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Família de menina de 11 anos morta por disparo de fuzil do Bope protesta por justiça

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FOTO: SÉRGIO VALE

“Não foi fatalidade, foi crime”. É com esses dizeres que familiares e amigos de Maria Cauane da Silva, criança de 11 anos que morreu no mês de agosto do ano passado vítima de um disparo de fuzil do Batalhão de Operações Especiais (Bope), fazem na manhã desta terça-feira, 14, um protesto em frente ao Quartel da Polícia Militar do Acre, no centro de Rio Branco.

Ocorre que o laudo divulgado pelo Instituto de Criminalística em 2018 apontou que o tiro que matou a menina foi disparado de um fuzil usado pela Polícia Militar. Na época, o Bope informou que houve uma troca de tiros com criminosos em um morro do bairro Preventório, onde os suspeitos já teriam chegado atirando e usado a criança como escudo.

FOTO: SÉRGIO VALE

Entretanto, a família contestou a versão da polícia ao alegar que não houve troca de tiros e nem confronto entre as facções, pois, segundo familiares, o Bope havia invadido a casa de uma outra pessoa para matá-la e Cauane acabou sendo morta por acidente.

Fato que, segundo os familiares, provoca revolta até os dias de hoje. No local, eles gritam: “queremos justiça”. Eles dizem que o assassinato de uma criança não é fatalidade, é crime, e anseiam pela prisão dos militar suspeito de atirar contra a vítima.

FOTO: SÉRGIO VALE

À época, o comando da PM disse que a tropa agiu com profissionalismo durante a ocorrência, cumprindo sua missão de servir e proteger a sociedade acreana.

Além da menina, mais duas pessoas fora foram mortas na ação. Cauane era vizinha de um eletricista, que também foi morto.

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Cotidiano

Criança de três anos abandonada pela mãe reencontra o pai haitiano em Brasileia

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Um menino de apenas três anos de idade, de nacionalidade franco-guianês, que havia sido abandonada pela mãe em abril deste ano no município de Brasileia, reencontrou o pai no último sábado, 13, depois de um trabalho intenso da Secretaria de Estado de Assistência Social, dos Direitos Humanos e de Políticas para as Mulheres (SEASDHM).

Segundo o governo do Acre, a mãe do garoto estava com a saúde mental debilitada e partiu para o Equador deixando o filho para trás. A Polícia Militar do Estado do Acre e do Conselho Tutelar de Brasileia comunicaram a situação à diretoria de Direitos Humanos.

A criança recebeu o apoio e várias frentes governamentais passaram a procurar pela família do garoto. No último final de semana, a pasta conseguiu entregar a criança ao pai, o serralheiro Lebrun Ednord, de 33 anos, haitiano, que atualmente mora na Guiana Francesa.

“Um trabalho minucioso, com muita habilidade dos conselheiros e dos policiais militares permitiu que obtivéssemos o número de telefone de Ednord, fornecido pela própria mãe, antes de partir sozinha para o Equador”, explica Claire Cameli, secretária da SEASDHM.

Claire explica que desde que o estado foi acionado, técnicos da pasta procuraram a todo o tempo entender o ocorrido e auxiliar na resolução do problema, classificado como uma situação de assistência humanitária. Para voltar para sua terra natal, o Haiti, o pai do menino precisou registrar a criança em nome de outro homem.

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Cotidiano

Profissionais do Hospital de Amor começam treinamento para atendimento ao público

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Está previsto para o próximo mês de agosto o início dos atendimentos do Hospital de Amor, Instituto de Prevenção ao Câncer do Hospital de Barretos, em Rio Branco.

Finalizada a fase de contratação, os 24 servidores distribuídos nas funções de auxiliar administrativo, técnico em radiologia, técnico de enfermagem, ouvidoria, hotelaria e controladores de acesso, iniciaram nesta segunda-feira, 15, a fase de treinamento.

Até o final do mês, a capacitação acontece na própria capital acreana. No início de agosto, parte dos servidores viaja para Barretos, interior de São Paulo, onde fica a matriz do hospital, que se tornou referência no país no atendimento aos portadores de câncer.

“Essa é a última etapa antes de começarmos a atender a população. É um momento importante porque é uma unidade de saúde que tem uma filosofia única, com atendimento diferenciado. Não é à toa, que somos o Hospital de Amor”, afirma João Paulo Silva, gestor do hospital no Acre.

O Hospital de Amor vai implantar o “Programa de Rastreamento do Câncer de Colo de Útero e Mama”, que será executado por meio de uma unidade fixa e duas carretas que vão percorrer todos os municípios, realizando exames de mamografia e Papanicolau (PCCU) em todas as mulheres que se enquadrarem nos critérios de inclusão (que tenham de 40 a 69 anos para a prevenção do câncer de mama e 25 a 64 anos no caso do câncer de colo de útero).

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