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Estudantes do IFAC apresentam trabalhos científicos durante Congresso de Biociências

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Em meio ao anúncio de cortes nas universidades e institutos federais de educação pelo governo federal, três estudantes do IFAC estão participando do VIII Congresso de Biociências, em Botucatu, interior de São Paulo, que começou na segunda e termina nessa quarta-feira, 15.

Jardeson Kennedy, Valdemar Matos e Sandia Sousa são alunos do 5° período do curso de Ciências Biológicas do instituto e estão apresentando trabalhos resultados de pesquisas desenvolvidas no IFAC nas áreas de Zoologia, Botânica e Alimentos.

Uma deles é sobre a Corama, planta bastante cultivada em quintais e hortas e em propriedades eficientes contra caspa, febre, ferimentos e até ajuda contra a tuberculose.

A intenção é abordar o conhecimento popular e científico dessa dessa planta que pode ser usado pela sociedade como fármaco natural.

“Participar de um evento como este é bastante enriquecedor, pois aqui entraremos em contato com os outros estudantes, professores e até pesquisadores da ciência, logo, estaremos unindo o que nós sabemos com aquilo que ainda poderemos aprender”, explica Valdemar Matos.

O estudante lembra da importância da troca de experiências. “Um evento como este é bastante engrandecedor para a vida acadêmica como também para a formação do ser, pois podemos sair da sala de aula ,e nesse caso, sair do Acre e acompanhar de perto como o ensino e a pesquisa é realizada em outro estado, em outra universidade de grande porte como é a UNESP”, afirma Valdemar.

A intenção dos estudantes também é atrair visibilidade e mostrar a importância do IFAC, que vive a dura expectativa do corte de quase 6 milhões de reais. Rosana Cavalcante, reitora da instituição no Acre, já declarou que se o governo federal não rever o corte de recursos, o instituto pode ser obrigado a fechar as portas até agosto deste ano.

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Destaque 7

Gladson Cameli desiste do nome Expoacre Rural Show

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Ao que tudo indica, o governador Gladson Cameli andou pensando melhor e desistiu da ideia de dar um novo nome à maior Feira de Agronegócios do Estado do Acre, a Expoacre 2019. No final do mês de maio, Cameli acenou, após visitar a maior feira de agronegócios da Região Norte, a Rondônia Rural Show, que também gostaria de alterar o nome do evento local para ‘Expoacre Rural Show’.

Entretanto, a ideia ficou somente na parte da programação mesmo, já que o nome permaneceu como era, o tradicional Expoacre. Questionada pelo ac24horas, a assessoria do governo negou que houve descontentamento ou desacordo entre as equipes organizadores do evento e garantiu que quem decidiu permanecer com a nomenclatura tradicional foi o próprio governador.

“A tradição do nome Expoacre é defendida pela população. E por isso, o governador optou por manter o nome devido à preferência das pessoas”, informou a assessoria governamental.

Anteriormente, Cameli pretendia mudar o atual projeto da feira do Acre, incluindo o nome, para torná-la mais parecida com a feira do estado vizinho. Agora, a equipe afirma que ele apenas “ventilou uma possibilidade de mudança”.

“O governador é quem toma as decisões, assim a decisão de manter Expoacre também foi dele”, reiterou a assessoria de imprensa.

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Destaque 7

Abastecimento de combustível é normalizado em cidades do Juruá

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Somente no final da tarde desta sexta-feira, 12, 38 dias depois do acidente de barco em Cruzeiro do Sul, que matou 6 pessoas, o abastecimento de combustível para as cidades de Porto Walter e Marechal Thaumaturgo foi restabelecido.

O prefeito Zezinho Barbary, de Porto Walter, usou suas redes sociais, para agradecer aos envolvidos na solução do problema, como o governador Gladson Cameli, senador Sérgio Petecão, deputados Jesus Sérgio e Jéssica Sales, prefeitos Ilderlei Cordeiro e Isaac Piyãko, Antaq, Marinha e a imprensa.

“Agradeço a mobilização de todos e destaco em especial o trabalho da imprensa”, ressaltou o prefeito Zezinho Barbary na postagem.

Na postagem, Barbary também fez uma homenagem especial às vítimas da explosão do barco: 6 mortos e 12 feridos.

O abastecimento dos barcos, que estavam proibido desde o dia da explosão, só pode ser feito em um local determinado pela Agência de Transportes Aquários – Antaq e fica próximo à travessia de Rodrigues Alves. As empresas fornecedoras, distribuidoras e transportadoras terão 60 dias para se adequarem às regras e normas dos órgãos fiscalizadores.

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