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Disputa da PMRB ganha mais um candidato

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Mais um nome de qualidade entrou no cenário das eleições municipais como aspirante à PMRB. O Juiz de Direito aposentado, Pedro Longo, revelou ontem à coluna de que, aceitou o desafio proposto pelo Partido Verde para no próximo ano disputar a prefeitura de Rio Branco. A primeira prioridade, segundo Longo, será trabalhar na montagem de um bom Plano de Governo, com ênfase na questão da mobilidade urbana e saneamento. Adiantou ainda, que recebeu da direção executiva do PV, total liberdade para conversar com os partidos, lideranças políticas, o meio comunitário, para articular uma ampla aliança de apoio à sua candidatura. Pelo seu preparo intelectual como Juiz, Pedro longo é um nome que soma na qualidade, e será mais uma das muitas opções que se apresentarão em 2020 para disputar a prefeitura da capital. Pela movimentação é possível que se chegue a cinco nomes na disputa.

NOVA LEGISLAÇÃO FORÇA MUDANÇA

Com o fim das coligações proporcionais, aquela imoralidade eleitoral que transformava as siglas nanicas num grande mercado persa de venda de apoio, os partido estão sendo obrigados agora para não sumir do cenário, ter candidato a prefeito de olho na cláusula de barreira.

O QUE RONDÔNIA TEM?

Perfeito o artigo do Luiz Calixto, com o título acima, no ac24horas, uma paulada nos bobalhões que ficam a acusar que a atual administração está querendo a rondonização do Acre, como se fosse algo negativo. Se é isso mesmo o que o Gladson Cameli quer, acertou na mosca, estamos na Idade da Pedra no quesito economia perto do nosso vizinho Rondônia. Leiam o Calixto. Durante 20 anos ficamos brincando de desenvolver o Acre vendendo óleo de copaíba.

EM QUE PLANETA SE ESCONDIAM?

Em que planeta se escondiam os empresários da área rural, que agora tomam esta posição xenófoba contra se trazer empresários rondonienses para investir no Acre? Não conheço nenhum movimento nestes últimos 20 anos contra a farsa econômica chamada florestania?

A VACA VAI PARA O BREJO

O governador Gladson ou assume a postura de que as nomeações e exonerações de ocupantes de cargos de confiança, de secretários, são da sua exclusiva competência ou vai passar o governo trocando secretário a cada beicinho de deputado. Se for por este caminho a vaca vai para o brejo. E tem que lembrar que, o que está em jogo é sua imagem e não de deputado.

O TOUCINHO PODE VIRAR TORRESMO

Trecho interessante de um comentário que me enviou o ex-deputado federal Chicão Brígido, sobre o governo Cameli: “….O Orleir, que era um homem mais cascudo, terminou o seu governo na lona. O Tião Viana, com vasta experiência, saiu pela porta do fundo. Ou o Gladson monta um time para jogar e vencer os desafios que estão sob os seus ombros, ou o toucinho que ganhou no momento da sua vitória vai virar torresmo”. Comentário de sentido, Chicão!

NUMA ROUBADA

Na campanha de deputado estadual o PCdoB convenceu o PT que era bom para ambos uma coligação para disputar vagas na ALEAC. Foi um conto do paco. O PCdoB ficou com dois deputados e o PT perdeu dois. Quem está caindo no conto do paco dos comunistas agora é o deputado Daniel Zen (PT) ao aceitar a presidência da CPI da ENERGISA. Entrou numa roubada!

NENHUMA RELAÇÃO

O deputado Fagner Calegário (PV) nega ter relações políticas com o ex-secretário Raphael.

PONTO PARA A TRANSPARÊNCIA

Pela primeira vez, nos últimos 20 anos, um governo mostra respeito pela Assembléia Legislativa: a LDO chegou á casa com todos os seus anexos, o que deixa os deputados com subsídios para propor ou não alguma alteração. Sempre chegou de afogadilho para votar.

COISA MAIS COMUM

Nada mais comum era chegar a LDO sem os anexos, e votar em seguida. Os deputados não tinham tempo de analisar a matéria e nem noção do que eles estavam votando.

RECADO AO BESTENE

A reação a que Mayara Lima não tenha de novo seu nome sabatinado na ALEAC – precisaria de 13 votos para a matéria voltar ao plenário – embute na verdade uma reação que é um recado ao deputado José Bestene (PROGRESSISTAS), seu padrinho, sem espaço na base de apoio.

