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Projeto mexe na largura da faixa de fronteira, mas Acre não perde nada

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O Acre é um dos Estados cuja largura da faixa de fronteira permanecerá a mesma apesar da intenção do Congresso Nacional em promover uma revisão nas medidas. É o que propõe o Projeto de Lei (PL) 1144/2019, em tramitação na Câmara dos Deputados. Além do Acre, a proposta prevê a manutenção dos atuais 150 km de largura nos estados do Amazonas, Amapá, Pará e Roraima; e a redução para 50 km de largura em Rondônia; 20 km de largura para os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; e 10 km de largura para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

A Lei 6.634/1979 prevê 150 km de fronteira em toda a linha divisória terrestre do território nacional. A proposta considera as distintas condições de ocupação e de desenvolvimento econômico do País, como: densamente povoado no Rio Grande do Sul, inclusive nas regiões fronteiriças, e população rarefeita e fronteiras desguarnecidas na região Norte.

O texto apresentado pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MT) será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A justificativa do projeto explica que as condições das regiões brasileiras são totalmente diferentes, e por isso cada uma precisa de tratamento próprio.

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Construir no Acre está 4,49% mais caro em 2019, diz SINAPI

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Construir no Acre ficou bem mais caro em 2019. De acordo com o Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) divulgado na manhã desta sexta-feira (6) pelo IBGE, de janeiro a novembro deste ano o custo aumentou 4,49%, isso com a folha de pagamento desonerada para as empresas. Com a oneração, o índice sobe muito pouco: vai para 4,51%, o que parece mostrar que ter reduzido o custo das contratações não promoveu grande redução no custo de se construir no Acre.

O custo médio por metro quadrado é de R$ 1.280,37 e a variação mensal foi de 0,32% este ano.

No País, o custo nacional da construção, por metro quadrado passou para R$ 1.156,31, sendo R$ 606,41 relativos aos materiais e R$ 549,90 à mão de obra. Em outubro, o valor era de R$ 1.155,01.

A parcela dos materiais registrou a menor variação do ano, 0,17%, caindo 0,08 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,25%) e 0,19 ponto percentual se comparado a novembro de 2018 (0,36%). A parcela da mão de obra, com 0,05%, também apresentou queda, de 0,06 ponto percentual tanto em comparação ao mês anterior, como a novembro de 2018.

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Casos de dengue são 52% maior que no ano passado em Rio Branco

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O boletim divulgado nesta primeira semana dezembro mostra que município de Rio Branco registrou até o fim de novembro 4.211 casos notificados de dengue, aumento de 52% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram registrados 2.733 casos suspeitos.

De 4 a 8/11 o município de Rio Branco realizou o 3º Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti e os resultados não foram muito otimistas: o município está em situação de risco de epidemia de dengue, zika e chikungunya.

O Lira é um instrumento fundamental para o controle do vetor e das doenças (dengue, zika e chikungunya). A metodologia permite identificar onde estão concentrados os focos do mosquito em cada bairro, além de revelar quais os principais tipos de criadouros predominantes.

A pesquisa apontou que o armazenamento de água no nível do solo (doméstico), como caixa d’água, foi o principal tipo de criadouro com 56,7%, seguido por pequenos depósitos móveis com 24,1%, depósito fixo com 2,1%, pneus 7,9% e lixo doméstico, entulhos 9%.

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