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Em dia de protestos bolsonaristas, nenhum deputado do Acre se diz favorável à reforma

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Hoje, 26 de maio, tem manifestações em favor do governo de Jair Bolsonaro e a seu projeto de reforma da previdência social. Várias capitais já confirmaram atos, inclusive Rio Branco.

A reforma da previdência não é um tema unânime. Os deputados do Acre, por exemplo, estão em sua maioria, indecisos quanto ao tema. Não há nenhum dos oito parlamentares declaradamente favorável ao texto enviado à Câmara dos Deputados pelo Governo Federal.

De outro lado, apenas Perpétua Almeida já declarou contrária à reforma no atual formato. As informações estão no portal www.politicos.org.br, que sugere aos eleitores pedir aos deputados posicionamento favorável alegando que a reforma é fundamental para o desenvolvimento do Brasil.

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Sindmed-AC se reúne com Gladson para tratar sobre plantões extras e contratos emergenciais

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O presidente do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC), Murilo Batista, a diretora de Assistência do Pronto Socorro de Rio Branco, Michele Melo, e a médica Katia Fernanda, estiveram na manhã desta segunda-feira (14) em uma reunião com o governador Gladson Cameli e equipe para tratar sobre o risco de desassistência nos hospitais, garantia de pagamento de plantões extras e chamada de médicos em caráter emergencial caso os concursados que assinarem contratos não sejam suficientes para garantir o atendimento.

Murilo afirmou que atualmente já está existindo desassistência, haja vista que alguns médicos que terão contratos findados com a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) temem realizar os plantões extras e não receberem.

“Houve uma nota, mas os profissionais estão relutantes, pois estarão fora do Estado já em outubro e não acreditam que possam receber por folha suplementar porque nunca viram isso acontecer em governo algum”, diz o sindicalista.

A respeito dos plantões extras, Michele protocolou um documento relatando a falta de médicos que não teriam seus contratos renovados e pediram para sair dos extras.

Para Murilo, a necessidade é imediata e não cabe planos futuros a longo prazo. Ainda sobre os plantões extras, o presidente do Sindicato afirmou que os profissionais, mesmo com a garantia do governo, estão relutantes em cumprir plantões extras.

“Saúde é serviço emergencial, é algo que se trata hoje, não no futuro. Temos coisas emergenciais para resolver e os médicos querem essa garantia de que irão mesmo receber”, diz.

Michele Melo, afirmou que há, atualmente, 40 profissionais com contratos emergenciais e que é preciso a garantia de que, após o fim destes contratos, não haverá falta de médicos.

“Só lá temos 40 médicos com contratos emergenciais, cujos contratos irão acabar. Preciso de garantia de que haverá médicos após o fim do contrato dos emergenciais, que se os concursados não forem em número suficiente que ao menos renovem esses emergenciais”, diz.

O procurador-geral do Estado, João Paulo Setti, afirmou que o governo irá antecipar a chamada dos aprovados até o dia 24, justamente para que não ocorra desassistência.

A grande preocupação da direção do Sindmed-AC é que há uma disparidade entre os 212 médicos que terão seus contratos findados e os que serão chamados, que chegariam a 144.

O governador Gladson Cameli exigiu que sua equipe jurídica e da saúde apresentem solução imediata para o caso.

A secretária de Saúde, Mônica Feres, reiterou o compromisso de pagar os plantões extras e salientou que não haverá descontinuidade na oferta de serviços médicos.

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Destaque 4

Tecnologia e Inovação, a bússola do desenvolvimento

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A mais nova Câmara Técnica do Fórum Permanente de Desenvolvimento do Acre, Tecnologia e Inovação, já nasce com a responsabilidade de direcionar os trabalhos das demais câmaras (Construção Civil, Agronegócio, Turismo e Economia Criativa). A reunião de oficialização do mais novo órgão consultivo da entidade foi realizada na manhã da última quinta-feira, 10 de outubro, na FIEAC, contando com a presença de diversas instituições que trabalham e pesquisam sobre o tema, além do secretário de Estado de Indústria, Ciência e Tecnologia, Anderson Abreu.

