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Bittar se reúne com secretário para tratar sobre reforma da previdência

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O senador e vice-líder do governo Marcio Bittar (MDB-AC) se reuniu na manhã desta sexta-feira (17) com o secretário da Previdência, Rogério Marinho, para tratar sobre a aprovação da reforma previdenciária no Congresso. Segundo o parlamentar, o diagnóstico do setor mostra a urgência nas medidas propostas a fim de que a economia do país volte a permitir investimentos e as contas públicas sejam saneadas.

Bittar e Marinho estão de acordo quanto à extrema necessidade de que a Câmara e o Senado agilizem os trâmites de votação das medidas. Ele se colocou à disposição do secretário para trabalhar pela aprovação da reforma, se comprometendo ainda a angariar apoio de outros parlamentares.

Segundo dados de um levantamento feito pelo governo de Jair Bolsonaro, a população brasileira envelhece em ritmo acelerado e, em pouco tempo, haverá mais pessoas recebendo benefícios previdenciários do que aquelas que contribuem para a Previdência. Isso inviabilizará o sistema a ponto de ameaçar o pagamento das pensões e aposentadorias.

De acordo com esses dados, em 2016 mais de 52 milhões de brasileiros contribuíam para a Previdência, enquanto 33,2 milhões recebiam benefícios. Para cada aposentado ou pensionista, havia pouco mais de 1,5 contribuindo.

As projeções são ainda piores: sem a Reforma da Previdência, em 2050 o número de contribuintes cairá para 43,9 milhões, enquanto o de aposentados será superior a 61 milhões de pessoas.

“Estou à disposição do governo para aprovarmos a reforma, por ter a clareza de que sem ela não haverá futuro para os aposentados e nem perspectivas para a economia do país”, disse Marcio Bittar a Rogério Marinho.

 

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Acre

Duarte quer que governo Gladson antecipe metade do 13º em julho

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FOTO: SÉRGIO VALE

Se baseando pela declaração do governador Gladson Cameli que afirmou recentemente que já tem o dinheiro para o pagamento do décimo terceiro salário dos servidores públicos em dezembro, o deputado Roberto Duarte usou a tribuna da Aleac na manhã desta quarta-feira, 22, para pedir que o Estado disponibilize 50% do crédito para o funcionalismo, conforme prevê a legislação trabalhista.

“Eu entendo que, como o Governo mostrou para a população do Estado do Acre que está com a saúde financeira maravilhosa, porque criou inúmeros cargos, e ele também já disse que está com os recursos do décimo terceiro garantidos, nós vamos pedir que o Governo monte uma comissão e convide a Assembleia Legislativa para essa comissão para começar a negociar com todas as categorias dos servidores efetivos e, também, que possa fazer o pagamento do décimo terceiro até o mês de julho”, disse o parlamentar.

Duarte alega serem necessárias essas medidas como forma de valorizar o servidor público. Ele pede, inclusive, a realização de concursos públicos para ampliação do cargo efetivo que, em alguns casos, encontram-se com número de profissionais abaixo do necessário, como é o caso dos policiais civis e agente penitenciários.

O parlamentar ressaltou ainda que caso o a antecipação seja feita pelo governo, o comércio que está quebrado será beneficiado e ainda aquecerá a economia local com circulação de dinheiro e geração de emprego.

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Acre

Povo Huni Kuin cobra políticas públicas do governo Gladson

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FOTO: SÉRGIO VALE

Centenas de índios do Povo Huni Kuin tomaram as principais ruas do centro de Rio Branco na manhã desta quarta-feira, 22, e se concentraram em frente a Assembleia Legislativa do Acre com intuito de chamar atenção do governo do Estado sobre as políticas públicas para os povos indígenas.

O líder Ninawa Huni Kuin, presidente da Federação do Povo Huni Kuin do Estado do Acre, destacou que a mobilização também visa divulgar a 4ª Assembleia Geral do Etnia, que iniciou esta semana e vai até o próximo sábado, 25.

“Trazemos hoje para que a sociedade acreana e de Rio Branco conheça um pouco do trabalho que fazemos com o desenvolvimento do estado, apontado que os povos contribuem para isso”, pontuou.

Ninawa enfatizou que não existe relação com o governo Gladson Cameli, mas sim conversas paralelas. “No mês passado nos reunimos com o governador e ficou definido que um departamento seria criado na estrutura do Estado, mas nosso intuito não é esse. Nosso intuito não cargo, mas sim uma relação efetiva com o Estado”, frisou o líder.

FOTOS: SÉRGIO VALE 

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