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Falha em sistema do Detran prejudica quem quer tirar a CNH

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Uma falha no sistema da empresa responsável por colher as digitais dos alunos de auto escola tem prejudicado quem busca tirar a primeira habilitação.

Um dos prejudicados é Marcos Antônio Mendonça Bezerra, que tenta tirar sua primeira habilitação para carro e motocicleta. Mesmo já tendo feito o pagamento de todas as aulas e cumprindo com as exigências não consegue fazer a prova teórica.

“Eu preciso com urgência da minha habilitação para trabalhar e já fui um monte de vezes no Detran, eles só dizem que deu um problema, mas não resolvem e nem dão uma previsão. Eu paguei para tirar a minha carteira e não consigo”, diz Marcos.

Procurado, o Detran, explicou, via assessoria, que o problema foi ocasionado por falha de comunicação entre a empresa que colhe as digitais dos candidatos e marca as provas com a outra empresa que gerencia o sistema do Detran.
Segundo a assessoria, o problema ocorreu no período de 20 a 27 de maio e prejudicou os alunos que fizeram a biometria das aulas. Atualmente, é obrigatório que os candidatos à primeira habilitação comprovem por meio das digitais a presença nas aulas. E foi exatamente essa falha no sistema que não registrou a presença dos alunos.

Segundo o Detran, as empresas garantiram que até a próxima quarta-feira, 19, o problema estará resolvido.

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Proclamação da República completa 130 anos

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Em 1888, a Lei Áurea aboliu oficialmente a escravidão, mas o Império estava em crise. Por um lado acreditava-se que os antigos escravizadores aderiram aos ideais republicanos para destituir a família real. Mas o cenário era bem mais amplo.

Dom Pedro II estava muito doente e a sucessora seria a princesa Isabel, que era casada com um francês, o conde D’Eu, considerado impopular, figura que também já havia criado conflitos com os militares na ocasião da Guerra do Paraguai.

“A participação do conde D’eu na Guerra do Paraguai é um dos fatores de impopularidade. Ele era arrogante. Dizem que ele promoveu massacres. Não tinha aptidão para administrar”, conta a historiadora Catia Faria.

Quem também tinha pouco prestígio entre os militares era o visconde de Ouro Preto, chefe do gabinete do Império e conhecido pela intransigência. Ele foi nomeado por Dom Pedro II para fazer as reformas que os republicanos buscavam.

Em 1870, o Brasil saiu vitorioso da Guerra do Paraguai e os militares não tinham recebido do imperador o reconhecimento que esperavam.

O Brasil estava em crise econômica por causa de dívidas motivadas, principalmente, pela guerra. O sistema de governo da Monarquia era considerado atrasado.

“Os ideais republicanos chegam ao Brasil a partir da França, da ideologia do positivismo. Basicamente é uma burocracia estatal calcada na competência”, explica a professora de História do Direito Brasileiro, Maria Cristina Vieira.

Para alguns historiadores, a primeira república brasileira não foi proclamada, mas sim aclamada pela pouca resistência que encontrou por parte da Monarquia. Uma das imagens que retrata a cena é a tela Proclamação da República, de Benedito Calixto. Quem morava nas intermediações do Campo de Santana e do Palácio Duque de Caxias era um dos comandantes da Guerra do Paraguai, o marechal Deodoro da Fonseca.

“Sem Deodoro, não teria república”, conclui o historiador do Centro de Estudos e Pesquisas do Exército, coronel Antônio Ferreira.

No dia 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro saiu de sua casa no centro do Rio, próximo à Central do Brasil, para proclamar a República acompanhado por uma tropa de cerca de mil militares.

A república brasileira deu prazo para que a família real deixasse o país. Depois da expulsão, Dom Pedro II escreveu: “Resolvo, cedendo ao Império das circunstâncias, partir com toda a minha família amanhã, deixando esta pátria de nós estremecida. Conservarei do Brasil a mais saudosa lembrança, fazendo ardentes votos por sua grandeza e prosperidade.”

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Bombeiro do Acre fica em 2º lugar na competição nacional de técnica-profissional, em São Luis

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Ocorreu nessa quarta-feira, 13, na cidade de São Luís, no Maranhão, a tradicional prova ‘Bombeiro de Aço’. As equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Acre ficaram na 2ª colocação da competição, que contou com a participação de equipes de 22 estados brasileiros. Foram mais de 100 competidores na disputa que elegeu o melhor bombeiro do Brasil.

Os bombeiros revezavam-se nas etapas do concurso, que contou com cinco categorias, em versões feminina e masculina. A competição fez parte do XIX Seminário Nacional de Bombeiros (Senabom). O Tenente Bombeiro Felipe Lima, do CBMAC, foi vice-campeão da prova ‘Bombeiro de Aço’, com o 2º tempo mais baixo já visto no circuito.

“A prova é muito interessante, porque a gente tem a convicção da necessidade de manter o pleno desempenho físico e técnico, porque o bombeiro não tem que sair sozinho de uma situação de risco. Ele tem que sair e levar outra pessoa. Temos a consciência exata disso, e tão importante quanto o condicionamento físico é o autocontrole emocional, pois muitas vezes possuímos o físico, mas o psicológico abala”, afirmou o Tenente Felipe.

O Comandante-geral, Coronel Carlos Batista, esteve presente no evento e disse que é motivo de grande presenciar o bom desempenho dos militares acreanos. “Eles estão de parabéns por demonstrarem e esbanjarem força física, técnica operacional e força de vontade em tão bem representar o CBMAC. Esta prova demonstra o potencial do bombeiro em ocorrências reais, porque exige dele habilidades como força, assertividade e a velocidade necessária para o salvamento de vítimas ou extinção de incêndio”, explicou Batista.

Com informações Ascom/CBMAC

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