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Em encontro com Gladson, maioria da bancada acreana declara apoio a Reforma da Previdência

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Antes do embarque para os Estados Unidos, onde acompanha o presidente Jair Bolsonaro durante agenda na principal economia do mundo, o governador Gladson Cameli ainda teve tempo em Brasília para sentar com os deputados federais e senadores do Acre para discutir a Reforma da Previdência.

Estiveram presentes o coordenador da bancada federal, senador senador Sérgio Petecão (PSD), a senadora Mailza Gomes (PROGRESSISTAS), o senador Márcio Bittar (MDB), as deputadas Jéssica Sales (MDB), Manuel Marcos (PRB) e Vanda Milani (SOLIDARIEDADE) , e os deputados Flaviano Melo (MDB) e Alan Rick (DEMOCRATAS).

Cameli, apesar de ter enviado à Assembleia Legislativa do Acre uma proposta de reforma administrativa que cria novos 450 cargos comissionados, já afirmou que a Reforma Administrativa é extremamente necessária para que o Acre saia da crise financeira em que se encontra e pode decretar estado de calamidade financeira se ela não for aprovada.

Apesar da população brasileira, segundo pesquisas, ser contra a Reforma da Previdência, o Acre não deve ser problema para que a proposta não seja aprovada. Até agora apenas a deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB) se posicionou de forma contrária as mudanças da previdência propostas por Bolsonaro.

“Estamos fazendo os ajustes na máquina administrativa, nos esforçando para profissionalizar órgãos públicos, buscando renegociar as dívidas do Estado e lutando por recursos em Brasília para fazer frente aos problemas e alavancar o desenvolvimento econômico e social do Estado. E a reforma da Previdência é essencial nesse processo. Se a reforma não passar, terei que decretar calamidade financeira do Estado”, comentou o governador.

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Caixa estuda criar crédito imobiliário com juros prefixados

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O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse hoje (23) que o banco estuda oferecer crédito imobiliário com taxa de juros prefixada. Ao explicar a visão da Caixa sobre a nova linha de financiamento indexada à inflação em um almoço na Associação Comercial do Rio de Janeiro, Guimarães disse que o objetivo é avançar para oferecer também a modalidade prefixada até o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro.

A Caixa anunciou nesta semana uma nova linha de financiamento imobiliário que usa o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em vez da Taxa Referencial (TR) no cálculo anual de juros. Tanto o IPCA quanto a TR são variáveis, e para que uma modalidade de crédito com juros prefixados possa ser oferecida, é necessário um cenário de estabilidade econômica de longo prazo, destacou o presidente da Caixa.

“Para isso, tem uma série de coisas que precisam acontecer na economia e uma tranquilidade em relação à inflação, o que eu tenho muita confiança. Essa mudança do IPCA é o primeiro passo para isso”, disse Guimarães, que afirmou que essa modalidade de crédito é oferecida em economias desenvolvidas da Europa, da Ásia e dos Estados Unidos, pois depende da estabilidade da inflação ao longo dos anos. “Tendo uma inflação mais controlada, a gente consegue precificar melhor as incertezas. Com esse crédito pré, sem correção, o grande risco fica com o banco”, ressaltou.

Na visão do executivo, com a inflação mantida em torno de 3% a 4%, é possível fazer essa precificação de forma tranquila.

Guimarães também explicou que é preciso criar no país um mercado de securitização de mais longo prazo, o que ele acredita que será estimulado pela criação da linha de crédito indexada ao IPCA. Esse mercado permitirá que o banco terceirize o risco em um cenário de oferta de crédito prefixado. “A vida média da nossa carteira de crédito imobiliário é de 12 anos. Então, não adianta tanto criar um mercado de securitização de dois anos. Você precisa ter um mercado de securitização de 12 anos.”

Para o presidente da Caixa, a nova linha de financiamento corrigida com o IPCA reduz o preço da parcela inicial de financiamento imobiliário em 30% a 50% e estimula outros bancos a reduzir suas taxas de juros. Segundo Guimarães, cerca de 600 mil simulações de financiamento foram feitas desde que o banco anunciou a nova linha de crédito.

“Se nós sentirmos que existe uma necessidade de correção ao longo do tempo, nós corrigimos. É a primeira vez que é oferecido por IPCA esse tipo de crédito”, ressaltou.

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Destaque 6

Cinco casos suspeitos de sarampo no Acre foram descartados

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Começou nessa quinta-feira, 22, a vacinação preventiva às crianças de seis meses a menores de 1 ano contra o sarampo em todo o país. Segundo a responsável técnica pela Vigilância Epidemiológica das Doenças Exantemáticas no estado, foram notificados cinco casos suspeitos de sarampo em 2019, mas todos foram descartados por critério laboratorial, conforme preconizado pelo MS. “Os últimos casos confirmados de Sarampo no Acre foram no ano de 2000. O Estado mantém uma rotina ativa de ações a fim de evitar a reintrodução do sarampo”, afirma Renata Meireles.

No Acre, as equipes de saúde receberam nesta sexta, 23, o documento do Ministério da Saúde (MS) que oficializa o encaminhamento e as orientações da campanha no estado. Agora, todas as crianças devem ser vacinadas com uma dose tríplice viral, devendo manter as recomendações estabelecidas no calendário nacional de vacinação.

Conforme o documento, “a vacinação de rotina contra o sarampo deve ser mantida na população de 1 (um) ano até 49 anos de idade, considerando-se o histórico anterior de vacinas que contenham componente sarampo”, informa.

A secretaria estadual de saúde no Acre (Sesacre) tem realizado algumas ações para intensificar o combate à doença. “Assessoria e capacitação aos profissionais de saúde quanto à notificação e manejo clínico de um paciente suspeito, busca ativa, educação em saúde através de palestras, folders em unidades de saúde, escolas e instituições públicas e privadas, elaboração de notas técnicas e boletins epidemiológicos”, elenca Meireles.

Além disso, existe uma parceria com o Programa Nacional de Imunizações (PNI). “A vacinação é a melhor forma de prevenção”, ressalta a técnica. A vacinação preventiva deve alcançar 1,4 milhão de crianças em todos os estados.

As doses servem para crianças que não receberam a dose extra, chamada de dose zero, e também previstas no Calendário Nacional de Vacinação, aos 12 e 15 meses.

A campanha busca intensificar a vacinação das crianças, que são mais suscetíveis a casos graves e óbitos. Pais e responsáveis também devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral mais varicela, respeitando-se o intervalo de 30 dias entre as doses.

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