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Tribunal Regional Eleitoral do Acre é o 7º em governança de tecnologia da informação

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O Conselho Nacional Justiça (CNJ) realizou uma pesquisa junto aos 92 órgãos de Justiça do país – o que inclui todos os tribunais e conselhos, com exceção do Supremo Tribunal Federal (STF) -e constatou, no começo deste mês de maio, que o Tribunal Regional Eleitoral do Acre ocupa a 7ª posição -na categoria ´pequenos tribunais´-no ranking de melhor governança, gestão e infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação.

O TRE acreano é o criador e precursor o e-título, por exemplo, ação de reconhecimento nacional. No geral, o levantamento do CNJ diz que a Justiça precisa melhorar nesse aspecto mas a enquadra como “aprimorando” quando trata da evolução da governança. Marcou 0,71 pontos. O melhor é o TRE de Sergipe, que obteve 0,91 pontos. O último é o do Mato Grosso (0,45pts).

É primeira vez que o CNJ consolida uma série histórica de levantamento do Índice de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário (iGovTIC-JUD) e disponibiliza os dados detalhados de cada órgão do Poder Judiciário por meio de Painéis Interativos. O Departamento de Tecnologia da Informação (DTI), que executou a pesquisa, disponibilizou no Portal do CNJ, por meio da ferramenta QlikView, o relatório com Resultado Geral do iGovTIC-JUD, além dos Resultados Sintetizados, divididos em três domínios e em sete dimensões, relativos à série histórica desde 2016.

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Cotidiano

Homem sofre mal súbito e se afoga em açude de chácara na Estrada Transacreana

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O senhor Artur Jaldir, de 56 anos, morreu vítima de afogamento no final da tarde desta quinta-feira (12) dentro de um açude em uma chácara localizada no Km 18 da Estrada Transacreana, no km 10, do Polo Wilson Pinheiro, no Ramal dos Irmãos, na zona rural de Rio Branco.

Segundo informações da polícia repassadas a reportagem do ac24horas, o senhor Arthur e seus familiares estavam secando o açude, para poder retirar os últimos peixes. Arthur foi pescar e quando entrou na água, sofreu algum mal súbito e afundou. Familiares ao perceberem que Jaldir havia sumido, correram até aonde ela estava e o retiraram desmaiado do açude, em seguida fizeram massagens cardíacas e ele retornou os batimentos. Após 15 minutos, Artur não resistiu e morreu.

A ambulância do Suporte Avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou a ser acionada por familiares, mas quando o médico chegou ao local, apenas atestou o óbito de Artur.

Familiares acredita que o que causou o mal súbito em Artur pode ter sido a bebida que Artur estava consumindo há quase 5 dias.

A área foi isolada pela Polícia Militar até a chegada do perito em criminalística. Em seguida o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os exames cadavéricos.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Cotidiano

Câmara mantém veto de PL que cassa alvará de que vende produtos roubados

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Em mais uma demonstração de força da prefeita Socorro Neri (PSB), a Câmara de Rio Branco nesta quinta-feira (12) manteve o veto ao Projeto de Lei Nº (40) que trata sobre a cassação de alvará de funcionamento de estabelecimentos flagrados comercializando, adquirindo, transportando, estocando ou revendendo produtos oriundos de furtos, roubos ou outros ou outros tipos ilícitos no âmbito de Rio Branco.

Os vereadores votaram pela manutenção do veto de Socorro Neri, por 9 votos a 5, na tarde desta quinta-feira (12). A prefeita Socorro Neri alegou na época que o veto se deu porque o projeto é inconstitucional.

Vereadores que votaram a favor da manutenção do veto de Neri: Railson Correia, Elzinha, Raimundo Neném, Clézio, Laércio da Farmácia, Rodrigo Forneck, Eduardo Farias, Juruna e Celio Gadelha.

Vereadores que votaram pela derrubada do veto: Emerson Jarude, N. Lima, Jakson Ramos (PT), Dankar (PT) e Marcos Luz (MDB).

O vereador N Lima (PSL) disse que a prefeitura preferiu politizar o parecer e que citaram até o Presidente da República para justificar o veto.

“O PL não tem nada a ver com aquela Lei (Lei da Liberdade Econômica) do presidente Bolsonaro, essa justifica que usaram é politiqueira. Esse parecer é inconstitucional”, disparou.

Já o vereador Rodrigo Forneck (PT) que votou a favor do PL quando foi apresentado na Câmara decidiu nesta quinta-feira (12) por mudar o seu voto. Forneck disse que o PL de Marcos Luz é lindo, mas inconstitucional.

“Quem que vai querer comprar produto roubado? Ninguém, mas o projeto de lei é inconstitucional e mal feito. Eu até deixo a sugestão para que você (luz) apresente ano que vem, esse projeto mais elaborado”, disse Forneck.

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