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Doutora Juliana diz: “não sou criminosa, sou uma mulher de Deus”

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FOTO: SÉRGIO VALE

A deputada Juliana Rodrigues (PRB) subiu pela primeira vez a tribuna da Assembleia Legislativa após ter o seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral no início desta semana, e afirmou está feliz com a decisão da justiça.

Usando o mesmo vestido que usou em sua posse em fevereiro, Juliana relatou a sua situação perante os demais parlamentares. “Eu estou muito feliz de vestir o vestido da minha posse. É como se eu tivesse ganho a eleição novamente. A minha vida é feita de desafios. Eu perguntei pra Deus porque tudo isso, senhor? Ele me disse que não seria fácil”, disse.

A parlamentar afirmou que as pessoas esperam encontrá-la deprimida. “Isso nao vai ocorrer jamais. Eu estou aqui porque Deus permitiu que eu estivesse aqui. Eu respeito a decisão da justiça. Quero parabenizar meus advogados, quero elogiar os juízes que tomaram suas decisões com base em suas consciências”, destacou.

A deputada do PRB aproveitou a oportunidade para alfinetar seus suplentes que ficam “urubuzando” o seu gabinete. “Tinha suplentes que já estavam postando, dizendo que já tinham comprado terno e que no dia seguinte já estariam assumindo seus mandatos. Eles esqueceram que não dependia deles. Dependia da justiça. Os juízes me deram a oportunidade de recorrer ao meu mandato no cargo Não fiquem urubuzando no meu gabinete não. Se justifiquem com o povo. Parem se semear espinhos”, criticou.

“Eu quero dizer as mulheres e as crianças que nossos projetos não pararam. Eu tenho certeza que o povo do meu Estado está do meu lado. Eu não sou criminosa. Eu não forcei ninguém a votar em mim”, enfatizou a parlamentar afirmando ser “uma mulher de Deus”.

Após o discurso, Juliana foi aplaudida pelos deputados que participam da sessão da Aleac.

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Acre

Geladeira da Leitura na Rodoviária de Rio Branco é inaugurada

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Quem passa pela Rodoviária da capital acreana desde a tarde desta sexta-feira, 23, é surpreendido com uma geladeira bem na entrada do local.

Mas não adianta procurar água, nem comida nela. A geladeira está abastecida de outra coisa extremamente importante para a vida de todos nós: conhecimento.

É a Geladeira da Leitura, uma iniciativa da Casa da Amizade, que chega ao Acre em parceria com a prefeitura de Rio Branco.

A ideia é simples. A geladeira está abastecida com livros de diversos assuntos. Quem viaja, pode escolher e pegar um livro gratuitamente e mergulhar no fantástico mundo da literatura. Na volta, é só devolver o livro para que outras pessoas tenham a oportunidade de leitura também.

A população, além de se beneficiar com a leitura, pode também ajudar e estimular o projeto com a doação de livros. Basta levar os livros que estejam completos e em bom estado e deixá-los na Galadeira da Leitura.

Quem costuma passar pela Rodoviária de Rio Branco aprovou a iniciativa. “Acho muito bacana porque é uma forma de fazer com que a viagem seja menos cansativa. Você se distrai e quando menos espera já chegou em seu destino”, diz a funcionária pública Ana. Valéria Albuquerque, que havia acabado de desembarcar vinda do município de Xapuri.

A inauguração contou com representantes da Casa da Amizade e da Prefeitura de Rio Branco, inclusive do secretário municipal de educação Moisés Diniz.

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Acre

Novo Centro Administrativo do Estado: “obra de R$ 370 milhões”

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O governador Gladson Cameli apresentou no começou da noite desta sexta-feira (23) a maquete do Centro Administrativo do Estado que ele reconhece ter sido elaborada “em gestões passadas”, mas que irá construir e entregar “ainda nesta gestão”.

Segundo ele, o Centro Administrativo do Governo do Estado reunirá todas as secretarias e autarquias em um só lugar, economizando em diversas áreas como transporte e aluguéis. É uma obra orçada em mais de R$300 milhões.

“Após algumas mudanças no projeto de um prédio sustentável, adequando para que seja adequado para a estrutura pública por pelo menos mais 20 anos, queremos iniciar as obras em 2020”, diz. Alguns se manifestaram contra: “Pra quê? Pra prejudicar o movimento de centenas de comércios que dependem do movimento das secretarias espalhadas pela cidade em detrimento de um projeto de valorização imobiliária (beneficiando aqueles que possuem propriedade próximo a Via Verde)? Observem o tiro no pé que foi levar a Cidade da Justiça e não cometa o mesmo erro da gestão passada”, criticou João Victor Liberato. Outros gostaram da ideia: “Vai ficar lindo”, disse Sebastião Conceição. É possível que o edifício seja construído no Portal da Amazônia.

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