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Gladson confirma construção de Colégio Militar em mais quatro municípios do Acre

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Durante o programa de rádio ‘Fale com o Governador’, na manhã desta segunda-feira, 10, Gladson Cameli confirmou o andamento dos processos de liberação para construção de, pelo menos, mais quatro Colégios Militares no Acre. A ideia é contemplar, agora, estudantes dos municípios de Sena Madureira, Feijó, Tarauacá e do Alto Acre, entre Epitaciolândia e Brasileia.

Segundo o governador, a determinação é para que os alunos já possam iniciar o ano letivo do ano de 2020 nos novos colégios. “Determinei que comecem logo os trâmites legais para no que vem já possamos iniciar o ano letivo nessas escolas militares”.

Gladson diz que este é um grande anseio da população. Sobre os critérios para escolha das cidades a receberem a instituição, o chefe do estado diz o seguinte: “estamos usamos como critério o número de habitantes e as condições dos órgãos militares que possuem cada região”.

Segundo Cameli, tudo está sendo minuciosamente cuidado para que não haja transtornos futuros. “A proposta de construção dos novos colégios nessas cidades foi bem recebida”, afirma.

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“Não tem nem material de limpeza”, dizem servidores sobre condições de trabalho na OCA

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Inaugurada no final do ano de 2010, a OCA é considerada um dos principais legados da gestão do ex-governador Binho Marques. Juntar todos os serviços que necessita o cidadão em um único lugar agradou em cheio a população.

Só que com o passar do tempo e a falta de manutenção, tão comum quando se fala em espaço público, o local começou a apresentar diversos problemas, chegando, segundo os próprios servidores da OCA, que pediram para não ser identificados, a um ponto insustentável pela falta de condições de trabalho .

As reclamações são muitas. “Trabalhar aqui se tornou um calvário, é o verdadeiro exemplo de tudo que tem de ruim em um serviço público. Não tem iluminação adequada para que a gente possa trabalhar, sendo até difícil enxergar um documento. O ar condicionado não presta. Pode parecer brincadeira, mas falta até material de limpeza, os trabalhadores terceirizados estão com os salários atrasados e para completar, os equipamentos de informática estão com problema e a impressora quebra dia sim, dia não. Agora me diga como consegue se trabalhar desse jeito? É ruim para os profissionais e muito pior para a população que vem em busca de atendimento”, destaca a denúncia.

A atual gestão não nega os graves problemas relatados pelos servidores.

Em relação a estrutura física, Airton Queiroga, Chefe de Departamento de Política e Atendimento da OCA, afirma que aos poucos a situação vai sendo resolvida e debita na burocracia e na falta de manutenção por parte do governo passado a atual situação.

“Recebemos a OCA com uma herança de problemas que aos povos estão sendo resolvidos, O ente público não pode fazer o que quer e no momento que deseja, pois deve-se se submeter aos procedimentos legais”. A OCA não teve ação de manutenção e reforma desde que foi inaugurada, mas a SEPLAG já elaborou todo o projeto de melhoria, aguardando, para início das obras, o cumprimento dos devidos procedimentos legais”, afirma Queiroga.

Em relação a questão da limpeza, a situação é mais grave e nem o próprio governo aponta uma expectativa de solução. “O fato é que a empresa ganhadora da licitação encontra-se inadimplente e impedida de receber integralmente por isso. Assim, não cumprindo com suas obrigações contratuais, como: fornecimento dos materiais de limpeza e rotinas por meio de seus funcionários. Para complicar ainda mais a questão existe débito do Estado, na administração passada, não quitada e não incluída na programação orçamentária de 2019. Fazendo com que a atual administração só possa efetivar o pagamento mediante processo legal de reconhecimento de dívida e, isso demando um bom tempo”, esclarece Airton.

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Energisa diz que fornecimento de energia não será interrompido no interior do Acre

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Após o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) usar a tribuna da Assembleia Legislativa na manhã de ontem, 12, para falar sobre os municípios de Assis Brasil e Manoel Urbano, que poderiam correr o risco de ficar sem energia nos próximos dias por causa de um suposto erro administrativo das duas estatais que atuavam na região, a Energisa se posicionou sobre o assunto.

Por meio de nota, a distribuidora de energia no Acre garantiu: “A Eletroacre, empresa do Grupo Energisa, informa que não existe qualquer possibilidade de haver descontinuidade do fornecimento de energia aos clientes de Assis Brasil e Manoel Urbano no Estado do Acre”.

O parlamentar havia dito que levaria a questão para a CPI da Energisa. Segundo a empresa, todos os procedimentos legais de regularização estão em andamento na ANEEL e demais órgãos competentes.

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