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Líder comunitário acusa diretor do Deracre de não cumprir acordo durante festa em Xapuri

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Neste último final de semana, aconteceu a maior festa popular de Xapuri. O aniversário do bairro da Sibéria é atualmente o evento mais concorrido do município e chega a atrair mais de 5 mil pessoas da própria cidade e de municípios vizinhos.

Mais um problema de última hora, quase estraga a festa. É que para chegar ao bairro da Sibéria é preciso atravessar o rio Acre. Segundo o Presidente da Associação de Moradores do Bairro da Sibéria, João Jorge Cosmo da Silva, por ocasião da festa e das milhares de pessoas que se deslocam até o bairro, o diretor-geral do Deracre, Ítalo Medeiros, garantiu que a balsa funcionaria 24 horas.

Segundo, João Jorge, o gestor não cumpriu com a palavra. “No primeiro dia do evento, com milhares de pessoas participando, chega o pessoal do Corpo de Bombeiros dizendo que os funcionários iam fechar a balsa porque o diretor do Deracre não tinha autorizado eles trabalharem durante a festa. Eu fui até lá e ouvi a mesma coisa. A Associação de Moradores tinha duas alternativas: ou pagava para continuar funcionando ou deixava milhares de pessoas sem ter como atravessar o rio e voltar para casa”.

Segundo João Jorge, a associação pagou mais de 1.800 reais aos trabalhadores da balsa. O líder comunitário diz que a revolta maior é que no ano passado, o atual governador Gladson Cameli, que era deputado federal à época, prestigiou a festa e viu a grandiosidade do evento. Para João Jorge, Gladson não tem conhecimento do que aconteceu.

“Ano passado, como era ano político Gladson esteve aqui e foi muito bem recebido. O que o Ítalo fez foi humilhante e o Deracre tem feito a gente passar por situações muito difíceis. O próprio Deracre tem 8 servidores para trabalhar na balsa e simplesmente mandaram para casa, desrespeitando o que tinha combinado com a associação”, diz João Jorge.

Consultado pela nossa reportagem, Ítalo Medeiros, afirmou apenas que “levamos uma das melhores balsas que já operaram na região. Fizemos um contrato, pensando na festa da Sibéria também. Pactuamos operar de acordo com a demanda”, afirmou.

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Deputado José Bestene revela crise familiar com Alysson Bestene

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FOTO: SÉRGIO VALE

O deputado José Bestene (Progressistas) usou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira, 21, para desabafar acerca dos últimos acontecimentos que ocorreram na pasta da saúde. Demonstrando certo descontentamento, o parlamentar afirmou que não “manda na Saúde”, como alguns setores da imprensa propagava.

“Com relação a mudança na Fundação, a gente sente que tinha muitos setores da saúde que funcionava, que recebia elogio de todas as parte, do hospital que voltou a fazer os transplantes, voltou a fazer as cirurgias eletivas, sem filas. Agora, o motivo eu não sei. Eu acho quem deve colocar isso para a população é próprio governador Gladson Cameli”, argumentou o deputado demonstrando certa contrariedade em relação a decisão.

O parlamentar revelou que “nunca mandou na saúde”. “Por diversas vezes eu fui a imprensa dizer que a indicação do Alysson para a saúde foi pessoal [do governador] que foi pessoal também a demissão dele. Ele foi o único que saiu da saúde e muitos que andavam do lado do Alysson não falaram a verdade, já sabia que ia haver mudança, pois essa secretária já estava no Estado há dias andando no Pronto-Socorro e circulando na UPA e não tiveram a coragem de participar isso. Eu confesso que eu estou há mais de 90 dias que não falo com o Alysson, que é um problema muito sério”, disse.

Bestene destacou que as mudanças ocorridas na saúde serão esperadas que deem certo, mas se não dê certo, que a população julgue daqui a 3 ou 4 anos e defendeu o seu afilhado político Lúcio Brasil. “O que vai acontecer com o Lúcio , um buco maxilo de excelência, que vai fazer as pessoas sorrirem. Ele vai voltar tranquilamente para a função dele como profissional que tem feito tantas pessoas sorrirem. As vezes eu leio assim as colunas, algumas pessoas com maldade sobre a militarização da saúde”, afirmou o deputado destacando que o Acre tem grande profissionais para gerir a saúde.

Citando deputado Roberto Duarte, pré-candidato a prefeito de Rio Branco pelo MDB, Bestene diz que estuda a possibilidade de se lançar a candidato a prefeito também pelo Progressistas. “Se fala muito nessa questão de 2020, eu tô repensando isso e colocar meu nome para o partido apreciar. A gente conhecimento da capital, tem conhecimento de gerir porque não?”, questionou.

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Lúcio Brasil, mais um indicado por José Bestene, deixa o governo

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O diretor-presidente da Fundação Hospitalar do Acre, o odontólogo Lúcio Brasil, acaba de sair da Casa Civil consciente de que não fica mais no cargo. O pedido partiu da secretária de saúde Mônica Feres. O Palácio Rio Branco não divulgou o nome de quem vai substituí-lo.

A informação de sua exoneração foi dada pelo chefe da Casa Civil, Ribamar Trindade na tarde desta terça-feira (20). No dia da inauguração do novo Pronto Socorro, a exoneração de Brasil já era dada como certa, mas o governador Gladson Cameli resolveu adiar o comunicado. Mas em 5 de agosto ac24horas já havia dado a informação da mudança na Fundação Hospitalar.

A permanência de Lúcio à frente da Fundação ficou complicada após a troca de farpas entre o deputado José Bestene (Progressistas) e a secretaria de saúde Mônica Feres, na última semana. Bestene incorporou o discurso de Brasil, sobre os repasses insuficientes feitos pela Sesacre à instituição.

Para deputados da base governista, o parlamentar chegou a criticar de forma pesada o governador Gladson Cameli. Em uma reunião da executiva partidária, o próprio médico teria jogado pesado contra o Palácio.

De acordo com o que o ac24horas apurou, a limpeza nos cargos indicados pelo deputado progressista começou dentro da Sesacre com a devolução de cargos comissionados até de SEC 1. O Odontólogo assumiu a Fundação Hospitalar do Acre em fevereiro desse ano, era uma indicação do parlamentar.

A exoneração de Lúcio Brasil deve ser confirmada no Diário Oficial desta terça-feira. Procurado pela reportagem, Lúcio Brasil não atendeu as chamadas feitas para o seu telefone celular.

O deputado José Bestene não foi encontrado para falar sobre o assunto.

 

 

 

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