NINGUÉM É MAIS CRITICADO

Falo de cátedra porque converso muito com os deputados. Por isso, posso afirmar que não existe um parlamentar mais rejeitado e criticado na base governista do que o deputado José Bestene (PROGRESSISTAS). Nota-se também que o Bestene se mostra calado e isolado.

FORA DOS GRANDES DEBATES

Outro fato que também salta aos olhos é que o deputado José Bestene (PROGRESSISTAS) não é chamado para discutir as grandes questões do governo Gladson Cameli, no qual, fora os cargos indicados por ele não exerce nenhuma influência nas decisões. Todo mundo apostava que seria protagonista no governo Cameli, o mais ouvido. E não exerce nem papel de coadjuvante.

SERVENTIA DA CASA

O convite para o deputado Neném Almeida (SD) deixar o partido foi na base do – a porta de saída é a serventia da casa – ou seja, rua! A direção do SD o acusa de ter vários cargos no governo e em nenhum momento ter beneficiado os partidos, mas apenas os seus afilhados.

NÃO É AGRESSIVO

O deputado Luiz Gonzaga (PSDB) não é agressivo, cobra, mas antes busca informações. Reagiu com seu discurso de ontem apenas como indignação natural por não ter sido ouvido em reclamações que faria sobre o sistema de Saúde, uma das pautas que mais cobrou do governo passado. Cabe ao secretário Alysson Bestene procurar o deputado e ouvir o que tem a dizer.

GARRA DE OCASIÃO

A secretária Maria Alice tem de deixar um canal aberto com o sindicato dos gestores; conversar com eles, ouvir as suas reivindicações, isso é normal na relação administrativa. Os gestores têm razão de protestar. Mas não se viu do grupo a mesma garra no governo passado na luta pelos direitos, que hoje alegam que foram postergados pelo governo petista. Ou não?

É JOGAR ABERTO

O que a secretária Maria Alice tem de fazer é dialogar, ouvir a categoria e dizer dentro do teto de gastos permitidos na Lei de Responsabilidade Fiscal, o que pode ou não ser atendido. O que não pode ser resolvido, já está resolvido, ponto. Pelo menos conversa. Conversar não dói.

AULA DE DEMOCRACIA

O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) amadureceu muito. Não faz criticas pessoais, usa a tribuna de forma serena, e nem por isso deixa de ser opositor duro e de cobrar do governo Gladson. Mas foge do ranço populista, quando diz que votará a favor do projeto da nova reforma enviada pelo governo, porque cabe ao governo dizer qual o tamanho estatal.

COMPLETAMENTE CERTO

Não é deputado que vai dizer de quantos cargos o governo precisa, mas quem governa. Se não funcionar e virar cabide de emprego, se critique depois. Por isso, o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) foi cirúrgico e coerente na decisão. O resto é populismo para a platéia.

MÁQUINAS NAS RUAS

O que a população cobrava foi atendido, a prefeitura está com várias frentes de trabalho nas ruas recuperando a malha viária. A prefeita Socorro Neri não poderia era ceder às pressões e fazer um serviço porco no inverno. Até porque as críticas viriam em dobro da população.

QUAL É O PROBLEMA?

A questão do IMC voltar a ter os cargos anteriores é uma medida acertada. Pela sua importância em carrear recursos externos, seu tamanho, jamais, deveria ter sido reduzido. Ser contra porque novos cargos serão criados? Me poupem de populismo! O tamanho do Estado tem de ser mínimo, mas não a um ponto que os serviços públicos possam ser prejudicados. Se erraram na receita do tamanho da reforma inicial, nada demais que se corrija agora. O que se deve cobrar dentro do contexto do ajuste é se as modificações vão implicar em órgãos que colaborem de fato para ajudar a tirar o Estado do atoleiro econômico que foi deixado e ainda continua. O resto é discussão para a platéia, para os holofotes. A discussão tem de ser racional.

