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Morre a segunda vítima da explosão do barco em Cruzeiro do Sul

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Marluce Silva, de 39 anos, que estava com o marido e os três filhos no barco que explodiu em Cruzeiro do Sul, morreu na noite desta terça-feira, 11, no Hospital do Juruá, onde estava na UTI e permanecia entubada. Ela é mãe da pequena Iohana de 8 meses, a primeira vítima a ser transferida de Cruzeiro do Sul para Rio Branco, no último domingo.

O marido de Marluce, Valdir Torquato, foi levado hoje de Cruzeiro do Sul para o mesmo hospital João XXIII, em Belo Horizonte, referência em tratamento de queimados. Além da pequena Iohana, de 8 meses, estavam no barco, Paulo Vitor de 4, que continua internado e um adolescente de 13 anos, que já teve alta.

O diretor clinico do hospital do Juruá, Marlon Holanda, diz que Marluce já estava com os rins parados e várias outras comorbidades. “Por isso ela não foi transferida hoje junto com o marido. Se melhorasse iria na quinta-feira, mas não resistiu”, explica o médico.

A família inteira seguia de Cruzeiro do Sul para Marechal Thaumaturgo em busca de novas oportunidades, já que Valdir estava desempregado. A família já dormia no barco duas noites antes da explosão.

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Acre

Índia Venezuelana mendigando nas ruas de Rio Branco chama atenção

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“Preciso de ajuda para comprar comida e fralda para meu filho”. É com esta frase, escrita em um pedaço de papelão, que uma indígena venezuelana circulou com seu filho nos braços entre os carros e motos nas ruas da capital acreana para pedir ajuda.

A senhora chegou ao Acre fugindo da crise na Venezuela e trouxe o seu único filho. A fotografia foi registrada por Sérgio Vale na manhã desta segunda-feira (14) no Centro.

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Acre

Secretária chora ao se deparar com burocracia no serviço público

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Chora, pequena! Este parece ser o jargão que mais combina com a situação pela qual a secretária estadual, Eliane Sinhasique, vem passando desde o início da gestão do governo Gladson Cameli. Segundo ela, não foram poucas as vezes em que se pegou chorando, literalmente, em seu gabinete devido às “travas” impostas pela burocracia que impera no andamento dos serviços públicos.

Diante das dificuldades enfrentadas na secretaria de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Sinhasique diz chorar. “Já chorei por contas das coisas não estarem andando, aborrecida das coisas não saírem como planejado, etc.”, elencou a gestora.

De acordo com a secretária, é difícil assimilar que seu tempo não é o mesmo tempo da burocracia. “Sinto que o governador Gladson também sofre com isso. Preciso aprender a sentar, repisar e aceitar que as coisas não são como gostaríamos que fossem”, lamentou a secretária durante entrevista na Rádio Aldeia FM nesta segunda-feira (14).

A secretária endossou o assunto esclarecendo que já chegou a passar mal de saúde por não se contentar com a morosidade no serviço público. “Se a gente não se acalmar, adoece. A gente quer que a coisa flua e não flui, então é respirar e dar continuidade”.

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