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Curso de Administração tem maior oferta de bolsas no Prouni 2019.2

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Este curso soma 17.004 bolsas de estudo disponibilizadas

O Ministério da Educação (MEC) abriu a consulta de vagas do Programa Universidade para Todos (Prouni) 2019. E as oportunidades cadastradas no sistema informatizado, Administração soma 17.004 bolsas de estudo disponibilizadas e é a graduação com o maior número de oportunidades.

Já o segundo lugar no ranking é ocupado pela graduação em Pedagogia, com 13.387 bolsas de estudo, sendo 9.269 integrais e 4.118 parciais. Em seguida, está Ciências Contábeis, que soma 10.817 vagas, com 4.524 bolsas integrais e 6.293 parciais.

São 8.180 bolsas integrais e 8.824 parciais disponibilizadas em 983 municípios brasileiros. As oportunidades estão distribuídas entre diversos estados, com destaque para São Paulo, com 196 cidades ofertantes; Minas Gerais (129) e Paraná (86).

Esta segunda edição de 2019 do Prouni disponibiliza 33.830 cursos de graduação em 1,1 mil Instituições de Ensino Superior (IES) privadas. São 169.226 oportunidades. Deste total, 68.087 (40,23%) são bolsas de estudo integrais, com desconto de 100% na mensalidade, e 101.139 (59,76%) são parciais, que cobrem 50% do valor mensal.

Ainda segundo informações do Ministério da Educação (MEC), pouco mais da metade das bolsas integrais ofertadas pelo ProUni 2019.2 será na modalidade Educação a Distância (EAD). São 34.903 vagas, ou seja, 51,26%. O restante (48,7%) são disponibilizadas em cursos presenciais.

Requisitos para participar do Prouni

Entre os requisitos exigidos estão a realização do Ensino Médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral, e a participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. É preciso ter alcançado a pontuação mínima de 450 pontos nas avaliações e não ter zerado a redação. O Prouni também permite a inscrição de portadores de deficiência e professores da rede pública.

Agência Educa Mais Brasil

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Extra Total

Governo do Acre deve exonerar mais de 340 cargos comissionados

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O governador Gladson Cameli deve exonerar mais de 340 cargos comissionados. A oficialização das exonerações devem correr até esta sexta-feira, 20. Com as alterações realizadas na terça-feira, 17, pela Assembleia Legislativa do Estado do Acre (Aleac) na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o governo alega que será necessário a adoção de medidas austeras para resgatar o equilíbrio fiscal do Estado para o devido cumprimento do teto de gastos públicos.

Atualmente, o Estado extrapolou o limite máximo de gastos com pessoal que é de 49% e está com 55,17%. O assunto foi discutido durante uma reunião realizada entre a Casa Civil, Secretaria da Fazenda (Sefaz), Secretaria de Gestão e Planejamento (Seplag) e Secretaria de Relações Políticas e Institucionais (SRPI).

A decisão governamental ocorre devido aos vetos dos deputados estaduais referentes à proposta discutida com membros do Poder Executivo na semana passada, afetando diretamente o equilíbrio das contas públicas, uma vez que o Governo do Estado vem trabalhando no sentido de cumprir suas obrigações financeiras com a folha de pagamento, inclusive com a antecipação do décimo terceiro salário e o saneamento de dívidas da gestão anterior.

De acordo com o governador, o aumento do déficit previdenciário refletiu nas despesas com pessoal, levando o Estado a ultrapassar o limite prudencial da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

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Cotidiano

MP do Acre denuncia 25 pessoas por organização criminosa na Operação Troia

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) por intermédio do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia contra 25 pessoas por integrarem organização criminosa denominada Comando Vermelho, em Rio Branco.

A denúncia decorre da operação Troia, deflagrada em julho deste ano, em parceria entre o Ministério Público e a Polícia Federal. A operação contou com a participação de cerca de 150 policiais e teve como objetivo o enfrentamento ao tráfico de drogas e o combate às atividades de organizações criminosas no estado do Acre.

Na denúncia, assinada por membros do Gaeco, foram descortinados diversos crimes praticados pela organização criminosa, como tráfico de drogas, homicídios, roubos, portes e posses de armas. A investigação também apurou que a organização criminosa “Comando Vermelho” foi responsável pela prática de vários ataques a bens públicos e particulares no Estado, como ato de represália à morte de um de seus integrantes.

Os denunciados foram divididos em cinco núcleos: presidência da organização criminosa no Estado do Acre; conselho final; conselho rotativo; “gravatas” (pessoas da área jurídica); e demais integrantes.

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