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Rhuan foi morto por ‘motivos de fanatismo religioso e profundo ódio’, aponta polícia

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Investigações da Polícia Civil do Distrito Federal apontam Rosana Auri da Silva Cândido e sua companheira, Kacyla Priscyla Santiago Damasceno, teriam matado Rhuan Maycon da Silva Castro, de 9 anos, por motivos de fanatismo religioso exacerbado e profundo ódio pela criança.

Durante coletiva de imprensa nessa terça-feira, a Polícia contou detalhes sobre o caso e indiciou Rosana pela morte do filho. De acordo com os laudos da perícia, Rhuan foi golpeado pela mãe com 12 facadas, sendo uma no peito enquanto dormia, enquanto as demais o menino recebeu ajoelhado ao lado da cama.

Os exames ainda apontam que a criança teve a cabeça arrancada ainda com os sinais vitais presentes. Em depoimento, as autoras do crime relataram que pretendiam queimar as partes do corpo do menino para que a pele se desprendesse dos ossos e um martelo foi comprado para triturar os ossos da vítima. Rosana ainda teria tentado arrancar a pele do rosto da criança para ela não ser identificada e tentou retirar, com a faca, os glóbulos oculares de Rhuan.

Segundo Rosana e a companheira, o crime foi cometido porque o garoto “queria se tornar menina” e porque ele era supostamente fruto de um estupro cometido pelo ex-marido. Em depoimento, a mãe ainda teria afirmado que o menino era considerado um “peso” na vida das envolvidas e que, por isso, “sentia ódio e nenhum amor” pela criança.

Ambas estão presas desde o início de junho e serão indiciadas por homicídio duplamente qualificado pelo motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima; lesão corporal gravíssima (mutilação do pênis e testículos da criança); tortura; ocultação de cadáver e fraude processual, já que tentaram lavar os cômodos da casa para limpar a cena do crime.

Somadas as penas, as autoras do assassinato do menino podem ficar presas por 57 anos, além da pena de crimes em outros estados que estão sendo apurados, de acordo com o delegado Guilherme de Melo.

Fonte: Jornal O Dia

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Governo avalia possibilidade de revitalizar seringal que foi berço da revolução acreana

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O sítio histórico Seringal Bom Destino, localizado no município de Porto Acre, distante 58 km da capital Rio Branco, é considerado o berço da Revolução Acreana. Porém, o ponto turístico encontra-se com sua estrutura deteriorada pelo abandono.

Esta semana, uma equipe composta pela secretária de Estado, Empreendedorismo e Turismo (Seet), Eliane Sinhasique e pelo presidente da Fundação Elias Mansour (FEM), Manoel Pedro, visitou o local para avaliar toda a estrutura e os desafios para uma possível reativação do Seringal.

Com o aspecto de abandono e dificuldades de acesso ao local, que fica às margens do rio Acre, gestores do turismo e da cultura estudam a possibilidade de firmar parcerias com a iniciativa privada e setores ligados ao turismo e patrimônio histórico para uma reforma do local com objetivo de receber visitantes novamente.

Um diagnóstico foi elaborado pelos gestores, e por se tratar de valores altos para a restauração do local, torna-se praticamente inviável essa revitalização ser feita somente pelo poder público. A secretária Eliane Sinhasique disse que é preciso buscar alternativas para a reestruturação do local para que ele volte a funcionar.
“Me parte o coração ver toda essa estrutura apodrecida, precisando de revitalização para frequência do púbico, o que é difícil devido às dificuldades de acesso, é um local muito bonito, mas de fato os investimentos para restauração desse espaço são muito altos”, destaca a secretária.

O presidente da FEM ressaltou que a realidade em que se encontra o seringal é lastimável. “Sabemos das dificuldades do governo em retomar esse espaço é grande, mas iremos apresentar essa radiografia para que juntos possamos buscar a melhor solução para o seringal Bom Destino”, comentou.

Essa análise feita pelos gestores será apresentada ao governador para traçar os rumos que devem ser tomados em relação ao espaço, que já ofereceu boa infraestrutura, com chalés e dormitórios comunitários, diversas trilhas, piscina com água corrente cristalina e natural, além de um acervo com fragmentos da história do próprio seringal e do Acre.

