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Povo Huni Kuin cobra políticas públicas do governo Gladson

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FOTO: SÉRGIO VALE

Centenas de índios do Povo Huni Kuin tomaram as principais ruas do centro de Rio Branco na manhã desta quarta-feira, 22, e se concentraram em frente a Assembleia Legislativa do Acre com intuito de chamar atenção do governo do Estado sobre as políticas públicas para os povos indígenas.

O líder Ninawa Huni Kuin, presidente da Federação do Povo Huni Kuin do Estado do Acre, destacou que a mobilização também visa divulgar a 4ª Assembleia Geral do Etnia, que iniciou esta semana e vai até o próximo sábado, 25.

“Trazemos hoje para que a sociedade acreana e de Rio Branco conheça um pouco do trabalho que fazemos com o desenvolvimento do estado, apontado que os povos contribuem para isso”, pontuou.

Ninawa enfatizou que não existe relação com o governo Gladson Cameli, mas sim conversas paralelas. “No mês passado nos reunimos com o governador e ficou definido que um departamento seria criado na estrutura do Estado, mas nosso intuito não é esse. Nosso intuito não cargo, mas sim uma relação efetiva com o Estado”, frisou o líder.

FOTOS: SÉRGIO VALE 

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Acre

Gladson vai a Brasília assistir vitória do Flamengo sobre o Vasco

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Acompanhado do seu filhote, Guilherme, o governador Gladson Cameli deixou as terras acreana para assistir neste sábado, 17, a vitória do Flamengo sobre o Vasco, no Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF).

Gladson registrou o momento em seu microblog, nos stories do Instagram. Devidamente uniformizados com a camisa rubro negra, pai e filho posam pra foto antes da partida.

O placar ficou 4 a 1 para o Flamengo, que contou com o brilho do goleiro Diego Alves que defendeu dois pênaltis no jogo. Os gols foram feitos por Bruno Henrique 41’/1ºT (0-1), Bruno Henrique 05’/1ºT (0-2), Leandro Castan 14’/2ºT (1-2), Gabriel B. 16’/2ºT (1-3), Arrascaeta 37’/2ºT (1-4).

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Acre

Microsoft muda políticas de privacidade para monitorar áudios

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A Microsoft mudou suas políticas de privacidade para admitir o monitoramento de áudios por funcionários em serviços da empresa. A medida foi tomada após denúncias publicadas na imprensa de que a companhia estava destacando empregados para ouvir mensagens de voz enviadas por meio de aplicações de voz sobre IP, como Skype, ou assistentes virtuais, como a Cortana do Windows.

A nova redação das políticas de privacidade da Microsoft agora admite que ela usa pessoas no processamento de dados para “revisar algumas das predições e inferências produzida pelos métodos automatizados utilizados nos dados de onde essas análises foram feitas”. Entre essas revisões, pequenas “amostras de dados e voz”.

Em termos menos técnicos, os processamentos de dados coletados pela empresa para gerar análises e sugestões não ocorrem somente em sistemas automatizados, como algoritmos, mas também com pessoas ouvindo e conferindo o que os usuários falam ao fazer uma ligação de Skype ou uma consulta à assistente virtual Cortana.

Tal mudança ocorreu, contudo, sem grande divulgação juntamente aos usuários, que muitas vezes não sabem que ao usar esses serviços estarão sujeitos a esse tipo de vigilância pela empresa. O que é feito com esse monitoramento também fica pouco claro, com finalidades como “mostrar anúncios do seu interesse” e “proteger e melhorar continuamente sua experiência”.

Prática comum

A prática de não apenas coletar, mas colocar pessoas para ouvir e monitorar mensagens de áudio de usuários vem sendo apontada como algo adotado por diversas empresas. Nesta semana, a Secretaria do Consumidor do Ministério da Justiça abriu uma investigação contra o Facebook depois que denúncias revelaram esse tipo de vigilância pela rede social, o que foi admitido pelos dirigentes da companhia.

O Google também reconheceu recentemente que ouvia as conversas de usuários depois de denúncias de veículos de comunicação. Após isso, a empresa informou que cessaria esse tipo de conduta.

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