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PM teria bebido 30 garrafas de cerveja antes de acidente

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O Ministério Público do Estado do Acre, por meio do Grupo Especial de Atuação para o Controle Externo da Atividade Especial, investigou o acidente que ocorreu no último dia 18 de maio- onde uma mulher morreu e outra pessoa ficou ferida na colisão que envolveu o policial militar do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Alan Martins, e chegou à conclusão de que o caso trata-se de um homicídio doloso, quando há intenção de matar.

Em razão da conclusão de homicídio doloso, o Ministério Público solicitou a decretação de prisão preventiva do policial, que já foi deferida pelo juiz que recebeu o pedido de representação. Alan Martins foi preso nesta sexta-feira, 31, através da corregedoria da Polícia Militar. Agora, o órgão vai tomar providências para deflagrar o processo.

De acordo com as investigações do MP/AC, o policial teria ingerido bebida alcoólica por cerca de cinco horas antes de ter se envolvido no acidente que deixou uma vítima fatal. “Conseguimos informações de que ele teria passado desde as 11 da manhã ate às 16 horas num bar, onde ingeriu cerca de 30 garrafas de cerveja de 600 ml”, disse a promotora do MP, Vanessa Muniz.

Conforme as provas colhidas pelos investigadores, “o militar Alan Martins cometeu um homicídio consumado contra a vida e uma tentativa de homicídio contra a outra vitima, que sobreviveu”, declarou o procurador MP/AC, Danilo Louvisaro. Agora, o policial será denunciado numa vara de júri, onde deverá responder pelo crime submetido a júri popular.

As investigações do acidente estão praticamente encerradas, no entanto, o policial não foi submetido ao teste do bafômetro, fato que, agora, também será apurado pelo Ministério Público. “Vamos investigar sou houve uso de corporativismo pelo fato de não te havido teste do bafômetro e se ficar comprovado, também serão tomadas providencias com relação a isso”, afirma a promotora Maria Fátima Ribeiro.

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Acre

Geladeira da Leitura na Rodoviária de Rio Branco é inaugurada

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Quem passa pela Rodoviária da capital acreana desde a tarde desta sexta-feira, 23, é surpreendido com uma geladeira bem na entrada do local.

Mas não adianta procurar água, nem comida nela. A geladeira está abastecida de outra coisa extremamente importante para a vida de todos nós: conhecimento.

É a Geladeira da Leitura, uma iniciativa da Casa da Amizade, que chega ao Acre em parceria com a prefeitura de Rio Branco.

A ideia é simples. A geladeira está abastecida com livros de diversos assuntos. Quem viaja, pode escolher e pegar um livro gratuitamente e mergulhar no fantástico mundo da literatura. Na volta, é só devolver o livro para que outras pessoas tenham a oportunidade de leitura também.

A população, além de se beneficiar com a leitura, pode também ajudar e estimular o projeto com a doação de livros. Basta levar os livros que estejam completos e em bom estado e deixá-los na Galadeira da Leitura.

Quem costuma passar pela Rodoviária de Rio Branco aprovou a iniciativa. “Acho muito bacana porque é uma forma de fazer com que a viagem seja menos cansativa. Você se distrai e quando menos espera já chegou em seu destino”, diz a funcionária pública Ana. Valéria Albuquerque, que havia acabado de desembarcar vinda do município de Xapuri.

A inauguração contou com representantes da Casa da Amizade e da Prefeitura de Rio Branco, inclusive do secretário municipal de educação Moisés Diniz.

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Acre

Novo Centro Administrativo do Estado: “obra de R$ 370 milhões”

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O governador Gladson Cameli apresentou no começou da noite desta sexta-feira (23) a maquete do Centro Administrativo do Estado que ele reconhece ter sido elaborada “em gestões passadas”, mas que irá construir e entregar “ainda nesta gestão”.

Segundo ele, o Centro Administrativo do Governo do Estado reunirá todas as secretarias e autarquias em um só lugar, economizando em diversas áreas como transporte e aluguéis. É uma obra orçada em mais de R$300 milhões.

“Após algumas mudanças no projeto de um prédio sustentável, adequando para que seja adequado para a estrutura pública por pelo menos mais 20 anos, queremos iniciar as obras em 2020”, diz. Alguns se manifestaram contra: “Pra quê? Pra prejudicar o movimento de centenas de comércios que dependem do movimento das secretarias espalhadas pela cidade em detrimento de um projeto de valorização imobiliária (beneficiando aqueles que possuem propriedade próximo a Via Verde)? Observem o tiro no pé que foi levar a Cidade da Justiça e não cometa o mesmo erro da gestão passada”, criticou João Victor Liberato. Outros gostaram da ideia: “Vai ficar lindo”, disse Sebastião Conceição. É possível que o edifício seja construído no Portal da Amazônia.

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