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O grande batismo de fogo do deputado Luiz Tchê

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FOTO: SÉRGIO VALE

A aprovação do pacote da nova reforma enviado pelo governador Gladson Cameli à Assembléia Legislativa será o batismo de fogo do deputado Luiz Tchê (PDT) na liderança do governo. Há todo um trabalho para que a base de apoio governista na casa consiga aprovar a matéria com 16 votos. Para isso, estão acontecendo reuniões e conversas até com a oposição. Entre os oposicionistas o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) já se manifestou que votará a favor, por entender que quem mensura o tamanho da máquina estatal é o governador. O deputado Roberto Duarte (MDB), que integra o bloco de oposição dura ao governo Cameli se posiciona contra, argumentando que no bojo do projeto está vindo a criação de cerca de 300 novos cargos. O governo rebate com a premissa que, as dez assessorias especiais, cujo salário é de 19 mil reais estão sendo extintas e substituídas por CECs de menor valor. O deputado Tchê diz que trabalha no sentido do projeto ser posto em votação na ALEAC, terça-feira.

BOA VONTADE

Há por parte do presidente da ALEAC, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), boa vontade para que o nome da Mayara Lima volte novamente à votação na ALEAC. Para isso, será preciso ter 13 assinaturas a favor. Nicolau acha que com diálogo se pode chegar a um consenso favorável a uma nova votação. Uma conversa da Mayara com os deputados, ajudaria em muito.

LETREIRO NA TESTA

Quando o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS) se queixa de queimação e fogo amigo contra o seu nome, quem conhece os bastidores da aldeia sabe a quem se refere: vice-governador Major Rocha. Diniz debita a ele, o boato de ter mais de cem cargos no governo.

A OPINIÃO PÚBLICA NÃO É ESTÁVEL

Cessou a enxurrada de críticas á prefeita Socorro Neri, depois que colocou várias frentes para recuperar as ruas esburacadas. Existem, mas em menor volume. E á medida que as obras forem avançando a tendência é de sua imagem melhorar. A opinião pública não é estável.

FALTA UMA DIVULGAÇÃO MASSIVA

As máquinas estão na pista asfaltando a AC-40 na direção de Senador Guiomard, tendo no comando das ações o secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano. Falta-lhe uma equipe exclusiva para cobrir os trabalhos da sua secretária, que fará a maiores obras do governo.

O CAPOTE E GALINHA

O capote ninguém sabe onde a fêmea coloca os seus ovos. A galinha coloca um ovo, faz a maior algazarra e fica todo mundo sabendo. Quanto mais as obras da SEINFRA forem divulgadas, melhor para a imagem do governador Gladson Cameli. É mais do que óbvio!

ESCRAVOS DE JÓ JOGAVAM CAXANGÁ

O vice-governador Major Rocha tem comentado que o secretário de Agricultura, Paulo Wadt, indicado por ele e pela irmã, deputada federal Mara Rocha (PSDB), não suportará a pressão e vai cair. Lembra aquela musiquinha infantil: Escravos de Jó/Jogavam Caxangá/Tira/Bota/Deixa o Zambelê/ Ficar……Uma pergunta: como um trem confuso deste pode dar certo?

MUNICÍPIO DA CONFUSÃO

Senador Guiomard, que município de confusão! É prefeito preso acusado de corrupção; assume outro; este outro é acusado de ameaçar adversário de morte, e assim vão levando por cima da pausada, para a tristeza dos moradores assistindo ao grotesco espetáculo circense.

MAIS UM NOME NA PAUTA

Quem estuda a possibilidade de sair candidato a prefeito de Rio Branco é o advogado Edinei Muniz. Há a possibilidade que entre no partido NOVO, com o qual vem conversando nacionalmente. Edinei seria carne de pescoço para os adversários num debate na televisão.

PROGRAMA PRAGMÁTICO

Muitos alunos não avançam no ensino por problemas de visão, o que prejudica a leitura, o aprendizado do que é colocado no quadro negro, e muito das vezes o problema não é detectado. Positivo, pois, o programa piloto de atendimento oftalmológico em curso nas escolas estaduais. Nessa o nosso coroinha do Bispo Dom Joaquim, secretário Mauro Sérgio, acertou.

ISSO PODE, ARNALDO?

