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Governo alivia reestruturação da Eletroacre e propõe adiar universalização da luz elétrica

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Além de vender a Eletroacre a preço simbólico, o Governo Federal tende a prorrogar o ano limite para atendimento a todos os pedidos de novas ligações de 2018 para 2021 da empresa, que foi adquirida pelo grupo Energisa em leilão realizado em 30 de agosto do ano passado.

Para chancelar a proposta, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu audiência pública com a proposta de revisão do plano de universalização rural da empresa.

Nos próximos três anos, contados a partir de 2019, a Eletroacre terá de executar 23.464 ligações no Estado.

Segundo o Canal Energia, a distribuidora solicitou a prorrogação do prazo de universalização até 2022, com a instalação de 24.808 ligações em 22 municípios. O custo estimado é de R$ 460 milhões. A Aneel considera, porém, que o atendimento rural nas cidades de Acrelândia, Bujari, Plácido de Castro, Porto Acre e Senador Guiomard já está universalizado.

Ainda de acordo com CE, por decisão do Ministério de Minas e Energia, a Conta de Desenvolvimento Energético vai custear 75% dos recursos destinados a instalações convencionais e 90% do valor usado em sistemas de geração para empresas da Região Norte. Sem os recursos liberados por meio do Programa Luz para Todos, o impacto sobre a receita da distribuidora ficaria em torno de 15,81%.

A Aneel começa a receber nesta quinta-feira (16) as contribuições dos interessados. No dia 29 de junho encerra-se o prazo. Quem tiver interesse pode se manifestar pelo e-mail [email protected] ou por correspondência para o endereço SGAN Quadra 603 – Módulo I Térreo/Protocolo Geral, CEP 70.830-110, Brasília/DF.

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