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Cores, movimento, sorte e arte

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FOTO: SÉRGIO VALE

Nada, nada mesmo, passa desapercebido ao olhar do fotógrafo Sérgio Vale. Na quinta-feira, 16, numa rápida andança pelo centro da cidade, ele viu cores na ponte de concreto, movimento da estátua que vigia a passarela que liga o segundo ao primeiro distrito de Rio branco e um trevo de quatro folhas desejando sorte ao Acre.

Do alto de seus 36 metros, a torre da Catedral Nossa Senhora de Nazareth, no centro da cidade parece abençoar a todos…

No frio, ele captou o sono do anônimo no banco da praça, em plena 9 horas da manhã. Mas para que pressa pra acordar se a cidade é acolhedora?

Curta esta galeria de imagens do excepcional Sérgio Vale. É para mandar aos amigos e guardar para a eternidade o registro desta quinta-feira, 16 de maio de 2019.

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Acre

Juíza media “guerra” entre clãs do sistema penitenciário do Acre

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Enquanto a Casa Civil do governo do Acre parece não tomar providência, os clãs que fazem gestão ao sindicato e associação dos Policiais Penais seguem em conflito no que mais parece uma guerra fria dentro do Sistema Penitenciário, principalmente em Rio Branco.

Semana passada, José Janes Gomes da Silva, conhecido como “James Peteca” fundador da Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário, protocolou uma ação popular com pedido de liminar por supostos atos ilegais de Lucas Gomes e Fagner Souza, diretor-presidente do IAPEN e diretor do presídio Francisco D’Oliveira Conde, respectivamente.

A juíza da Primeira Vara da Fazenda Pública de Rio Branco, Zenair Ferreira Bueno apontou falhas técnicas grosseiras do Advogado e do Policial Penal “Janes Peteca” na Ação Popular contra Diretor IAPEN (Autos n.º 0701466-83.2020.8.01.0001), entre eles, vícios e erros que precisam ser sanados pelo advogado para permitir o julgamento.

Segundo a denúncia, a direção do estabelecimento prisional Francisco D’Oliveira Conde cometeu vários erros, como armazenar toneladas de alimentos estragados, remédios vencidos, tortura de presidiários, prevaricação, abuso de autoridade, violação de sigilo funcional, facilitação de fuga de presos, má gestão e falta de planejamento, dente outros.

Para a juíza, faltaram provas que constatassem tais fatos. Em seu relatório disse ainda que “inicialmente, o autor (Policial Penal Janes e seu advogado) não fez prova da sua cidadania nos termos do artigo 1º § 3º da Lei 4.717/65 (…) a presente ação não cumpre o requisito mínimo de uma ação popular, que é a indicação específica e objetiva do ato lesivo cometido pelo réu por meio de seus agentes”.

Conforme o despacho da magistrada que a reportagem teve acesso, o autor (Janes e seu advogado) se insurge praticamente contra tudo o que, em seu entendimento, está errado na administração penitenciária do Estado do Acre, limitando-se a realizar diversas afirmações de ilegalidade e lesividade que estariam comprovadas pela ‘narrativa fática’, mas que não possuem qualquer lastro probatório anexados aos autos, sem o apontamento específico e juntada do ato administrativo lesivo ao patrimônio público, à moralidade administrativa, ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural”.

O texto também aborda o afastamento dos agentes públicos calcados, segundo a Justiça, “em meras alegações, inclusive de práticas criminosas, mas que não possuem qualquer fundamento nos autos”, afirma.

A Juíza concedeu o prazo de 15 (quinze) dias aos autores da ação para que emendem (corrijam os erros técnicos e insiram provas ao processo), sob pena de indeferimento.

O processo é mais um capítulo no disputado cargo de diretor do Instituto Penitenciário do Acre. Lucas Gomes, que chegou a ter sua exoneração anunciada – ele teria uma conversa com o governador Gladson Cameli – permanece à frente do órgão.

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Acre

Venezuelanos se abrigam em prédio abandonado que ameaça desabar

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Fugindo da crise humanitária, onde organismos internacionais que acompanham a realidade da Venezuela relatam a morte de crianças por falta do que comer, milhares de venezuelanos tem cruzado a fronteira nos últimos anos, deixando tudo para trás, em busca de um recomeço no Brasil.

O Acre, já algum tempo, passou a ser rota para quem sonha com um futuro melhor. Atualmente, praticamente em cada esquina de Rio Branco há uma família venezuelana pedindo ajuda para sobreviver. Sobrevivem das doações que conseguem pedindo nos semáforos da cidade.

Mas, a situação não é fácil. Muitas vezes, não é muito diferente do que se vivia na Venezuela.

Essa é a condição, por exemplo, de 5 famílias indígenas venezuelanas, da etnia Warao. No total são 32 pessoas, incluindo muitas crianças.

Por não ter como pagar o aluguel da casa onde moravam, foram despejados neste domingo, 16. Sem ter para onde ir, se instalaram em um prédio em ruínas no bairro da Base, na rua Epaminondas Jácome, próximo ao Sindicato dos Trabalhadores dos Correios.

O local é extremamente perigoso, cheio de infiltrações e corre o risco de desabar.

O ac24horas conversou com Alexis Warao, liderança do grupo. “Nós queremos uma ajuda. Além de não termos para onde ir, precisamos de alimentos, já que aqui tem muitas crianças”, desabafa o Venezuelano, que em “portunhol”, conta que está no Acre há cerca de dois meses.

Quem quiser ajudar, pode entrar em contato com o próprio Alexis pelo fone 92 9180-9629.

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