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Governo passa com rolo compressor na oposição

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FOTO: SÉRGIO VALE

No parlamento, quem decide o que deve ou não deve ser aprovado é a maioria. À minoria cabe protestar, criticar, mas lhe fica reservado o papel do derrotado. O que vinha acontecendo até a votação de ontem do projeto da reforma, era uma inversão de valores na ALEAC, aonde a oposição vinha derrotando um governo amplamente majoritário. Mas acabou a festa. O governo rearticulou a sua base, unificou, e impôs uma derrota fragorosa à oposição, aprovando o projeto da nova reforma com 15 votos a favor e 8 contrários. Só não teve 16 votos por o deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), como presidente, não poder votar. O deputado Roberto Duarte (MDB) ainda tentou através de um artifício regimental, separar o projeto da reforma dos demais, e votar em destaque nas comissões legislativas. Foi derrotado. Nos demais projetos, estes foram aprovados por 23 votos. O que se pode destacar neste novo momento da base do governo: primeiro, é que o governador Gladson Cameli resolveu usar o poder e dar o comando de que, a votação serviria para definir quem daqui para frente seria ou não seu aliado. General forte, exército forte. Também teve outro componente decisivo na vitória: a articulação política do governo funcionou. A chegada do deputado Luiz Tchê (PDT) na liderança do governo foi outro fator preponderante. É que o Tchê é preparado, conhece o parlamento e os seus humores, e soube dialogar com os deputados dissidentes. O papel do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Nicolau Junior (PROGRESSISTAS), neste processo, com seu perfil conciliador, também foi importante. E terem dado ao secretário Ney Amorim, pela primeira vez, a liberdade que lhe faltava para trabalhar na aglutinação da base governista, acertaram em cheio. Ponha ainda neste cadinho a participação positiva do chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade. Foi um cenário que a oposição não esperava. Apostava tudo em dissidências acontecidas em votações anteriores em que derrotou o governo, que não ocorreram. E foi o que se viu: a oposição foi esmagada pelo rolo compressor do governo na votação de todos os projetos levados ontem ao plenário. A derrota estava no semblante dos oito deputados da oposição. E o jogo foi jogado. Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

DISCURSOS INCISIVOS

O que se notou ainda na votação da nova reforma administrativa foi a participação de deputados da base governista na defesa do projeto. O deputado Luiz Tchê (PDT) fez um discurso demolindo ponto por ponto os argumentos levantados pelos deputados da oposição contrários à matéria. O deputado José Bestene (PROGRESSISITAS) também teve uma fala incisiva dos tempos do velho Zeca de outras legislaturas. Também é de se destacar o pronunciamento fulminante contra os opositores pelo deputado Marcos Cavalcante (PTB).

EQUILÍBRIO É FUNDAMENTAL

Dos discursos da oposição pinço o feito pelo deputado Daniel Zen (PT), que votou contra o aumento de cargos de confiança, mas destacou que o projeto do governo tinha pontos bons, como a volta das estruturas do Instituto Dom Moacyr e do Instituto de Mudanças Climáticas.

NÃO PODE SER O NADA PRESTA

Oposição tem que ser feita a quem está no poder. Firme e incisiva. A oposição é um instrumento da democracia, sem ela vira ditadura. Só não pode ser a oposição de que o que vem de quem governa não presta. Por isso sempre destaco o deputado Daniel Zen (PT), como um político de que sabe ser um oposicionista num contexto de equilíbrio e de coerência.

FACETA INTERESSANTE

O governador Gladson Cameli mostrou ontem uma faceta interessante. De livre iniciativa saiu do seu gabinete no Palácio Rio Branco e foi sentar e dialogar com os policiais civis que estavam acampados na praça palaciana protestando por cumprimentos de pautas da categoria. Disse o que podia ser resolvido e o que não podia. E saiu aplaudido. Não se governa numa redoma.

DIA DE VITÓRIAS

Ontem, foi o dia de vitórias para o Gladson. Entregou na Caixa Econômica Federal os projetos para a recuperação de ramais no valor de 94 milhões de reais, parados desde o governo passado. Se os projetos não fossem entregue até o fim de junho o recurso seria perdido.

FORÇA-TAREFA

Para que os projetos fossem entregues na CEF em tempo recorde foi preciso o secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano, montar uma força-tarefa com outros órgãos do governo para a conclusão. A prioridade é usar o recurso num menor número de ramais, mas com um serviço de qualidade com pavimentação. Serão priorizados os com maior população e produção.