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Polícias em Xapuri superam falta de contingente e mantêm cidade como uma das mais pacatas

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No começo deste fim de semana, as polícias civil e militar de Xapuri realizaram, em trabalho conjunto, mais uma apreensão de entorpecentes na cidade com a prisão em flagrante de 7 pessoas envolvidas com o tráfico de drogas na região e que poderão ser indiciadas pelo crime de tráfico, associação ao tráfico e corrupção de menor de idade.

O ponto de vendas vinha funcionando a todo vapor, segundo a polícia, no bairro Raimundo Hermínio de Melo. No local, foram presos Sandro Bento da Silva, Felipe Rodrigues de Albuquerque, Fábio Maia da Silva, Raimundo Nonato Pereira, Alan José Sena Maia, Uerlem Pereira de Oliveira e apreendido um menor de idade que fazia parte do grupo. Com eles foram encontrados 69 tabletes de maconha.

A apreensão é apenas mais uma na rotina das polícias de Xapuri que, mesmo com contingentes reduzidos e falta de estrutura adequada, têm combatido o crime e mantido a cidade entre as mais tranquilas do Acre, segundo afirmação da promotora de justiça Bianca Bernardes de Moraes em evento recente.

Em 2019, a ação dos policiais xapurienses chamou a atenção em alguns episódios marcantes.

No dia 21 de janeiro, o inspetor de polícia Eurico Feitosa evitou um assalto ao empresário Cícero Alencar, proprietário do Supermercado 4S e das lojas Cícero Movelar. Na ocasião, o comerciante foi alvejado pelo assaltante que, por sua vez, foi baleado pelo policial, indo à óbito posteriormente. O bandido era o mesmo do assalto a uma lotérica no centro de Rio Branco, em outubro de 2013, que ganhou repercussão na internet pela intervenção do policial civil Albion Gomes, falecido em 2017.

No dia 29 de julho, a Polícia Militar conseguiu impedir o roubo do cofre da Agência do Banco do Brasil na cidade.

Na última sexta-feira, 16, um grupo de 10 pessoas foi condenado pelo Tribunal do Júri de Xapuri pelo linchamento do pedreiro Almir de Moura Silva e outros crimes associados, como tentativa de homicídio, formação de organização criminosa e corrupção de menores. As penas atingiram 267 anos de reclusão.

O Ministério Público do Acre afirmou, por meio da promotora Bianca Bernardes que o sucesso do julgamento do processo e a condenação dos acusados se deveu ao competente inquérito promovido pela Polícia Civil de Xapuri. Antes de fazer a leitura da sentença, o juiz Luiz Gustavo Alcalde Pinto também enalteceu o trabalho que as polícias civil e militar vêm desenvolvendo em Xapuri, apesar das dificuldades e limitações conhecidas.

Recorrendo-se aos registros jornalísticos dos últimos anos, nota-se como as forças policiais se empenharam no combate à criminalidade nas zonas urbana e rural de Xapuri, desvendando crimes, cumprindo mandados e obstruindo grande parte das tentativas de introdução de drogas na cidade. Uma verdadeira militância contra o crime.

Eurico Feitosa

Quando se fala em segurança pública em Xapuri, impossível não lembrar de Eurico Marques Feitosa, policial civil que há 26 anos tem sido um dos agentes mais atuantes e controversos do combate ao crime no município.

Costuma-se dizer que Eurico se diferencia na sua atuação pelo grande amor que demonstra à profissão. “Gosta de aparecer”, dizem alguns. E é verdade. O policial é o mais visto em imagens na internet prendendo e conduzindo meliantes. A postura militante e combativa, sem medo de mostrar a cara, fez dele uma pessoa admirada e, ao mesmo tempo, odiada na pequena cidade.

Em 2013, Eurico foi homenageado pela Câmara de Vereadores com o título de Cidadão Honorário de Xapuri. O ex-vereador Eliomar Soares, o Galêgo, que propôs a homenagem, destacou a importância do trabalho do policial para o município.

“Eurico tem prestado relevantes serviços à comunidade xapuriense na área de segurança, respondendo vários casos de homicídio e contribuindo sobremaneira com o combate ao tráfico de drogas, que hoje é um dos maiores problemas sociais do município”.

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