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Primeira-dama Michelle Bolsonaro usa bolsa fabricada no Juruá em casamento do enteado

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Depois da duquesa Meghan Markle, esposa do príncipe Harry, da Inglaterra, ser vista usando um tênis de látex fabricado com produto extraído por extrativistas do Acre, foi a vez da primeira-dama Michelle Bolsonaro, esposa do presidente Jair Bolsonaro, aparecer com um produto originário das “Terras de Galvez”.

O fato se deu na noite deste sábado, 25, durante o casamento de um dos filhos do presidente. Michelle escolheu uma bolsa de mão pequena, conhecida como Clutch. Totalmente artesanal, o acessório foi fabricado pelo artesão Maqueson Pereira da Silva, morador do município de Cruzeiro do Sul, região do Juruá.

Nas redes sociais, a secretária de Empreendedorismo e Turismo do Acre, Eliane Sinhasique, comemorou o feito: “artesanato acreano é o mais valioso do Brasil!” O artesanato local esteve em alta neste mês de maio, quando participou do 12º Salão de Artesanato, em Brasília.

A peça usada pela primeira-dama é apenas similar às que foram apresentadas no evento, já que todas as fabricações do artesão Maqueson são exclusivas. As clutches feitas em marchetaria custam, em média, R$ 1,5 mil.

Em Brasília, o Acre foi homenageado e ganhou o dois estandes para apresentar peças que contam a cultura, culinária, história e a arte do povo acreano.

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Destaque 7

Trecho da AC 40 foi recuperado, sinalizado e recebeu ciclovias

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Os transtornos enfrentados com a precária sinalização e falta de manutenção nos 20 quilômetros que ligam Rio Branco a Senador Guiomard chegaram ao fim neste fim de semana. O governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e do Desenvolvimento Urbano (Seinfra), entregou esse trecho da AC 40 devidamente recuperado, sinalizado e com ciclovias.

Um investimento de mais de R$ 5 milhões, com grande impacto social, pois a obra beneficia mais de 10 bairros instalados às margens da rodovia estadual e garante o bom fluxo em um dos principais acessos à capital, inclusive a rota internacional para o Pacífico.

As comunidades da região reivindicavam as obras por mais de dois anos, alegando sofrimento com os perigos recorrentes pela falta de sinalização, transtornos com o matagal invadindo às margens da pista e canteiros.

O tráfego de bicicletas é intenso nessa região e com o mato tomando as margens, os buracos na via e a falta de sinalização a estrada se tornou um perigo para quem transita ali, conforme constantes reclamações feitas pelas comunidades ao poder público.

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Destaque 7

Acre e Amazonas se unem para destravar regularização fundiária

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Representantes dos governos do Acre e do Amazonas estiveram reunidos nessa quarta-feira, 19, em Brasília, na presidência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para mais uma etapa da proposta de agilizar o processo de regularização fundiária na Amazônia.

Estiveram reunidos o secretário de Produção e Agronegócio do Acre, Paulo Wadt, o secretário de Produção Rural do Amazonas, Petrucio Pereira de Magalhães, e o superintendente do Incra no Amazonas, João Batista Jornada.

Na ocasião foram tratados dois casos específicos do Acre que também envolvem o Amazonas: o Projeto de Assentamento Rio Juma e o Projeto de Assentamento Extrativista Antimary.

A situação de regularização fundiária do PAE Antimary foi uma demanda apresentada ao governador Gladson Cameli durante um evento no PA Tocantins no último dia 7. Mais de 200 famílias que vivem na região pediram uma solução para a regularização. Atualmente no Antimary há centenas de família acreanas que investiram seus recursos e trabalho por anos, mas que agora correm o risco de serem desapropriados em razão da ampliação de uma área de conservação ambiental vizinha.

De acordo com o secretário Paulo Wadt: “Embora a demanda envolva famílias de acreanos, está sob a jurisdição do Estado do Amazonas. Mas isto não tem sido um empecilho à medida que o governador Gladson Cameli construiu um bom relacionamento institucional com o governador Wilson Lima”.

O secretário Petrucio também se colocou à disposição para trabalhar intensamente numa agenda técnica para resolver este problema, que se arrasta há vários anos.

O superintendente do Incra em Manaus, João Jornada, também se comprometeu em fazer as tratativas para encontrar uma solução técnica para o impasse e na próxima segunda-feira, 24, agendou uma reunião na Federação de Agricultura do Amazonas para, junto com os governos do Acre e Amazonas, procurar apoio para o cumprimento desta agenda.

 

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