CONVITE NA MESA

O advogado Edinei Muniz estuda filiar-se ao MDB. Foi convidado pelo deputado Roberto Duarte (MDB). Edinei é um quadro político dos mais preparados e somaria muito no MDB.

ALAN RICK

O deputado Alan Rick (DEM) tem se empenhado na defesa do direito dos portadores de doenças raras de recorrer à justiça para conseguir seus medicamentos. O assunto está em análise no STF. São 3 milhões de pacientes no país. Alan defende ainda que o governo federal negocie com os laboratórios preço menor para os medicamentos e garantir o tratamento.

O MÍNIMO QUE SE ESPERA

Depois da aprovação da criação de mais de 450 CECs, o mínimo que se espera do governador Gladson Cameli é de que estes cargos sejam ocupados por pessoas competentes e não usados como cabides de emprego. Estará todo mundo de olho no Diário Oficial.

SABE QUE NÃO HÁ COMO

É um problema complexo, que envolve decisão judicial tomada, por isso a cobrança por parte do deputado Jenilson Lopes (PCdoB) para que o governo mande um projeto regularizando o Pró-Saúde é jogo para a platéia. Sabe que não se resume a um ato simples de só mandar.

NÃO ENTENDI

Um policial militar tem entre as atribuições apreender armas ilegais encontradas durante uma ação. Não entendi o projeto do deputado Cadmiel Bomfim (PSDB) que torna lei a gratificação ao policial por arma recolhida. A alegação, menos ainda: de que sem o benefício o número de armas aprendidas diminuiu. Passou a impressão que a apreensão é vinculada ao pagamento.

NOME NOVO NA DISPUTA

O policial federal aposentado, Eden Barros, é um dos nomes que pode disputar a prefeitura de Xapuri no próximo ano. Atualmente, Eden é filiado ao PV, mas discute entrar no MDB.

PONTO PARA A POLÍCIA

Ponto para a polícia civil, numa investigação recorde prendeu os envolvidos no crime de decapitação, uma cena impactante e cruel que inundou as redes sociais. Não são humanos.

NÃO SE AFINA

Sempre que pode o deputado Fagner Calegário (PV) dá uma estocada no chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, lhe atribuindo os desacertos em atos do governador. Calegário dá ao Ribamar um poder que não tem, como de determinar o que pode ou não ser feito no governo.

NINGUÉM LHE TIRA

Não sei os motivos das críticas do deputado Fagner Calegário (PV) – um direito seu – mas não se pode deixar de em relação ao chefe do gabinete civil, Ribamar Trindade, reconhecer ser um auxiliar do governo competente nas atribuições que recebe. Mas não é quem tem a caneta.

MAS É VIRADA

Não sei se os seus projetos para o setor do empreendedorismo e turismo vão decolar. Mas a secretária Eliane Sinhasique não tem se limitado ao gabinete, ao lamento, mas corre atrás.

NÚMEROS DO GERLEN

Na contabilidade do deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), com a nova reforma aprovada ontem na ALEAC, além de garantir o funcionamento da máquina pública o atual governo economiza 7 milhões de reais se for feita uma comparação com o governo do PT. No governo do PT eram pagos com CECs 17 milhões de reais. No governo Gladson serão pagos 10 milhões de reais.

200 MILHÕES DE REAIS

É o valor, segundo o deputado Gerlen Diniz (PROGRESSISTAS), que o atual governo pagou só de dívidas deixadas pelo governo petista. E nisso está incluído o 13º salário atrasado herdado.

LONGE DO FANATISMO

O presidente Bolsonaro divulgou um vídeo de um Pastor evangélico que o cita como alguém “enviado por Deus” para comandar o Brasil. Não embarco na canoa do fanatismo religioso.

