Conecte-se agora

Gladson e Rocha são recebidos por Bolsonaro e reforçam pedido de apoio para o Acre

Publicado

em

O governador Gladson Cameli e o vice-governador Major Rocha reuniuram-se na tarde desta segunda-feira, 17, no Palácio do Planalto com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, quando reforçaram o pedido de apoio para o Acre. O encontro contou a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes,

Cameli reafirmou ao presidente a importância das reformas em debate, como a da Previdência, especialmente para estados como o Acre, que dependem de recursos federais e que enfrentam crises financeiras e alto déficit previdenciário. “O Estado precisa fazer aporte de mais de R$ 40 milhões por mês para a folha previdenciária, o que significa quase R$ 500 milhões por ano”, disse o governador, explicando que esse é um dos problemas que dificultam a realização dos investimentos necessários ao Estado.

O governador apelou ao presidente pela manutenção dos estados na reforma previdenciária e reforçou o apoio à medida e empenho junto à bancada federal neste sentido. “O presidente agradeceu o apoio do governo e da bancada acreana e garantiu que se empenhará pessoalmente pela aprovação da reforma. A descentralização na distribuição de recursos provenientes de impostos permitirá ampliar a participação dos estados nessa divisão”, enfatizou o governador.

Também acompanharam o governador no encontro com o presidente Bolsonaro o coordenador da bancada Federal do Acre e 1º secretário do Senado, Sérgio Petecão, a senadora Mailza Gomes e os deputados federais, Mara Rocha, Vanda Milani e Manuel Marcos. O representante do governo do Acre em Brasília, Ricardo França, e a secretária de Estado de Planejamento e Gestão, Maria Alice Araújo participaram da reunião.

 

Propaganda

Cotidiano

Presos que fugiram do FOC fizeram buraco na parede e pularam muralha com lençóis

Publicado

em

IMAGEM ILUSTRATIVA DA FUGA ANTERIOR

A Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública emitiu uma nova nota pública na manhã desta segunda-feira, 20, após a fuga em massa de cerca de 25 detentos da unidade penitenciária Francisco D’Oliveira Conde (FOC), em Rio Branco. Os presos fugiram nessa madrugada. Segundo os policiais penais, os detentos fizeram um buraco na parede da cela e com lençóis, confeccionaram cordas para escapar pela muralha.

A segurança pública afirma que todas as forças de segurança do Estado foram acionadas e várias medidas operacionais estão sendo realizadas para captura dos foragidos. – Acionamento da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Rondônia e do Amazonas para implantação de barreiras e fiscalização nas áreas de fronteira e rodovias federais.

O governo diz que acionou a Polícia Federal para apoio com equipes de inteligência para avaliação das circunstâncias de fuga, bem como o apoio de fiscalizações em aeroportos. Entre as medidas anunciadas, estão: acionamento do Centro Integrado Regional de Inteligência para apoio quanto à produção de conhecimento sobre o ocorrido; acionamento dos corregedores da Polícia Militar e Polícia Penal para instaurar apuração imediata de eventuais responsabilidades pela fuga no aspecto administrativo, visto que a Polícia Civil irá atuar no aspecto penal e solicitação de apoio do Ministério Público e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), para acompanhar as ações de investigação durante as ações que vão apurar eventuais responsabilidades pela fuga dos detentos.

A Polícia Penal realizou contagem dos presos que fazem parte do pavilhão L e cumprem pena em regime fechado naquela unidade e realiza ações para evitar possíveis novas fugas. Além disso, barreiras policiais na capital e municípios em rodovias federais foram instaladas na tentativa de recapturar os detentos.

Continuar lendo

Destaque 7

IAPEN acaba com GPE e serviço será feito por agentes “despreparados” para o serviço

Publicado

em

O Instituto de Administração Penitenciária do Acre (IAPEN) tomou uma decisão que preocupa os próprios policiais penais.

É que a direção do IAPEN acabou com o Grupo Especializado de Escolta. Cerca de 36 policiais penais passaram por treinamentos e se tornaram capacitados para esse tipo de serviço.

A preocupação, segundo um dos policiais, é que agora o serviço será feito por qualquer um policial penal. A falta de treinamento preocupa. “Acabaram com o grupo, onde todos os membros tinham treinamento na área de escolta. A partir de agora, essas escolas serão feitas pelos policiais que não tem o mesmo conhecimento. Para se ter uma ideia, quem não tem esse curso especializado, não sabe nem manusear o fuzil que é usado pela escolta”, afirma um Policial Penal que pede para não ser identificado.

O ac24horas teve acesso à conversas em um aplicativo onde os próprios policiais penais afirmam que não possuem treinamento específico e por isso não se sentem capazes de realizar o serviço com segurança.

Vale ressaltar que quase diariamente, os policiais fazem a escola de bandidos de alta periculosidade, alguns com cargos de chefia em organizações criminosas presentes no Acre.

Além disso, há outra preocupação. Com o fim do grupo, ocorre um questionamento sobre os motoristas das viaturas. É que há uma determinação de que para conduzir uma viatura de escola o policial precisa ter a CNH na categoria D. Muitos policiais não se sentem com condições de realizar o serviço. “Muitos dos próprios colegas que ficam no prédio não se sentem em condições de fazer o serviço. Agora eu pergunto, como é que vão colocar policiais sem capacitação, sem saber nem mexer com a arma, sem ter condições de dirigir uma viatura?”, pergunta

O IAPEN vive um dilema causado pelo pequeno efetivo que possui e a saída da Polícia Militar que deixou de auxiliar na segurança dos presídios do Acre

Continuar lendo

Bombando

Newsletter

INSCREVER-SE

Quero receber por e-mail as últimas notícias mais importantes do ac24horas.com.

* indicates required
Propaganda
Propaganda

Mais lidas