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Mega-Sena, concurso 2.154: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 48 milhões

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.154 realizado na noite deste sábado (25) em São Paulo. O prêmio acumulou e pode pagar R$ 48 milhões no próximo sorteio, marcado para a próxima quarta-feira (29).

Veja as dezenas: 07 – 25 – 41 – 47 – 50 – 53

A quina teve 36 apostas ganhadoras; cada uma levará R$ 49.285,49. Outras 2.951 apostas acertaram a quadra; cada uma receberá R$ 858,92.

Para apostar na Mega-Sena

As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. A aposta mínima custa R$ 3,50.

Probabilidades

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.

Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

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Destaque 3

Governo garante que vai beneficiar malharias com aquisição de uniformes escolares

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O governo do estado, por meio de uma nota de esclarecimento, afirmou que vai realizar um chamamento público para a produção de uniforme escolar que será doado aos alunos para o ano letivo de 2020.

Segundo a nota, não é verdade a denúncia de uma empresário do ramo de malharia, que apenas uma empresa receberia toda a fatia do bolo. A nota explica que “no momento a merenda escolar está sendo priorizada devido o processo licitatório ser mais antigo.

Na sequência o governo fará o chamamento público. Tal processo é longo, pois para comprar somente da indústria local existe a necessidade de desenvolver regulamento jurídico específico para garantir a lisura do trâmite.

Vale ressaltar que um dos princípios do ‘programa de compras governamentais direto da indústria é dividir a aquisição entre todas as empresas estabelecidas no estado do Acre”, diz o governo.

No mesmo tom foi a nota de esclarecimento do Sindicato das Indústrias de Confecções e Correlatas do Estado do Acre (SINCON), que afirma que o novo modelo de uniforme, com as especificações técnicas de produção, foi divulgado para que todas as malharias do estado possam produzir de maneira padronizada.

Diz ainda que quanto a aquisição dos uniformes pelo estado para os alunos da rede pública, todas as indústrias do estado estão se preparando para fornecer de maneira igualitária, conforme a capacidade de produção, uma vez que o setor de confecções conta com uma lei de incentivo à indústria local.

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Destaque 3

Custo do novo uniforme escolar e compra de um único fornecedor revoltam donos de malharias

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O setor de malharia espera com ansiedade os meses que antecedem o início de ano letivo. É tempo de faturar alto. Afinal, são mais de 170 mil alunos na rede pública de educação no Acre.

Agora bom mesmo é quando tem mudança de governo, já que é normal a nova gestão criar um novo modelo de uniforme. E é o que vai acontecer no ano letivo de 2020. Como não houve tempo para se discutir o assunto no início deste ano, o novo uniforme, com a marca do governo Gladson Cameli, vai estrear no ano que vem.

Mas o que era motivo de boa expectativa para as malharias, virou preocupação para os empresários, principalmente os pequenos.

A primeira preocupação é o preço. Atualmente, um uniforme da rede pública estadual, blusa e bermuda ou short/saia, é adquirido pelo valor de 40 reais. Pela proposta do novo modelo apresentado pelo governo, esse valor vai dobrar e chegar ao valor de 80 reais. Uma empresária do setor, que pede para não ser identificada, afirma que a preocupação é de que as famílias de baixa renda não irão conseguir comprar o uniforme. “A gente que conhece a realidade das famílias de baixa renda sabe que elas não vão conseguir comprar esse uniforme. Primeiro que não tem como comprar só um e na maioria das casas, tem mais de um filho que é estudante. Se a gente pegar uma casa com três alunos e comprar dois uniformes para cada, o valor vai sair R$ 480 e a gente sabe que esse é um dinheiro que muitas famílias não têm de onde tirar”, explica.

Governo pode comprar e doar uniformes

Segundo a empresária, nos grupos onde estão os donos de malharias e que o assunto é discutido, é ventilada a possibilidade do governo estadual adquirir os uniformes e distribuir aos estudantes da rede pública.

Nesse caso, o problema, segundo a empresária, se agrava ainda mais. Ela afirma que o temor é que apenas uma empresa seja beneficiada, prejudicando as outras empresas do setor e, principalmente, as que são de menor porte.

“O que falam nos grupos, inclusive do sindicato, é que o governo vai comprar os primeiros uniformes. Mas dizem que vão comprar de apenas um empreendedor. Aí eu pergunto? Como ficam os outros que esperam o ano todo para chegar essa época de ano e poder ter aumento nas vendas? Isso é muito injusto”, afirma.

A Assessoria de Comunicação da Secretaria Estadual de Educação confirmou que há interesse por parte do governo, mas que está sendo feito um estudo para verificar a fonte de recursos.

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