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A doce vida nas falidas estatais

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Quem imaginar que as falidas empresas estatais estão apenas arquejando, que estão sendo mantidas até as suas extinções só por diretores da massa falida e liquidantes estão enganados com a cor da chita. As estatais viraram um imenso varal de empregos e de benesses de afilhados políticos do governo. Durante a campanha política o mote do então candidato ao governo, Gladson Cameli, era de acabar com as estatais, que segundo o seu discurso não passavam de “cabides de emprego”. E completava sempre sobre o assunto: “não vou deixar uma, vou acabar com tudo.” Primeiro, foi mal orientado pelos seus assessores políticos, porque as estatais possuem débitos ficais e o Estado precisaria saná-los antes de meter a chave na porta. Como não pôde fechar as estatais, o que se esperava do governador era que deixasse somente os liquidante e um ou outro diretor. Mas, não sei orientado por quem, transformou as estatais numa doce vida com a criação de CECs e FGs, sem a menor necessidade. Na ACREDATA foram criadas ou mantidas 12 CECs e 72 FGs. Na SANACRE, a festa foi grande com 21 CECs e 150 FGs. Vão somando. Na COLONACRE são 21 CECs e 66 FGs. Sem falar nos diretores nomeados. E com algumas destas CECs sendo nos tetos 6 e 7, com salários superiores a 5 mil reais. Tudo bem que, quem delimita o tamanho do Estado é quem governa. Não é ilegal se criar CECs, mas que venham a produzir algo para o Estado. Não é o caso das estatais, que estão com as portas abertas apenas para não dizer que fecharam, mas não dão nenhuma contribuição ao governo no campo do desenvolvimento. Existem só nos nomes. O que se pode deduzir com este quadro é que o Gladson Cameli foi pessimamente assessorado quando montou a Reforma Administrativa aprovada na Assembléia Legislativa, caso contrário não inflado as estatais que tanto combateu na campanha por serem inertes.

CONVERSANDO É QUE SE ENTENDE, SERÁ?

O líder do governo na ALEAC, deputado Luiz Tchê (PDT), pretende procurar o prefeito de Sena Madureira, Mazinho Serafim, para uma conversa inicial sobre o seu retorno à base do governo Gladson Cameli. “O Mazinho é meu amigo, uma pessoa de coração grande, um político de importância, vamos o procurar para lhe ouvir. Dialogar. Seria importante ele voltar a compor com o governo, não custa nada termos uma boa conversa política”, promete o deputado Tchê.

QUESTÃO É SIMPLES

A questão do prefeito Mazinho Serafim é simples. No popular foi sacaneado, foi olhado com desdém pelo governador Gladson Cameli, que prestigiou seus adversários, e se tivesse boa vontade de uma recomposição política, por certo já teria feito uma visita á prefeitura de Sena Madureira. Mazinho é tratado pelo governo como pária, querem que, ele retribua com palmas? Por isso não acredito muito que essa prometida investida do Tchê venha a dar certo. Mesmo porque, se o Gladson tivesse interesse em uma reaproximação já teria lhe procurado.

GARANTIAS REAIS

O deputado Neném Almeida (SD) me disse ontem que somente sairá do SOLIDARIEDADE com garantia real de que não vai perder o mandato. Se sair apenas com uma “Carta de Liberação”, como quer a direção do partido, nada impede que o primeiro suplente requeira seu mandato.

COM O JURÍDICO

Não pedi para sair do partido, eles que comunicaram que estavam me dando uma “Carta de Liberação”, entreguei o caso na mão do meu advogado para me cercar juridicamente e impedir eu venha a ser vítima de uma cilada política, explica Neném. “Quero sair sem brigas, mas seguro”, diz.

CARTA BATIDA

O certo é que não há mais lugar no SOLIDARIEDADE para os grupos da deputada federal Vanda Milani (SD) e do deputado Neném Almeida (SD). Pelo fato do SD o querer fora.

PETECÃO, O REI DAS QUADRAS

Da bancada federal acreana ninguém investiu mais em esporte destinando emendas parlamentares do que o senador Sérgio Petecão (PSD). São centenas de quadras sintéticas espalhadas pelo Estado, com maior número na capital. Uma nova quadra deverá ser entregue na 6 de Agosto. Certo o Petecão, investir no esporte ajuda a tirar os jovens das drogas.

ACABOU A RECLAMAÇÃO

A intervenção do secretario de Infraestrutura, Thiago Caetano, por determinação do Gladson Cameli, de asfaltar a AC-40, que vinha sofrendo uma campanha de críticas nas redes sociais por estar deteriorada e tomada por buracos foi uma pauta positiva. É isso que o Gladson tem que procurar executar, obras e ações que afinem o seu governo com os anseios do povão.

