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Mesmo com volta de instituto profissional, mediadores e bolsistas continuam sem receber

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A criação do Instituto de Educação Profissional e Tecnológica (Ieptec), que é o antigo Instituto Dom Moacyr com uma nova nomenclatura representa uma luz no fim do túnel para a retomada do ensino profissionalizante do Acre, já que os cursos oferecidos pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) estão parados desde o início do ano.

Outro sério problema, que compromete as finanças de mediadores e educandos é a falta de pagamento. Segundo um mediador, que pediu pra não ser identificado, em 2019, os mediadores só receberam o pagamento dos meses de janeiro e fevereiro.

Como o presidente do Ieptec, Francineudo Costa, nomeado há menos uma semana, demonstra dificuldades em prestar esclarecimentos, já que não respondeu ao pedido de informações, o ac24horas, em respeito aos seus leitores, foi em busca de uma resposta com outras fontes dentro do antigo IDM.

A informação é que o atraso nos pagamentos nos últimos dias é muito simples e acontece em decorrência da equipe de gestores ainda está sendo nomeada dentro da estrutura do Ieptec, que foi criado pela última reforma administrativa.

“Estão chegando agora os chefes de departamento e diretores. Para que esses pagamentos sejam efetuados, é preciso a assinatura do chefe do financeiro, por exemplo. A coordenadora do Pronatec saiu e precisa de uma nova pessoa. São os trâmites normais e acredito que até o final da semana, todas essas nomeações estejam definidas e possamos continuar com os pagamentos”, afirma a fonte, que pediu para não ser identificada, por não ter autorização, assim como tem o presidente do Ieptec, para fornecer informações simples, de interesse de pais e mães de famílias que estão com atrasos em seus vencimentos.

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“Não tem nem material de limpeza”, dizem servidores sobre condições de trabalho na OCA

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Inaugurada no final do ano de 2010, a OCA é considerada um dos principais legados da gestão do ex-governador Binho Marques. Juntar todos os serviços que necessita o cidadão em um único lugar agradou em cheio a população.

Só que com o passar do tempo e a falta de manutenção, tão comum quando se fala em espaço público, o local começou a apresentar diversos problemas, chegando, segundo os próprios servidores da OCA, que pediram para não ser identificados, a um ponto insustentável pela falta de condições de trabalho .

As reclamações são muitas. “Trabalhar aqui se tornou um calvário, é o verdadeiro exemplo de tudo que tem de ruim em um serviço público. Não tem iluminação adequada para que a gente possa trabalhar, sendo até difícil enxergar um documento. O ar condicionado não presta. Pode parecer brincadeira, mas falta até material de limpeza, os trabalhadores terceirizados estão com os salários atrasados e para completar, os equipamentos de informática estão com problema e a impressora quebra dia sim, dia não. Agora me diga como consegue se trabalhar desse jeito? É ruim para os profissionais e muito pior para a população que vem em busca de atendimento”, destaca a denúncia.

A atual gestão não nega os graves problemas relatados pelos servidores.

Em relação a estrutura física, Airton Queiroga, Chefe de Departamento de Política e Atendimento da OCA, afirma que aos poucos a situação vai sendo resolvida e debita na burocracia e na falta de manutenção por parte do governo passado a atual situação.

“Recebemos a OCA com uma herança de problemas que aos povos estão sendo resolvidos, O ente público não pode fazer o que quer e no momento que deseja, pois deve-se se submeter aos procedimentos legais”. A OCA não teve ação de manutenção e reforma desde que foi inaugurada, mas a SEPLAG já elaborou todo o projeto de melhoria, aguardando, para início das obras, o cumprimento dos devidos procedimentos legais”, afirma Queiroga.

Em relação a questão da limpeza, a situação é mais grave e nem o próprio governo aponta uma expectativa de solução. “O fato é que a empresa ganhadora da licitação encontra-se inadimplente e impedida de receber integralmente por isso. Assim, não cumprindo com suas obrigações contratuais, como: fornecimento dos materiais de limpeza e rotinas por meio de seus funcionários. Para complicar ainda mais a questão existe débito do Estado, na administração passada, não quitada e não incluída na programação orçamentária de 2019. Fazendo com que a atual administração só possa efetivar o pagamento mediante processo legal de reconhecimento de dívida e, isso demando um bom tempo”, esclarece Airton.

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Destaque 3

Energisa diz que fornecimento de energia não será interrompido no interior do Acre

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Após o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) usar a tribuna da Assembleia Legislativa na manhã de ontem, 12, para falar sobre os municípios de Assis Brasil e Manoel Urbano, que poderiam correr o risco de ficar sem energia nos próximos dias por causa de um suposto erro administrativo das duas estatais que atuavam na região, a Energisa se posicionou sobre o assunto.

Por meio de nota, a distribuidora de energia no Acre garantiu: “A Eletroacre, empresa do Grupo Energisa, informa que não existe qualquer possibilidade de haver descontinuidade do fornecimento de energia aos clientes de Assis Brasil e Manoel Urbano no Estado do Acre”.

O parlamentar havia dito que levaria a questão para a CPI da Energisa. Segundo a empresa, todos os procedimentos legais de regularização estão em andamento na ANEEL e demais órgãos competentes.

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