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Especialista chega ao Acre para tratar vítimas de explosão

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Um médico especialista no tratamento de queimaduras virá do Centro-Oeste brasileiro cuidar dos pacientes vítimas da explosão que ocorreu numa embarcação na última sexta-feira, 7, no município de Cruzeiro do Sul, que ainda estão internados nos hospitais de Rio Branco e no Juruá. O profissional deve chegar nesta terça-feira (11).

Pacientes em estado de saúde mais graves serão encaminhados para Brasília ou Goiânia, para um hospital especializado no tratamento de queimaduras no corpo. De acordo com o governador Gladson Cameli, foi pedido que todas as forças do estado estejam presentes para dar atenção que o caso necessita.

“Isso para que possamos amenizar a dor dessas pessoas com uma logística mais rápida. Colocar presença do estado para salvar as vidas. Infelizmente tivemos um óbito”, afirma Gladson.

Equipes da secretaria de saúde do Acre estão em contato com hospitais de Brasília para receberem o suporte necessário. “Não vai ser por causa de burocracia que as vítimas vão esperar aqui. Queremos fazer translado o quanto antes, nem que eu tenha que pagar do meu bolso pra hospital particular”, diz o governador.

Profissionais da saúde no Acre receberão treinamento do médico especialista que chega nesta terça-feira, para melhor atender os pacientes internados. Segundo o governador, “alguns pacientes vão permanecer aqui, onde médicos vão fazer treinamento para dar atendimento a essas vítimas”.

O próprio Gladson visitou uma criança que está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), do Huerb, na capital, e garantiu que a situação dessas pessoas é gravíssima. Durante o programa de rádio ‘Fale com o Governador’, nesta segunda-feira, 10, Cameli fez um alerta quanto às regras de navegação nos rios, principalmente no interior do Estado. “É preciso respeitar as leis. Carregar combustível com humanos? Não estou chamando atenção, mas um alerta, pois no interior tem situações que as pessoas precisam se normalizar”, finalizou.

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Acre

Prefeitura de Rio Branco busca selo de município aprovado pelo Unicef

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Uma reunião ocorrida nesta segunda-feira, 24, analisou as ações implementadas até o momento para o ciclo 2017-2020 do Selo Unicef, em Rio Branco. Participaram representantes do executivo municipal, Conselho Municipal do Direitos da Criança e do Adolescente e representantes da sociedade civil organizada.

O programa é uma iniciativa para fortalecer as políticas públicas voltadas às crianças e aos adolescentes em mais de 1.900 municípios do Semiárido e da Amazônia brasileira. Para ter o reconhecimento, os municípios precisam aderir à iniciativa e cumprir etapas propostas pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), para o monitoramento dos indicadores de saúde e educação, por exemplo.

A prefeita Socorro Neri disse que a discussão do Selo Unicef possibilita avaliar o que está sendo feito e indicar o que deve ser implementado. “Políticas públicas que busquem a proteção, promoção e o desenvolvimento integral das nossas crianças e adolescentes. Olhando para a realidade financeira do município, nós haveremos de encontrar condições de melhorar e aperfeiçoar cada vez mais o que já tem sido realizado ao longo dos últimos anos”.

Esta é a terceira vez que a Prefeitura busca o selo de ‘Município Aprovado’ pelo Unicef. O Selo Unicef é um prêmio internacional dado aos municípios pelas políticas voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes. “Em Rio Branco nós temos avançado em muitos índices, de educação, acesso à saúde, à formação cada vez mais cidadã e de forma igualitária”, disse a secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Núbia Musis, que coordena a intermediação das instituições envolvidas.

Alcançar crianças e adolescentes excluídos das políticas públicas é o ponto central do Selo Unicef. De acordo com a presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, Iana Sarquis, esse é um momento de avaliação que pode ser melhorado com a implementação de novas ações, rever o que está e o que não está funcionando.

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Acre

23% dos condutores usam o celular enquanto dirigem na Capital

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Uma pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) de 2018, divulgada nesta segunda-feira, 24, revela que os condutores de Rio Branco estão entre os que mais usam o celular enquanto dirigem. Conforme os dados, repassados pelo Ministério da Saúde, 23,8% dos motoristas da capital acreana comete o ato perigoso.

Nacionalmente, a média aponta que 19,3% da população das capitais brasileiras usam o celular enquanto dirigem, o que significa que de cada cinco pessoas, uma afirmou positivo em dirigir usando o telefone.

No ranking, Rio Branco só ficou atrás de Belém, capital do Pará, que ficou com 24%. Em seguida, aparecem Cuiabá (23,7%), Vitória (23,3%), Fortaleza (23,2%), Palmas (22,4%), Macapá e São Luís (22,3%). Já as capitais com menor uso de celular durante a condução de veículo foram: Salvador (14,1%), Rio de Janeiro (17,1%), São Paulo (17,2%) e Manaus (17,7%).

A pesquisa também mostrou que as pessoas com idades entre 25 e 34 anos (25%) e com maior escolaridade (26,1%), com 12 anos de estudo ou mais, são as que mais assumem esse comportamento de risco. Os motoristas com nível superior também são os que mais recebem multas por excesso de velocidade e que associam o consumo de bebida alcoólica e direção.

Nesta edição da pesquisa, foram entrevistadas por telefone 52.395 pessoas, maiores de 18 anos, entre fevereiro e dezembro de 2018. O ministério alertou ainda que os acidentes de trânsito são a segunda maior causa de mortes externas no país.

Além do uso do celular associado à direção, a pesquisa abordou também outros três importantes indicadores para a ocorrência de acidentes de trânsito: consumo abusivo de álcool abusivo, consumo de álcool em qualquer dose e multa por excesso de velocidade.

 

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