BEM MENOS

Se forem somados 900 cargos que ficaram na Reforma Administrativa, os 450 que devem ser aprovados pela Assembléia Legislativa, e os que foram criados nas empresas estatais, ainda assim, o governo Cameli terá bem menos cargos de confiança que no último governo do PT.

SERIA ALGO SURREAL

Com todos os desencontros deste início de governo Gladson Cameli, ainda assim não consigo acreditar que fará uma administração pior do que a do seu antecessor. Pode ajustar a gestão, tempo para isso ainda tem de sobra. E se for um governo que dê certo, melhor para o Acre.

AÇÃO DO ALAN RICK

Foi fruto de ação parlamentar do deputado federal Alan Rick (DEM), que o Ministério Público Federal entrou na briga pelo retorno do vôo da GOL, no trecho Rio Branco-Porto Velho.

PRATICAMENTE ELUCIDADO

O crime da decapitação de um jovem e que tomou conta das redes sociais já foi elucidado pela polícia e os autores identificados. Os policiais os tratem com o maior carinho, porque se disserem que tiveram um fio de cabelo tocado, por certo os policiais passarão a ser os vilões.

VAMOS DAR O CRÉDITO

Nada contra que notas da coluna sejam pinçadas para republicação em outros espaços nas redes sociais, mas vamos dar o crédito ao autor da matéria. A prática não vem sendo adotada.

FORA DA EQUIPE

Não havia ao governador Gladson Cameli outra medida ao não ser afastar da sua equipe de segurança o militar do BOPE, Alan Martins, que se envolveu em um acidentes com morte. O resto fica com a justiça. O que o Gladson podia fazer legalmente era o tirar da sua segurança.

VAI COMPLICAR

Caso a prefeita Socorro Neri entre na justiça contra a sangria indevida efetuada pelo Estado nos últimos 20 anos, cortando pela metade o repasse da cota legal do ICMs da PMRB, para aumentar o valor de repasse aos demais municípios, os governadores dos últimos 20 anos do PT podem ser acionados por improbidade administrativa. Está nas mãos da Socorro Neri, abrir mão ou não do percentual de 50% a que a PMRB tem direito. A PMRB não nada em dinheiro. E se não abrir mãos a quebradeira nas prefeituras do interior será geral. É um caso delicado.

MDB NA OPOSIÇÃO

A tendência é que dois dos três votos do MDB na Assembléia Legislativa sejam contra o projeto da nova reforma administrativa do governo, prevista para ser votada na sessão de hoje. Votarão contra o deputado Roberto Duarte (MDB); o mais duro opositor ao Gladsom, e a deputada Meire Serafim (MDB). A deputada Antonia Sales (MDB) deve votar a favor.

CHAMEM O CHAPOLIM COLORADO

Acompanho o Rio Branco Futebol Clube desde a década de 70. Época que tinha uma sede social que era referência em eventos. Um time de futebol temido e de muitos títulos. Nos últimos anos parece que passou um furacão pelo clube. A sede desmoronou. Uma dívida de cerca de 2 milhões de reais. E para completar a atual diretoria submete o torcedor ao vexame de ir ao estádio para ver o pior time que o Rio Branco montou nos últimos tempos ser humilhado. Fora o goleiro e os dois zagueiros, o restante é vergonhoso, não seriam titulares no campeonato do Calafate. Não se pode deixar de reconhecer alguns abnegados. Mas o futebol mudou. Não cabe mais o amadorismo, a improvisação. Tem que se moderno, planejado, profissional. Quem é o empresário que vai colocar o nome da sua empresa num projeto falido, amador, sem planejamento? Se era para o torcedor ir para o estádio passar vergonha, melhor não ter colocado o time em campo. Como torcedor das antigas do Estrelão tinha que fazer este desabafo. Lamentável assistir o fim de um memorável clube. Só uma diretoria nova, com visão profissional, poderia salvar o Estrelão. Caso não queiram este caminho, chamem o Chapolim Colorado! Pobre Rio Branco Futebol Clube!

FALTA LEGITIMIDADE

Falta legitimidade a quem participou dos últimos vinte anos do desastre administrativo do PT para atacar o governo Gladson Cameli, mesmo com as suas trapalhadas iniciais, porque foram coniventes com o fracasso da gestão petista calados, que resultou na derrota mais fragorosa que o PT sofreu, junto com seus aliados da FPA.

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