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Gladson precisa de R$1,7 bilhões para melhorar água no Acre

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O governo de Gladson Cameli precisa investir R$1,7 bilhão para universalizar o abastecimento de água e a coleta de esgoto no Estado até 2033. A tarefa não é fácil nem para ontem: no Acre, 60,3% dos domicílios não tem acesso à água potável e o esgotamento sanitário ainda é um sonho para a maioria da população. Na tentativa de fazer melhor, há em andamento processos para venda do Depasa desde a gestão passada.

O governador acreano é signatário de uma carta dos Estados que discorda do projeto de Lei de Conversão da Medida Provisória nº 868/2018, que tem Tasso Jereissati como relator. “Da forma como foi aprovado o Relatório pela Comissão Mista, ao invés de propiciar o avanço na universalização dos serviços, representa um retrocesso que traz mais insegurança jurídica, grandes riscos de agravamento das desigualdades, de desestruturação do setor e enfraquece, sobremaneira, a participação dos Estados na gestão dos serviços de saneamento básico”, diz a carta, que em síntese defende a privatização do sistema.

Esse é um contexto que, segundo reportagem do jornal O Globo, acabou gerando uma queda de braço entre o Governo Federal e Estados em torno de mudanças nas regras de contratação de serviços de saneamento -e que, diz o diário carioca, deve enterrar mais uma oportunidade de destravar investimentos no setor. “Segundo estimativas de técnicos do Ministério da Economia, cerca de R$ 700 bilhões poderiam ser investidos na universalização do acesso à água e esgoto no país até 2033 com a aprovação de uma medida provisória (MP) que atualiza o marco regulatório do saneamento. No entanto, o governo não conseguiu chegar a um acordo no Congresso para votar a medida antes de 3 de junho, quando perde a validade”, afirma O Globo.

LEIA AQUI A CARTA DOS GOVERNADORES CONTRA A MP DO SANEAMENTO

A Associação das Empresas de Saneamento Básico Estaduais (Aesbe), que há duas semanas articulou a carta de governadores contrária à MP, defende a manutenção do sistema atual de contratação. O marco legal do setor, de 2007, estipula levar o serviço de água e esgoto a todos os brasileiros até 2033. Mas isso custaria, nas contas do governo, mais de R$ 700 bilhões. Desse total, quase R$ 500 bilhões só para construir redes de água e coletoras de esgoto.

A MP caduca dia 3 de junho porque não obteve acordo. Apenas três governadores, incluindo o de São Paulo, não assinaram a carta. O estudo do Consórcio Saneamento Brasil, que faz a avaliação da venda do Departamento de Pavimentação e Saneamento do Acre (Depasa), tem de ser divulgado no próximo dia 14 de junho já que o contrato com o BNDES foi assinado no dia 14.6.2017.

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Governador revela conversa com dono da Havan sobre investimentos no Acre

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O governador do Acre, Gladson Cameli, relevou nesta segunda-feira, 24, que recebeu nos últimos dias uma ligação do proprietário da Havan, o empresário Luciano Hang. Uma filial da loja já está instalada no Estado, mas segundo Cameli, a conversa pairou sobre futuros novos investimentos do empresário a serem injetados no Acre.

“Ele está entusiasmado com a política no Estado”, declarou Gladson, durante o quadro ‘Fale com o Governador’, transmitido pela Rádio Aldeia FM.

Gladson não foi específico sobre quais possíveis investimentos o empresário estaria se referindo, mas garantiu que a parceria será muito bem vinda.

Hang é conhecido nacionalmente por seu envolvimento na política e declarou, abertamente, ser a favor do governo do presidente Jair Bolsonaro, motivo pelo qual sofre ataques até hoje, por meio de seus perfis nas redes sociais.

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Destaque 6

Gonzaga que responsabilizar alunos que depredam escolas

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O deputado estadual Luiz Gonzaga (PSDB) quer tentar diminuir o índice de vandalismo nas escolas públicas do Acre. É com essa preocupação que o parlamentar tucano apresenta na sessão dessa terça-feira, 24, da Assembleia Legislativa um projeto de lei que propõe a responsabilização de alunos que cometam atos de depredação contra os bens públicos.

Atualmente, é o Estado quem arca com todas as despesas na recuperação de um patrimônio público escolar avariado por um ato de vandalismo.
Além dos estudantes, os pais dos alunos infratores também serão responsabilizados.

“Não é admissível que alguns alguns depredem as escolas e não sejam responsabilizados. Patrimônio público precisa ser preservado e não pode, de jeito nenhum, alguém não responder pelos seus atos. No caso dos alunos serem menores, os pais também vão ser responsabilizados”, explica Gonzaga.

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