Mas tem o outro lado da moeda. 100% das escolas estaduais de Cruzeiro do Sul paralisaram as suas atividades. E não foi por politicagem. Mas por falta de condições de trabalho. Secretário de Educação, Mauro Sérgio, deixar faltar material de limpeza? O mínimo que se pode exigir numa unidade escolar. E para completar, os serventes estão 4 meses sem receber. Secretário! Depois da porta arrombada é que resolveram o problema? Por qual razão não resolveram antes do desgaste cair no colo do governador Gladson Cameli. Isso pode, Arnaldo?

A GUERRA SURDA PELO CONTROLE DA MÍDIA

Até ontem onze empresas já tinham retirado o Edital para participar da licitação da verba de pouco mais de 5 milhões da mídia do governo. A projeção é que até vinte empresas, entre as regionais e as de fora do Estado participem. Inclusive, a ligada ao PT, a Companhia de Selva.

PODEM PREPARAR O BICO SECO

Numa disputa deste porte é improvável que um dos perdedores não recorra do resultado. Isso acontecendo, a decisão de quem fica com o pacote, seria da justiça. E com a sua natural lentidão, com possibilidade de se recorrer às instâncias superiores, pode se chegar a um mínimo de oito meses para a sentença final. Antes disso o governo não pode pagar ninguém. Ocorrendo, os empresários do setor de comunicação se preparem para um longo bico seco.

COBRAR É PRECISO

O deputado federal Alan Rick (DEM) voltou a cobrar das empresas áreas a redução das tarifas dos vôos para o Acre e a volta da conexão entre Porto Velho-Rio Branco, que foi suspensa. A bancada federal acreana tem de insistir neste tema e não só o Alan ficar uma voz isolada.

NINGUÉM VAI ENTENDER O SAMBA

O governo gaba-se de que vai acabar com as dez assessorias especiais, que na verdade estão sendo ocupadas por aspones. ASPONE é a popular sigla, “Assessor de Porra Nenhuma”. E vai criar 20 diretorias na nova reforma que chegou á ALEAC. É algo que ninguém vai entender.

A POLÍTICA E AS SUAS ARMADILHAS

Na primeira eleição da Leila Galvão (PT) para deputada, nos 15 dias antes da votação, dirigente do PT reuniu o diretório municipal de Epitaciolândia e pediu que não votassem nela porque não tinha chance de ganhar. Ganhou e com uma boa votação. E quando se vê agora este mesmo PT num movimento para que dispute a prefeitura de Epitaciolândia é dela matutar.

LANCE ARRISCADO

A candidatura da ex-deputada Leila Galvão (PT) a prefeita de Epitaciolândia seria um lance político de alto risco. Se ganhar, tudo bem. Mas se perder, isso terá reflexo negativo se quiser ser candidata a uma vaga na ALEAC em 2022, porque emendaria duas derrotas seguidas.

INES É MORTA

Deputado da finada FPA que esteve recentemente com o ex-senador Jorge Viana (PT), que está em conversas periódicas para formatar um novo bloco de oposição, saiu do encontro nada convencido: “quando estavam no poder não nos viam; estavam cegos, foi perderem a eleição e por um milagre passaram a nos ver; agora que, não têm um pau para dar no gato?”.

NÃO SERÁ SURPRESA

Não será surpresa se a ex-deputada Leila Galvão (PT) vir a assumir o mandato por 120 dias.

FATOS QUE NÃO PODEM SE REPETIR

O quebra pau no PS entre pacientes e um médico ortopedista não podia acontecer. Não foi isso que foi pregado na campanha. O que se bisou é que as coisas não funcionavam no PS por falta de gestão. Não resolve o problema a troca de acusações. Faltam sim melhores condições de trabalho para os profissionais e mais humanização por parte destes. O secretário Alysson Bestene tem de entrar em campo, não se justifica a demora para licitar filmes para o Raio-X.

NÃO IMPORTA A HERANÇA, SE QUER SOLUÇÃO!

O Acre aparece na última pesquisa nacional como um Estado com uma das maiores taxas de desemprego. Não importa se foi herança do projeto petista da florestania, o que interessa é quais são as políticas públicas deste governo para reverter o quadro vergonhoso recebido?

NÃO TEM IMPACTO POLÍTICO

As manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro não têm impacto político no seu nicho eleitoral, porque foram feitas por um público que não votou nele na eleição, mas no Haddad.

