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Operação Verão completa um mês nas ruas de Rio Branco

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Faz um mês que a Operação Verão está nas ruas. São diversos os pontos da cidade recebendo as equipes da Prefeitura de Rio Branco. A prefeitura garante que tem atuado com 33 equipes e mais de 700 trabalhadores envolvidos. O trabalho também é composto por limpeza, calçadas, jardinagem, iluminação pública.

Segundo a prefeita Socorro Neri, ninguém quer que as coisas se resolvam mais do que ela. “Acontece que, gestão pública se faz – antes de tudo – com responsabilidade. Temos um orçamento bem menor do que o nosso número de demandas. E se tem uma coisa que essa gestão valoriza é a responsabilidade com o dinheiro público. A Operação Verão pode não solucionar tudo. Mas acreditem, ela fará a diferença”, disse a prefeita.

Durante esse primeiro mês de operação, alguns lugares já passaram pelos serviços da Operação. Ao todo, os trabalhos devem atingir cerca de 1.500 ruas e 227 bairros da capital. Serão utilizados, neste serviço, cerca de 60 mil toneladas de massa asfáltica.

O diretor-presidente da Empresa Municipal de Urbanização (EMURB), Marco Antônio Rodrigues, que é responsável por grande parte do cronograma da operação, comentou sobre o objetivo do trabalho que está nas ruas: “Nós começamos pelos pontos mais críticos e seguiremos por todos os locais que precisem dos serviços, até deixar a cidade em condições adequadas e seguras para o trânsito de veículos e pedestres”, declarou.

O que já foi feito?

Os números desse primeiro mês já apontam um total de 70 ruas trabalhadas, algumas foram praticamente refeitas por completo. Isso totaliza um número de 32 bairros já beneficiados e 3.800 toneladas de massa asfáltica utilizada. Esses são números referentes ao intervalo entre 8 de maio e 8 de junho, ou seja, o início dos trabalhos.

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Cidades

Fernanda Hassem: “está difícil respirar”

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A situação na fronteira do Acre com a Bolívia está realmente delicada sob o aspecto ambiental porque o País vizinho vive sérios problemas com as queimadas. Em entrevista ao Valor, a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem, se disse preocupada com a situação. “Nunca se queimou tanto. Nunca tivemos tanta dificuldade de respirar. Isso nos assusta”, disse. “É horrível de se dizer, mas, porque a fumaça chegou a São Paulo, vão prestar atenção. Nós convivemos com este quadro sempre e agora está pior”, completou.

O Valor lembra que as queimadas aumentaram 82% na Amazônia de janeiro a agosto deste ano, Na segunda-feira à tarde, o dia escureceu em São Paulo, em Mato Grosso do Sul e no Paraná. O fenômeno foi explicado pela conjunção de fatores aliados às queimadas.

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Cidades

Fórum de Xapuri realiza mutirão da Semana Justiça Pela Paz em Casa

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A Vara Única da Comarca de Xapuri abriu nesta quarta-feira, 21, o mutirão de audiências da 14ª edição da Semana Justiça Pela Paz em Casa. São cerca de 40 audiências previstas para serem realizadas até esta quinta-feira, 22, no Fórum Raimundo Dias Figueiredo. A iniciativa, que ocorre em todo o Brasil, visa ampliar a efetividade da Lei Maria da Penha em uma concentração de esforços no julgamento dos casos de feminicídio e no andamento dos processos relacionados à violência contra a mulher.

No Acre, o trabalho é coordenado pela desembargadora Eva Evangelista, que atua à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar, que também promove ações pedagógicas com intuito de dar visibilidade ao assunto e sensibilizar a sociedade. 

A abertura do evento no Acre aconteceu na última sexta-feira, 16, pelo presidente do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), desembargador Francisco Djalma, e a desembargadora Eva Evangelista, coordenadora estadual das Mulheres em Situação de Violência Doméstica e Familiar no âmbito do TJAC.

As ações da Semana Justiça Pela Paz em Casa fazem parte do calendário dos tribunais estaduais desde 2017, por meio de Portaria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na Política Judiciária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. Em 2018, a Política se tornou uma Resolução do CNJ. 

O esforço concentrado dos tribunais serve para agilizar milhares de processos que correm na Justiça brasileira sobre casos de violência doméstica contra a mulher. Atualmente, tramitam aproximadamente 1 milhão de processos sobre o tema, sendo 10 mil relativos a feminicídio. No Acre, só em 2019, foram registrados 21 casos.

Com informações do Tribunal de Justiça do Acre.

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