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Funcionário da Amazongás é esmagado por carreta na Via Verde

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Um grave acidente tirou a vida do trabalhador da Amazongás, Raimundo Nonato, na noite desta sexta-feira (14), na Via Verde, na BR-364, em Rio Branco.

De acordo com informações da Polícia, Raimundo havia saído do trabalho e seguia na sua motocicleta Honda Pop de Placa MZW-3316 na Via Verde no sentido segundo distrito-primeiro distrito quando foi atropelado por um caminhão bitrem carregado de toras de madeira que trasitava no mesmo sentido. Raimundo foi arrastado por cerca de 200 metros debaixo do caminhão. O corpo ficou dilacerado e os membros ficaram exposto na via.

O motorista do caminhão ao perceber o ocorrido, parou o veículo e quando saiu da cabine encontrou somente a metade do corpo de Raimundo na roda traseira do caminhão bitrem. O condutor permaneceu no local, fez o teste do bafômetro e deu negativo. Em seguida foi conduzido a Delegacia de Flagrantes (Defla) para prestar esclarecimentos.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e isolou a área para os trabalhos dos peritos em criminalística.

O Corpo de Bombeiro esteve no local e ajudou na retirada do cadáver debaixo do caminhão. Em seguida o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os devidos procedimentos.

Segundo a PRF, somente após sair o resultado da perícia e que vai poder saber quem estava certo ou errado no acidente.

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Acre

Aberta oportunidade para renegociação de dívidas do FNO

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Produtores rurais da Região Norte estão com a oportunidade aberta para renegociar suas dívidas com o Banco da Amazônia. Essa chance atinge aqueles que possuem operações contratadas até 2011. O prazo para obter até 95% de desconto em juros e multas é até o dia 30 de dezembro de 2019.

De acordo com a gerente de Administração de Crédito do Banco, Mariney Demétrio, esta oportunidade está sendo realizada com base na lei 13.729, que altera a lei 13.340. “O cliente que renegociar terá carência até 2020. O vencimento da primeira parcela será em 2021 e o da última parcela para 30 de novembro de 2030”, explica. Ele acrescenta que em caso de pagamento das prestações em data anterior ao vencimento, o Banco concede bônus por adimplência.

“O Banco espera atingir um público de aproximadamente 180 mil clientes em toda a Região Norte. Somente no Acre, o Banco espera renegociar mais de 7 mil operações”, informou.

A maioria do dinheiro emprestado é do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que financia projetos individuais ou coletivos. O programa possui as mais baixas de juros dos financiamentos rurais, além de linhas específicas em atendimento à igualdade de gênero e oportunidades produtivas para os jovens do campo.

Os interessados devem procurar as agências do Banco da Amazônia e conversar com a gerência.

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Acre

Em primeira agenda oficial, Tião Bocalom fala em junção de ideias

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Quem torcia pela inserção de Tião Bocalom na linha de frente do atual governo do Acre ficou contente com sua primeira participação em agenda oficial pública, ocorrida na manhã desta segunda-feira, 15, durante a abertura da programação da Feira de Negócios do Estado, a Expoacre 2019.

Esta foi a primeira aparição de Bocalom ao público numa agenda do governo. Antes disso, ele havia participado apenas de uma reunião entre representantes da Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa). Como presidente da Empresa de Assistência Técnica Extrativista do Acre (Emater), Tião Bocalom falou em entrevista à rádio Aldeia FM que a gestão de Gladson Cameli defende o que ele sempre defendeu: “O Acre é um Estado rico e que tem condições de se abastecer, pois possui terras grandes”, afirmou.

Para ele, o que faltava para o Acre produzir era apenas políticas públicas e a extinção do modelo de florestania que foi implantado em governos anteriores. “Temos o compromisso de resgatar o Estado do Acre para que nossas ideias se juntem às ideias das equipes do setor produtivo”, destaca Bocalom.

A proposta agora é fazer valer a máxima de que a população também precisa de trabalho e dinheiro para sobreviver. “Pretendemos estabelecer políticas públicas que geram trabalho e renda e sabemos que a matéria-prima para isso acontecer sairá de nossas terras”.

Bocalom acredita que o Acre dará um grande salto ao longo dos próximos quatro anos.

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