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Aciso: mais de 850 pessoas atendidas com médicos, dentistas e assistentes sociais

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O 4° Batalhão de Infantaria de Selva (4° BIS) divulgou nesta sexta-feira (31) o balanço da ação cívico-social encerrada dia 28 de maio em Santa Rosa do Purus,

A ação beneficiou mais de 850 pessoas, dentre crianças, jovens e adultos, incluindo integrantes das tribos kaxinawá, Manihuari e Jaminawá com consultas em clínica geral e ginecologia; atendimento odontológico; atendimento de farmácia; assistência social; exames de ultrassonografias e laboratoriais, além de papanicolau; e atendimentos de enfermagem. A ação contou com o apoio das Secretarias de Saúde do Estado e do Município de Santa Rosa.

As ações cívico-sociais, denominadas Aciso, são um conjunto de atividades de caráter temporário, episódico ou programado, de assistência e auxílio às comunidades, promovendo o espírito cívico e comunitário dos cidadãos.

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Cidades

Em Xapuri, internauta dá aviso de blitz em rede social e vai parar no xilindró

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Uma prática aparentemente boba, mas que tem sido corriqueira em todo o país, existindo até mesmo uma infinidade de grupos em redes sociais para esse fim, o aviso da localização de blitze policiais pode terminar mal para quem se dedica ao trabalho de alertar outras pessoas sobre as fiscalizações.

Foi o que aconteceu em Xapuri com o ajudante de mecânico Francimar Marques Lopes, de 21 anos, preso em flagrante por divulgar uma blitz que estava sendo realizada na noite desta terça-feira, 12, em frente a um supermercado da cidade.

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela Polícia Militar, Francimar postou o aviso sobre o trabalho de fiscalização em seu “status” na rede WhatsApp. Localizado por policiais, ele foi levado para a delegacia geral de Xapuri, onde está aguardando audiência de custódia, que tem previsão se ocorrer ainda nesta quarta-feira, 13.

A prática criminosa está prevista no artigo 265 do Código Penal – atentar contra a segurança ou o funcionamento de serviço de água, luz, força ou calor, ou qualquer outro de utilidade pública, que tem pena de um a cinco anos de reclusão e multa.

Ao delegado Alex Danny, Francimar afirmou desconhecer que incorria em ato criminoso. Ele alegou ainda que não foi o autor da postagem, mas que “apenas compartilhou”. A polícia investiga e pode indiciar outras pessoas que tenham ligação com o fato.

O delegado de Xapuri fez um apelo à população para que não se utilize dessa prática que, além de atrapalhar o trabalho da polícia, favorece a ocorrência de acidentes de trânsito e ajuda pessoas que estão incorrendo em atos criminosos a escapar das ações de fiscalização e combate ao crime.

“A gente solicita, pede humildemente que a população xapuriense, que é uma população ordeira, constituída em sua imensa maioria por pessoas do bem, que não colaborem com esse tipo de atitude para que consigamos manter a paz aqui na nossa comunidade”.

Francimar postou o aviso sobre o trabalho de fiscalização em seu “status” do WhatsApp

Casos semelhantes

A ocorrência de prisão em flagrante por esse tipo de delito não é dos mais comuns, mas numa rápida pesquisa em sites jurídicos e policiais é possível relacionar uma série de casos relativamente recentes em que pessoas foram presas por crimes dessa natureza.

No mês março de 2016, no Espírito Santo, um policial do serviço reservado, infiltrado em um grupo do WhatsApp, prendeu, em flagrante, um jovem de 21 anos que avisou sobre a localização de uma radiopatrulha da PM nas ruas da cidade onde morava. Utilizando o aplicativo, o jovem tirou uma foto da viatura e compartilhou no grupo. Pela atitude, foi acusado de ter atentado contra a segurança pública.

Em junho de 2017, um homem e uma mulher foram detidos em Minas Gerais após terem criado um grupo no WhatsApp para divulgar informações sobre blitze que estavam ocorrendo na região. Enquanto os policiais estavam em serviço, receberam um comunicado que havia um grupo no WhatsApp onde estavam sendo compartilhadas informações, áudios e fotos da blitz que estava em andamento.

Em dezembro de 2017, no Rio Grande do Sul, dezessete moradores da cidade Vacaria foram indiciados após utilizarem o WhatsApp para divulgar informações sobre blitze. Através de mandados de busca e apreensão, os policiais recolheram telefones celulares dos administradores do grupo. Dessa forma, chegaram também a quem fazia parte do grupo, pois terceiros envolvidos também podem ser indiciadas pelo crime previsto no artigo 265 do CP.

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Cidades

Mazinho Serafim firma parceria com o Judiciário na ressocialização de detentos

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Além de prefeito de Sena Madureira, o gestor Mazinho Serafim também é empresário de sucesso no município com a Casa do Seringueiro, uma empresa que tem melhorado as condições de trabalho de todos os colaboradores que atuam na coleta, armazenamento e industrialização da castanha.

Pelo quarto ano, Serafim renova sua parceria com o Estado por meio do convênio entre a Casa do Seringueiro e o Poder Judiciário de Sena Madureira que permite a geração de emprego e renda entre os reeducando do presídio local, o Evaristo de Moraes. Nesta etapa, serão 32 empregos direitos promovidos pela parceria da iniciativa privada e o Judiciário.

O projeto conveniado conta com apoio do juiz de direito da Vara Criminal de Sena Madureira, Fabio de Farias. “É um projeto de parceria com o Poder Judiciário que beneficia o Estado através da produção da castanha. Com isso, há geração de emprego e renda para os reeducandos. Eles quebram a castanha dentro do presídio, com isso, beneficia a produção e ainda os incluem na arrecadação”, afirma o empresário Mazinho.

Os reeducandos serão equipados com todo o maquinário e uniformização necessária para a realização do serviço, proporcionados pela Casa do Seringueiro. “Tudo é acompanhado pela Vigilância Sanitária, eles trabalham com roupas adequadas e equipamentos de segurança, com tudo que é exigido para o processo legal de beneficiamento da castanha”, garante Serafim.

A parceria da empresa com o Judiciário visa ressocializar os reeducandos que ainda cumprem pena no presídio. O empresário explica que “o repasse é feito para o presídio e a gestão do presídio repassa parte do recurso obtido com o trabalho conjunto a Casa do Seringueiro para suas famílias. O detento em si não chega a pegar no dinheiro em espécie, o recurso é direcionado para as famílias dos reeducandos e para a manutenção do presídio local”.

O projeto começará a ser executado em fevereiro de 2020, assim que iniciar a safra da castanha em Sena Madureira. “Esse trabalho visa ainda estimular a Casa do Seringueiro a realizar ações de cunho social. Assim, ajudamos o povo na geração de emprego e renda e o governo do Acre através desse convênio, uma vez que nós, empresário, somos beneficiados por meio de leis de incentivos fiscais”, explica.

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