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Pacientes denunciam atendimento na UPA da Sobral que chega a demorar ate oito horas

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Diversos pacientes que estão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Franco Silva, na região da Sobral, procuraram o ac24horas para denunciar a demora no atendimento na unidade de saúde.

Maria José do Carmo, 55 anos, moradora do quilômetro 82 da BR-364, chegou às 8 horas da manhã na UPA com a neta, de apenas 3 anos de idade, que estava tendo febre, sem tato nas mãos e com a pele amarelada e inchada. A criança esperou por mais de oito horas para ser atendida. “Eu cheguei aqui era 8 horas da manhã e a minha neta só foi atendida quando já tava anoitecendo”, afirma Maria.

Quem também estava revoltada com a demora no atendimento era Edileide Ramos. Sua filha, de 8 anos, sofreu um acidente na escola e com fortes dores na perna foi levada a unidade de saúde. As duas chegaram na UPA três horas da tarde e por volta das 18 horas a filha ainda não havia recebido atendimento. “Isso é um absurdo. Não tem pediatra, não tem médico pra atender todo mundo. Alguém precisa nos ajudar”, diz.

A diretora da UPA, Tatiana Calixto, foi procurada e explicou que há três médicos atendendo à população nesta terça-feira, 11.

Questionada pela demora, a gestora da unidade de saúde desabafou. “A atenção básica não tem médico, todos vem para UPA. Eles só trabalham com agendamento e quem tá doente hoje não tem como esperar uma semana para ser atendido. O fluxo deveria ser o atendimento na atenção básica. Os usuários deveriam ser referenciados para as UPAS em casos de média e alta complexidade. Isso não acontece e as pessoas procuram atendimentos nas UPAS devido não terem atendimento em seu território”, afirma Tatiana.

Segundo relatório apresentado pela gerência, a UPA da Sobral realizou de janeiro a abril deste ano mais de 49 mil atendimentos. Desse total, 52% foram analisados na classificação de risco como verde, ou seja, deveriam ser atendidos nas Unidades Básicas de Saúde e não por uma UPA.

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Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

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A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.

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Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

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A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.

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