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Blog do Crica

Governo passa com rolo compressor na oposição

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FOTO: SÉRGIO VALE

No parlamento, quem decide o que deve ou não deve ser aprovado é a maioria. À minoria cabe protestar, criticar, mas lhe fica reservado o papel do derrotado. O que vinha acontecendo até a votação de ontem do projeto da reforma, era uma inversão de valores na ALEAC, aonde a oposição vinha derrotando um governo amplamente majoritário. Mas acabou a festa. O governo rearticulou a sua base, unificou, e impôs uma derrota fragorosa à oposição, aprovando o projeto da nova reforma com 15 votos a favor e 8 contrários. Só não teve 16 votos por o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), como presidente, não poder votar. O deputado Roberto Duarte (MDB) ainda tentou através de um artifício regimental, separar o projeto da reforma dos demais, e votar em destaque nas comissões legislativas. Foi derrotado. Nos demais projetos, estes foram aprovados por 23 votos. O que se pode destacar neste novo momento da base do governo: primeiro, é que o governador Gladson Cameli resolveu usar o poder e dar o comando de que, a votação serviria para definir quem daqui para frente seria ou não seu aliado. General forte, exército forte. Também teve outro componente decisivo na vitória: a articulação política do governo funcionou. A chegada do deputado Luiz Tchê (PDT) na liderança do governo foi outro fator preponderante. É que o Tchê é preparado, conhece o parlamento e os seus humores, e soube dialogar com os deputados dissidentes. O papel do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), neste processo, com seu perfil conciliador, também foi importante. E terem dado ao secretário Ney Amorim, pela primeira vez, a liberdade que lhe faltava para trabalhar na aglutinação da base governista, acertaram em cheio. Ponha ainda neste cadinho a participação positiva do chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade. Foi um cenário que a oposição não esperava. Apostava tudo em dissidências acontecidas em votações anteriores em que derrotou o governo, que não ocorreram. E foi o que se viu: a oposição foi esmagada pelo rolo compressor do governo na votação de todos os projetos levados ontem ao plenário. A derrota estava no semblante dos oito deputados da oposição. E o jogo foi jogado. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

DISCURSOS INCISIVOS

O que se notou ainda na votação da nova reforma administrativa foi a participação de deputados da base governista na defesa do projeto. O deputado Luiz Tchê (PDT) fez um discurso demolindo ponto por ponto os argumentos levantados pelos deputados da oposição contrários à matéria. O deputado José Bestene (PROGRESSISITAS) também teve uma fala incisiva dos tempos do velho Zeca de outras legislaturas. Também é de se destacar o pronunciamento fulminante contra os opositores pelo deputado Marcos Cavalcante (PTB).

EQUILÍBRIO É FUNDAMENTAL

Dos discursos da oposição pinço o feito pelo deputado Daniel Zen (PT), que votou contra o aumento de cargos de confiança, mas destacou que o projeto do governo tinha pontos bons, como a volta das estruturas do Instituto Dom Moacyr e do Instituto de Mudanças Climáticas.

NÃO PODE SER O NADA PRESTA

Oposição tem que ser feita a quem está no poder. Firme e incisiva. A oposição é um instrumento da democracia, sem ela vira ditadura. Só não pode ser a oposição de que o que vem de quem governa não presta. Por isso sempre destaco o deputado Daniel Zen (PT), como um político de que sabe ser um oposicionista num contexto de equilíbrio e de coerência.

FACETA INTERESSANTE

O governador Gladson Cameli mostrou ontem uma faceta interessante. De livre iniciativa saiu do seu gabinete no Palácio Rio Branco e foi sentar e dialogar com os policiais civis que estavam acampados na praça palaciana protestando por cumprimentos de pautas da categoria. Disse o que podia ser resolvido e o que não podia. E saiu aplaudido. Não se governa numa redoma.

DIA DE VITÓRIAS

Ontem, foi o dia de vitórias para o Gladson. Entregou na Caixa Econômica Federal os projetos para a recuperação de ramais no valor de 94 milhões de reais, parados desde o governo passado. Se os projetos não fossem entregue até o fim de junho o recurso seria perdido.

