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Primeira-dama Michelle Bolsonaro usa bolsa fabricada no Juruá em casamento do enteado

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Depois da duquesa Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, da Inglaterra, ser vista usando um tênis de látex fabricado com produto extraído por extrativistas do Acre, foi a vez da primeira-dama Michelle Bolsonaro, esposa do presidente Jair Bolsonaro, aparecer com um produto originário das “Terras de Galvez”.

O fato se deu na noite deste sábado, 25, durante o casamento de um dos filhos do presidente. Michelle escolheu uma bolsa de mão pequena, conhecida como Clutch. Totalmente artesanal, o acessório foi fabricado pelo artesão Maqueson Pereira da Silva, morador do município de Cruzeiro do Sul, região do Juruá.

Nas redes sociais, a secretária de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Eliane Sinhasique, comemorou o feito: “artesanato acreano é o mais valioso do Brasil!” O artesanato local esteve em alta neste mês de maio, quando participou do 12º Salão de Artesanato, em Brasília.

A peça usada pela primeira-dama é apenas similar às que foram apresentadas no evento, já que todas as fabricações do artesão Maqueson são exclusivas. As clutches feitas em marchetaria custam, em média, R$ 1,5 mil.

Em Brasília, o Acre foi homenageado e ganhou o dois estandes para apresentar peças que contam a cultura, culinária, história e a arte do povo acreano.

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Destaque 7

Acre gera 2,3% da energia solar do país; Estado é o penúltimo no ranking nacional

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O Brasil acaba de atingir a marca de 2 gigawatts (GW) de potência instalada em sistemas de microgeração e minigeração distribuída solar fotovoltaica em residências, comércios, indústrias, produtores rurais, prédios públicos e pequenos terrenos.

O Acre, no entanto, contribui muito pouco com esse desempenho: apenas 2,3% da potência instalada no país estão no Acre, que é somente o 26º no ranking da geração de energia solar.

Segundo mapeamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), a fonte solar fotovoltaica representa 99,8% das instalações de geração distribuída do País, num total de 171 mil sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede e mais de R$ 10 bilhões em investimentos acumulados desde 2012, espalhados pelas cinco regiões nacionais.

No entanto, a entidade alerta que, embora tenha avançado nos últimos anos, o Brasil – detentor de um dos melhores recursos solares do planeta – continua com um mercado ainda muito pequeno e está aquém de países líderes no setor, como Austrália, China, EUA e Japão, que já ultrapassaram a marca de 2 milhões de sistemas solares fotovoltaicos, bem como da Alemanha, Índia, Reino Unido e outros, que já superaram a marca de 1 milhão de conexões.

O presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, ressalta, todavia, que há perspectiva de melhorar este quadro no País, dado que o Governo Federal e o Congresso Nacional sinalizaram que pretendem desenvolver a geração distribuída a partir do sol. “As manifestações recentes do presidente Jair Bolsonaro e das principais lideranças da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, demonstram que há um consenso suprapartidário sobre a importância estratégica da energia solar fotovoltaica para o desenvolvimento econômico, social e sustentável do Brasil”, aponta.

Em número de sistemas fotovoltaicos instalados no Brasil, os consumidores residenciais estão no topo da lista, representando 72,60% do total. Em seguida, aparecem as empresas dos setores de comércio e serviços (17,99%), consumidores rurais (6,25%), indústrias (2,68%), poder público (0,43%) e outros tipos, como serviços públicos (0,04%) e iluminação pública (0,01%).

Minas Gerais, Rio Grande do Sul, São Paulo e Paraná mantiveram as primeiras posições no ranking, enquanto Mato Grosso subiu para a quinta posição, ultrapassando Santa Catarina, que passou para o sexto lugar.

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Destaque 7

Morre Flora Diógenes, a eterna madrinha do Atlético Acreano

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Ela não jogava futebol, não fazia um gol, mas era reconhecida nas arquibancadas dos estádios nos tempos de glória do futebol acreano.

Flora Diógenes faz parte da história do futebol no Acre. Exatamente por isso, o nosso esporte amanheceu mais triste com o anúncio de sua morte na madrugada desta terça-feira, 21, vítima de insuficiência respiratória.

Prestes a completar 90 anos no dia 02 de março, Flora Diógenes fazia parte de uma das famílias fundadoras do tradicional Atlético Acreano do segundo distrito. Aliás, foi no Galo Carijó que conheceu o esposo, Fernando Diógenes.

Enquanto a saúde permitiu não se tinha dúvida. Se o Atlético entrasse em campo, Flora estava na arquibancada. Não é à toa que era chamada de madrinha do clube.

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Nos tempos em que os tradicionais bailes dos clubes de futebol eram os mais concorridos da cidade, era dona Flora que estava à frente da organização nos realizados pelo time azul e branco.

O futebol acreano está de luto. Em menos de 24 horas morreram o ex-jogador de Rio Branco e Juventus, o Nino, e agora o anúncio da morte da madrinha do Atlético Acreano.

O velório de Flora Diógenes acontece na Funerária São João Batista.

Fotos:  acervo do Atlético Acreano

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