“Nós parabenizamos esta iniciativa. O Acre, hoje, busca o desenvolvimento, a geração de emprego e renda e, para isso, precisamos de tecnologia. Precisamos conectar o Acre com o restante do mundo, por isso estamos discutindo soluções a serem implementadas no estado para apoiar este setor em todos os sentidos e em todas as esferas”, reconheceu o secretário. “Sem tecnologia de grande porte, não há como atrair grandes empresas para cá. Além disso, temos que levar a tecnologia e a inovação para elevar o nosso potencial de produção, para todas as pontas. Todos temos esse entendimento no governo”, completou.

De acordo com o coordenador do Fórum do Desenvolvimento, Jorge Tomás, a nova Câmara Técnica possui três grandes eixos de trabalho – pessoas, recursos e cultura – que serão os desafios a serem vencidos a fim de inserir o estado na 4ª Revolução Industrial (chamada de “Indústria 4.0”) e na rota de desenvolvimento para a qual todos os trabalhos desenvolvidos pela entidade convergem. 

“Queremos ativar o ecossistema da inovação: aglutinar pessoas, com seus talentos técnicos, criativos e de empreendedorismo; recursos de tecnologia, infraestrutura e capital; e cultura de relacionamento, interdependência, confiança, colaboração e fluxo. Ele é fundamental porque nenhuma organização tem poder para inovar sozinha, por maior que seja o seu porte. A conexão é o combustível da inovação, pois aumenta as chances dos elementos certos se encontrarem”, explicou Tomás.

Para Jorge Freitas, analista técnico e gestor de projetos de inovação do Sebrae, a Câmara Técnica de Tecnologia e Inovação, por ser transversal, vai ser o combustível que vai fazer a engrenagem das rotas de desenvolvimento girar. 

“Se não tivermos bem definidos o que iremos trabalhar em inovação e tecnologia, não vamos conseguir avançar nos trabalhos das outras câmaras técnicas e, por consequência, avançar no programa de desenvolvimento do estado. Ainda estamos na ‘Indústria 1.0’, quando já se discute a ‘Indústria 4.0’. O que as universidades ainda estão entregando são alunos formados para o modelo antigo, que é o 1.0. A educação já tem que avançar nisso e o governo tem que criar toda uma estrutura para que esse ecossistema funcione”, analisou Freitas.

O que são as câmaras técnicas – Órgãos consultivos que propiciam consistência e agilidade na busca das melhores alternativas de soluções para o desenvolvimento econômico do Acre. Oferecem subsídios para as posições tomadas pelo Fórum por meio da participação direta das lideranças com o apoio do corpo técnico do Observatório. Buscam identificar oportunidades de desenvolvimento, propor estratégias para soluções de problemas e auxiliar o Fórum nas ações voltadas à defesa dos interesses dos setores econômicos do Acre.

Fórum Permanente de Desenvolvimento – Articulação que reúne diferentes setores da sociedade com o intuito de debater e alinhar, coletivamente, estratégias para impulsionar o desenvolvimento local, e tem suas ações estruturadas a partir de dois eixos fundamentais: a criação de um Observatório do Desenvolvimento e a construção de Rotas Estratégicas para o desenvolvimento sustentável do Acre. Integram o Fórum a FIEAC, Fecomércio, FAEAC, Federacre, Sebrae/AC, Governo do Estado do Acre, Ufac, Ifac, Embrapa, IBGE, Amac, Banco do Brasil, Banco da Amazônia e Caixa Econômica Federal. 

Observatório – Tem como proposta reunir informações estratégicas para o setor produtivo do Acre, avaliar o impacto de iniciativas empreendidas no estado, acompanhar o desempenho dos principais indicadores locais de desenvolvimento econômico, social e ambiental, e disponibilizar estudos sobre potencialidades e oportunidades de negócio no estado. A expectativa é de que esse trabalho contribua para a tomada de decisões, principalmente, de empresários, além de agentes públicos da esfera estadual e municipal, e da sociedade como um todo.

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