FORÇA-TAREFA

Para que os projetos fossem entregues na CEF em tempo recorde foi preciso o secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, montar uma força-tarefa com outros órgãos do governo para a conclusão. A prioridade é usar o recurso num menor número de ramais, mas com um serviço de qualidade com pavimentação. Serão priorizados os com maior população e produção.

CONVITE NA MESA

O advogado Edinei Muniz estuda filiar-se ao MDB. Foi convidado pelo deputado Roberto Duarte (MDB). Edinei é um quadro político dos mais preparados e somaria muito no MDB.

ALAN RICK

O deputado Alan Rick (DEM) tem se empenhado na defesa do direito dos portadores de doenças raras de recorrer à justiça para conseguir seus medicamentos. O assunto está em análise no STF. São 3 milhões de pacientes no país. Alan defende ainda que o governo federal negocie com os laboratórios preço menor para os medicamentos e garantir o tratamento.

O MÍNIMO QUE SE ESPERA

Depois da aprovação da criação de mais de 450 CECs, o mínimo que se espera do governador Gladson Cameli é de que estes cargos sejam ocupados por pessoas competentes e não usados como cabides de emprego. Estará todo mundo de olho no Diário Oficial.

SABE QUE NÃO HÁ COMO

É um problema complexo, que envolve decisão judicial tomada, por isso a cobrança por parte do deputado Jenilson Lopes (PCdoB) para que o governo mande um projeto regularizando o Pró-Saúde é jogo para a platéia. Sabe que não se resume a um ato simples de só mandar.

NÃO ENTENDI

Um policial militar tem entre as atribuições apreender armas ilegais encontradas durante uma ação. Não entendi o projeto do deputado Cadmiel Bomfim (PSDB) que torna lei a gratificação ao policial por arma recolhida. A alegação, menos ainda: de que sem o benefício o número de armas aprendidas diminuiu. Passou a impressão que a apreensão é vinculada ao pagamento.

NOME NOVO NA DISPUTA

O policial federal aposentado, Eden Barros, é um dos nomes que pode disputar a prefeitura de Xapuri no próximo ano. Atualmente, Eden é filiado ao PV, mas discute entrar no MDB.

PONTO PARA A POLÍCIA

Ponto para a polícia civil, numa investigação recorde prendeu os envolvidos no crime de decapitação, uma cena impactante e cruel que inundou as redes sociais. Não são humanos.

NÃO SE AFINA

Sempre que pode o deputado Fagner Calegário (PV) dá uma estocada no chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, lhe atribuindo os desacertos em atos do governador. Calegário dá ao Ribamar um poder que não tem, como de determinar o que pode ou não ser feito no governo.

NINGUÉM LHE TIRA

Não sei os motivos das críticas do deputado Fagner Calegário (PV) – um direito seu – mas não se pode deixar de em relação ao chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, reconhecer ser um auxiliar do governo competente nas atribuições que recebe. Mas não é quem tem a caneta.

MAS É VIRADA

Não sei se os seus projetos para o setor do empreendedorismo e turismo vão decolar. Mas a secretária Eliane Sinhasique não tem se limitado ao gabinete, ao lamento, mas corre atrás.

NÚMEROS DO GERLEN

Na contabilidade do deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), com a nova reforma aprovada ontem na ALEAC, além de garantir o funcionamento da máquina pública o atual governo economiza 7 milhões de reais se for feita uma comparação com o governo do PT. No governo do PT eram pagos com CECs 17 milhões de reais. No governo Gladson serão pagos 10 milhões de reais.

200 MILHÕES DE REAIS

É o valor, segundo o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), que o atual governo pagou só de dívidas deixadas pelo governo petista. E nisso está incluído o 13º salário atrasado herdado.

LONGE DO FANATISMO

O presidente Bolsonaro divulgou um vídeo de um Pastor evangélico que o cita como alguém “enviado por Deus” para comandar o Brasil. Não embarco na canoa do fanatismo religioso.

