Cameli (Progressistas) foi para a web detonar a afirmação do parlamentar, proferida na sessão desta quarta-feira (13). Zen disse que Cameli não sabe o que diz quando fala em intervenção federal no Acre. “Quero fazer como Jesus Cristo (Deus me perdoe a heresia). Pai perdoa porque ele não sabe o que diz”, ironizou.

Gladson não respondeu a ironia do parlamentar, mas Linda Cameli sim: “Idiota. Você tem que pedir perdão por vocês terem deixado o Acre nessa situação de calamidade. Assumam a responsabilidade”, explanou num comentário deixado no Facebook.

Gerlen Diniz defendeu a atitude do governador e reafirmou a necessidade da reforma da Previdência no Estado. Zen, por sua vez, disse que já é a quinta vez que o Cameli fala em intervenção federal.

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Acre

Corretora tem WhatsApp clonado e criminosos tentam aplicar golpe

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Antigamente eram as famosas ligações ou mensagens por sms dizendo que o dono do aparelho tinha ganhado uma grande quantia de dinheiro e para acessar o prêmio precisava de um depósito com um valor bem menor.

A tecnologia evoluiu e a bandidagem também. A moda agora é clonar o aplicativo de WhatsApp, que é o mais comum usado por quase todo mundo atualmente.

É o que está passando a corretora de imóveis Rosilene Bruno. Bastante conhecida por trabalhar em uma das principais imobiliárias de Rio Branco, ela teve o WhatsApp clonado por criminosos. A tática, após a clonagem, é entrar em contato com amigos e familiares e tentar conseguir dinheiro por meio de um “empréstimo”. Em uma das tentativas do golpe, o bandido tentou se passar por Rosilene e afirmou que precisava fazer uma transferência, mas não tinha mais limite.

“Clonaram o telefone da minha mãe e estão pedindo pela cidade transferência bancária. Ela desinstalou o aplicativo, mas mesmo o WhatsApp ainda está funcionando”, afirma Catarina Pinheiro, filha de Rosilene.

A vítima do golpe já registrou queixa em uma Delegacia de Polícia.

Catarina conta que o mais importante é alertar para que amigos e parentes saibam que se trata de um golpe. “Queremos alertar que quem receber esse tipo de mensagem não é a minha mãe. É alguém que está se passando por ela para aplicar golpes. É um alerta para que não façam nenhum tipo de transferência bancária ou coisa parecida”, finaliza.

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