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Coronel Bino promete atacar modus operandi das facções criminosas

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O Coronel Ezequiel Bino, novo comandante da Polícia Militar do Acre, disse na manhã desta quinta-feira (16) que a partir deste final de semana vai atacar com novas estratégias o modus operandi da ação de facções contra a vida. “Essa redução no número de crimes contra a vida ainda não é ideal” comentou.

Bino que é natural de Brasileia – região de fronteira – prometeu retomar os encontros com as comunidades e defendeu uma maior aproximação entre a Polícia e o cidadão para combater o crime organizado. “Uma denúncia leva as polícias a prisão e desmonte de verdadeiras quadrilhas. A parceria com a sociedade é fundamental” destacou o comandante.

Para o chefe de comando da PM todo o sistema de segurança pública vem se esforçando para reduzir o número de homicídios. Dados produzidos pelo Ministério Público que mostram 42 mortes a menos, se comparados com o mesmo período do ano passado, aponta para um caminho certo, mas não para a tranquilidade. “Os dados do ano passado foram muito alto, não podemos nos acomodar” acrescentou.

O comandante elogiou a nova postura do governo, destacando o apoio recebido pelo governador Gladson Cameli e o vice-governador Major Rocha. “Temos chefes do executivo presentes em nossa Caserna, isso já é um diferencial muito grande que fortalece o nosso trabalho” falou Bino.

Com relação as intervenções feitas na região do bairro Calafate, em Rio Branco, Bino explica que as ações estratégicas desenvolvidas devolveram à comunidade a sensação de segurança. “Retomamos o controle, mas não vamos descansar” argumentou.

A Polícia Militar receberá nos próximos 15 dias o reforço de 250 novos alunos, o contingente agregado ao já existente fará, segundo o comandante, “uma revolução no sistema de segurança”. Ele pediu confiança no trabalho que vem sendo feito.

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Acre

Pedro Longo: justiça estadual é incompetente para atuar no caso ‘Operação Presságio’

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O advogado Pedro Longo, que atua na defesa do ex-secretário de comunicação da prefeitura de Cruzeiro do Sul, Paulo de Sá, aposta na nulidade de todos os atos da Operação Presságio. Longo afirmou ao ac24horas que a justiça de Cruzeiro do Sul não tinha competência para autorizar as prisões dos acusados na ação da Polícia Federal, ocorrida na última sexta feira, 14. Na ocasião, sete pessoas foram presas, incluindo a irmã do prefeito, Ilderlei Cordeiro, a advogada Idelcleide Cordeiro, o secretário de comunicação, e outras pessoas, entre funcionários da prefeitura e da ONG CBCN.

O jurista defende que o processo contra seu cliente teria que estar na Justiça Federal e afirma que o judiciário estadual foi induzido ao erro pela Polícia Federal, que não teria alertado que os recursos supostamente desviados são oriundos de repasses da União, o que é competência da Justiça Federal.

“Esse Juízo é incompetente para tomar qualquer decisão contra o Paulo de Sá nesse processo. A competência seria da Justiça Federal. Isso porque, a Operação Presságio, investiga supostos desvios de recursos federais. Esse fato não foi relatado ao juiz de Cruzeiro pela Polícia Federal e acabou o induzido ao erro. Está evidenciado que a maior parte dos recursos que estão sendo apurados são de origem federal, via SUS, Fundeb e Caixa Econômica Federal. Tal fato, evidentemente, indica que a matéria deveria estar sendo tratada no âmbito da Justiça Federal”, explica Longo.

Esses serão os principais argumentos no Habeas Corpus que o advogado vai protocolar nesta quarta-feira, 19, no Tribunal de Justiça em Rio Branco. Ele se refere à jurisprudência criada pela súmula 208 do Superior Tribunal de Justiça, que cita a competência da Justiça Federal para processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita à prestação de órgão federal. “O caso em si foi de prefeito, mas se aplica aos casos com verbas federais independente do cargo”, garante o advogado.

Longo lembra ainda o caso do prefeito de Senador Guiomard, André Maia, cujo caso teve que passar da Justiça estadual para a federal. O prefeito que havia sido preso, foi liberado e voltou à gestão.

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Acre

Banco da Amazônia empossa novo superintendente no Acre

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O novo Superintendente do Banco da Amazônia no Acre (Basa), José Luiz Cordeiro Cruz, foi empossado na manhã desta quarta-feira, 19, na sede da instituição, em Rio Branco. Ele assume o lugar de Diego Santos Lima, que foi designado para responder pela Superintendência do Maranhão.

Cruz é funcionário de carreira do banco há oito anos e meio. Desde 2011, ocupava o cargo de gestão na instituição. Iniciou sua carreira bancária em Jacundá (PA), depois em Araguaçu, no Tocantins, e em Manaus, no Amazonas.

Em seu discurso, Cruz relatou que o Basa terá um orçamento de aproximadamente R$ 400 milhões para aplicação em negócios produtivos apoiados pelo Banco da Amazônia para 2020. O projeto terá um princípio de tripé de resultados sustentáveis.

“O primeiro será maximização de resultados, gestão colaborativa, e principalmente um trabalho com muita ética e transparência. Essas serão as premissas principais do nosso banco. O papel importante e quero deixar bem claro, a cadeia produtiva do estado, comércio, indústrias, serviços e o agronegócio será um diferencial do nosso papel aqui no estado. A potencialidade do agronegócio, nesse segmento da economia, será pauta diária do nosso banco e também como o setor de serviço, comércio e indústria”, destacou.

A cerimônia de posse contou com a presença de autoridades locais, e do diretor Comercial e de Distribuição do Basa nacional, Francimar Rodrigues Maciel.

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