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Blog do Crica

A doce vida nas falidas estatais

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Quem imaginar que as falidas empresas estatais estão apenas arquejando, que estão sendo mantidas até as suas extinções só por diretores da massa falida e liquidantes estão enganados com a cor da chita. As estatais viraram um imenso varal de empregos e de benesses de afilhados políticos do governo. Durante a campanha política o mote do então candidato ao governo, Gladson Cameli, era de acabar com as estatais, que segundo o seu discurso não passavam de “cabides de emprego”. E completava sempre sobre o assunto: “não vou deixar uma, vou acabar com tudo.” Primeiro, foi mal orientado pelos seus assessores políticos, porque as estatais possuem débitos ficais e o Estado precisaria saná-los antes de meter a chave na porta. Como não pôde fechar as estatais, o que se esperava do governador era que deixasse somente os liquidante e um ou outro diretor. Mas, não sei orientado por quem, transformou as estatais numa doce vida com a criação de CECs e FGs, sem a menor necessidade. Na ACREDATA foram criadas ou mantidas 12 CECs e 72 FGs. Na SANACRE, a festa foi grande com 21 CECs e 150 FGs. Vão somando. Na COLONACRE são 21 CECs e 66 FGs. Sem falar nos diretores nomeados. E com algumas destas CECs sendo nos tetos 6 e 7, com salários superiores a 5 mil reais. Tudo bem que, quem delimita o tamanho do Estado é quem governa. Não é ilegal se criar CECs, mas que venham a produzir algo para o Estado. Não é o caso das estatais, que estão com as portas abertas apenas para não dizer que fecharam, mas não dão nenhuma contribuição ao governo no campo do desenvolvimento. Existem só nos nomes. O que se pode deduzir com este quadro é que o Gladson Cameli foi pessimamente assessorado quando montou a Reforma Administrativa aprovada na Assembléia Legislativa, caso contrário não inflado as estatais que tanto combateu na campanha por serem inertes.

CONVERSANDO É QUE SE ENTENDE, SERÁ?

O líder do governo na ALEAC, deputado Luiz Tchê (PDT), pretende procurar o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, para uma conversa inicial sobre o seu retorno à base do governo Gladson Cameli. “O Mazinho é meu amigo, uma pessoa de coração grande, um político de importância, vamos o procurar para lhe ouvir. Dialogar. Seria importante ele voltar a compor com o governo, não custa nada termos uma boa conversa política”, promete o deputado Tchê.

QUESTÃO É SIMPLES

A questão do prefeito Mazinho Serafim é simples. No popular foi sacaneado, foi olhado com desdém pelo governador Gladson Cameli, que prestigiou seus adversários, e se tivesse boa vontade de uma recomposição política, por certo já teria feito uma visita á prefeitura de Sena Madureira. Mazinho é tratado pelo governo como pária, querem que, ele retribua com palmas? Por isso não acredito muito que essa prometida investida do Tchê venha a dar certo. Mesmo porque, se o Gladson tivesse interesse em uma reaproximação já teria lhe procurado.

GARANTIAS REAIS

O deputado Neném Almeida (SD) me disse ontem que somente sairá do SOLIDARIEDADE com garantia real de que não vai perder o mandato. Se sair apenas com uma “Carta de Liberação”, como quer a direção do partido, nada impede que o primeiro suplente requeira seu mandato.

COM O JURÍDICO

Não pedi para sair do partido, eles que comunicaram que estavam me dando uma “Carta de Liberação”, entreguei o caso na mão do meu advogado para me cercar juridicamente e impedir eu venha a ser vítima de uma cilada política, explica Neném. “Quero sair sem brigas, mas seguro”, diz.

CARTA BATIDA

O certo é que não há mais lugar no SOLIDARIEDADE para os grupos da deputada federal Vanda Milani (SD) e do deputado Neném Almeida (SD). Pelo fato do SD o querer fora.

PETECÃO, O REI DAS QUADRAS

Da bancada federal acreana ninguém investiu mais em esporte destinando emendas parlamentares do que o senador Sérgio Petecão (PSD). São centenas de quadras sintéticas espalhadas pelo Estado, com maior número na capital. Uma nova quadra deverá ser entregue na 6 de Agosto. Certo o Petecão, investir no esporte ajuda a tirar os jovens das drogas.

ACABOU A RECLAMAÇÃO

A intervenção do secretario de Infraestrutura, Thiago Caetano, por determinação do Gladson Cameli, de asfaltar a AC-40, que vinha sofrendo uma campanha de críticas nas redes sociais por estar deteriorada e tomada por buracos foi uma pauta positiva. É isso que o Gladson tem que procurar executar, obras e ações que afinem o seu governo com os anseios do povão.

