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Menino improvisa uniforme e usa botas por não ter chuteira

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Uma fotografia registrada no município de Mâncio Lima tem emocionado moradores da região do Juruá. Um garotinho de aparência franzina, que deve ter, no máximo, 10 anos de idade, aparece num campo de futebol ao lado de outras crianças. Uma cena comum, não fosse o traje que o menininho veste.

As tradicionais chuteiras e camisa oficial de time foram substituídas por uma bota e uma camisa pintada à mão. A leta ‘F’, o número 10 e a palavra ‘atacante’, pintada de verde e preto, escrito à mão, remonta a camisa original do projeto F 10, da Fenômeno Academia, que funciona no município.

O registro, inclusive, foi feito pelos treinadores da academia, no momento em que o garotinho, chamado Pedro, acompanhava o treino. Ao site do município de Cruzeiro do Sul, OJuruáEmTempo, o proprietário da academia, José Gomes, disse que atua com um projeto social para atender crianças carentes bolsistas, além de crianças que pagam mensalidade pela escolinha de futebol.

“O Pedro nos procurou e colocamos ele como bolsista. No nosso trabalho exigimos padronização. Todos precisam usar uniformes e calçados adequados. Como ele não tinha, ele pintou a camisa como número F10 e também pintou a bota. Isso comoveu a todos”, disse o empresário.

José relata que assim como Pedro, outras crianças carentes e sem condições de obter o material necessário participam do projeto. “Estamos com uma demanda muito grande. Esse caso do Pedro foi algo muito espontâneo e natural, por isso tivemos a ideia de compartilhar com outras pessoas”, afirmou.

Doações

Por isso, a academia faz um pedido aos internautas acreanos, pois está aceitando doações de materiais esportivos a serem doados para crianças como o pequeno e sonhador Pedro. Chuteiras e outros itens que possam ser utilizados pelos garotos.

Ao todo, o projeto atende 70 crianças em Cruzeiro do Sul e 15 em Mâncio Lima, com idades que variam entre 5 a 18 anos.




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Destaque 7

Trecho da AC 40 foi recuperado, sinalizado e recebeu ciclovias

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Os transtornos enfrentados com a precária sinalização e falta de manutenção nos 20 quilômetros que ligam Rio Branco a Senador Guiomard chegaram ao fim neste fim de semana. O governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), entregou esse trecho da AC 40 devidamente recuperado, sinalizado e com ciclovias.

Um investimento de mais de R$ 5 milhões, com grande impacto social, pois a obra beneficia mais de 10 bairros instalados às margens da rodovia estadual e garante o bom fluxo em um dos principais acessos à capital, inclusive a rota internacional para o Pacífico.

As comunidades da região reivindicavam as obras por mais de dois anos, alegando sofrimento com os perigos recorrentes pela falta de sinalização, transtornos com o matagal invadindo às margens da pista e canteiros.

O tráfego de bicicletas é intenso nessa região e com o mato tomando as margens, os buracos na via e a falta de sinalização a estrada se tornou um perigo para quem transita ali, conforme constantes reclamações feitas pelas comunidades ao poder público.




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Destaque 7

Acre e Amazonas se unem para destravar regularização fundiária

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Representantes dos governos do Acre e do Amazonas estiveram reunidos nessa quarta-feira, 19, em Brasília, na presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para mais uma etapa da proposta de agilizar o processo de regularização fundiária na Amazônia.

Estiveram reunidos o secretário de Produção e Agronegócio do Acre, Paulo Wadt, o secretário de Produção Rural do Amazonas, Petrucio Pereira de Magalhães, e o superintendente do Incra no Amazonas, João Batista Jornada.

Na ocasião foram tratados dois casos específicos do Acre que também envolvem o Amazonas: o Projeto de Assentamento Rio Juma e o Projeto de Assentamento Extrativista Antimary.

A situação de regularização fundiária do PAE Antimary foi uma demanda apresentada ao governador Gladson Cameli durante um evento no PA Tocantins no último dia 7. Mais de 200 famílias que vivem na região pediram uma solução para a regularização. Atualmente no Antimary há centenas de família acreanas que investiram seus recursos e trabalho por anos, mas que agora correm o risco de serem desapropriados em razão da ampliação de uma área de conservação ambiental vizinha.

De acordo com o secretário Paulo Wadt: “Embora a demanda envolva famílias de acreanos, está sob a jurisdição do Estado do Amazonas. Mas isto não tem sido um empecilho à medida que o governador Gladson Cameli construiu um bom relacionamento institucional com o governador Wilson Lima”.

O secretário Petrucio também se colocou à disposição para trabalhar intensamente numa agenda técnica para resolver este problema, que se arrasta há vários anos.

O superintendente do Incra em Manaus, João Jornada, também se comprometeu em fazer as tratativas para encontrar uma solução técnica para o impasse e na próxima segunda-feira, 24, agendou uma reunião na Federação de Agricultura do Amazonas para, junto com os governos do Acre e Amazonas, procurar apoio para o cumprimento desta agenda.

 




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