BEM MENOS

Se forem somados 900 cargos que ficaram na Reforma Administrativa, os 450 que devem ser aprovados pela Assembléia Legislativa, e os que foram criados nas empresas estatais, ainda assim, o governo Cameli terá bem menos cargos de confiança que no último governo do PT.

SERIA ALGO SURREAL

Com todos os desencontros deste início de governo Gladson Cameli, ainda assim não consigo acreditar que fará uma administração pior do que a do seu antecessor. Pode ajustar a gestão, tempo para isso ainda tem de sobra. E se for um governo que dê certo, melhor para o Acre.

AÇÃO DO ALAN RICK

Foi fruto de ação parlamentar do deputado federal Alan Rick (DEM), que o Ministério Público Federal entrou na briga pelo retorno do vôo da GOL, no trecho Rio Branco-Porto Velho.

PRATICAMENTE ELUCIDADO

O crime da decapitação de um jovem e que tomou conta das redes sociais já foi elucidado pela polícia e os autores identificados. Os policiais os tratem com o maior carinho, porque se disserem que tiveram um fio de cabelo tocado, por certo os policiais passarão a ser os vilões.

VAMOS DAR O CRÉDITO

Nada contra que notas da coluna sejam pinçadas para republicação em outros espaços nas redes sociais, mas vamos dar o crédito ao autor da matéria. A prática não vem sendo adotada.

FORA DA EQUIPE

Não havia ao governador Gladson Cameli outra medida ao não ser afastar da sua equipe de segurança o militar do BOPE, Alan Martins, que se envolveu em um acidentes com morte. O resto fica com a justiça. O que o Gladson podia fazer legalmente era o tirar da sua segurança.

VAI COMPLICAR

Caso a prefeita Socorro Neri entre na justiça contra a sangria indevida efetuada pelo Estado nos últimos 20 anos, cortando pela metade o repasse da cota legal do ICMs da PMRB, para aumentar o valor de repasse aos demais municípios, os governadores dos últimos 20 anos do PT podem ser acionados por improbidade administrativa. Está nas mãos da Socorro Neri, abrir mão ou não do percentual de 50% a que a PMRB tem direito. A PMRB não nada em dinheiro. E se não abrir mãos a quebradeira nas prefeituras do interior será geral. É um caso delicado.

MDB NA OPOSIÇÃO

A tendência é que dois dos três votos do MDB na Assembléia Legislativa sejam contra o projeto da nova reforma administrativa do governo, prevista para ser votada na sessão de hoje. Votarão contra o deputado Roberto Duarte (MDB); o mais duro opositor ao Gladsom, e a deputada Meire Serafim (MDB). A deputada Antonia Sales (MDB) deve votar a favor.

CHAMEM O CHAPOLIM COLORADO

Acompanho o Rio Branco Futebol Clube desde a década de 70. Época que tinha uma sede social que era referência em eventos. Um time de futebol temido e de muitos títulos. Nos últimos anos parece que passou um furacão pelo clube. A sede desmoronou. Uma dívida de cerca de 2 milhões de reais. E para completar a atual diretoria submete o torcedor ao vexame de ir ao estádio para ver o pior time que o Rio Branco montou nos últimos tempos ser humilhado. Fora o goleiro e os dois zagueiros, o restante é vergonhoso, não seriam titulares no campeonato do Calafate. Não se pode deixar de reconhecer alguns abnegados. Mas o futebol mudou. Não cabe mais o amadorismo, a improvisação. Tem que se moderno, planejado, profissional. Quem é o empresário que vai colocar o nome da sua empresa num projeto falido, amador, sem planejamento? Se era para o torcedor ir para o estádio passar vergonha, melhor não ter colocado o time em campo. Como torcedor das antigas do Estrelão tinha que fazer este desabafo. Lamentável assistir o fim de um memorável clube. Só uma diretoria nova, com visão profissional, poderia salvar o Estrelão. Caso não queiram este caminho, chamem o Chapolim Colorado! Pobre Rio Branco Futebol Clube!

FALTA LEGITIMIDADE

Falta legitimidade a quem participou dos últimos vinte anos do desastre administrativo do PT para atacar o governo Gladson Cameli, mesmo com as suas trapalhadas iniciais, porque foram coniventes com o fracasso da gestão petista calados, que resultou na derrota mais fragorosa que o PT sofreu, junto com seus aliados da FPA.

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