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Estudantes do IFAC apresentam trabalhos científicos durante Congresso de Biociências

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Em meio ao anúncio de cortes nas universidades e institutos federais de educação pelo governo federal, três estudantes do IFAC estão participando do VIII Congresso de Biociências, em Botucatu, interior de São Paulo, que começou na segunda e termina nessa quarta-feira, 15.

Jardeson Kennedy, Valdemar Matos e Sandia Sousa são alunos do 5° período do curso de Ciências Biológicas do instituto e estão apresentando trabalhos resultados de pesquisas desenvolvidas no IFAC nas áreas de Zoologia, Botânica e Alimentos.

Uma deles é sobre a Corama, planta bastante cultivada em quintais e hortas e em propriedades eficientes contra caspa, febre, ferimentos e até ajuda contra a tuberculose.

A intenção é abordar o conhecimento popular e científico dessa dessa planta que pode ser usado pela sociedade como fármaco natural.

“Participar de um evento como este é bastante enriquecedor, pois aqui entraremos em contato com os outros estudantes, professores e até pesquisadores da ciência, logo, estaremos unindo o que nós sabemos com aquilo que ainda poderemos aprender”, explica Valdemar Matos.

O estudante lembra da importância da troca de experiências. “Um evento como este é bastante engrandecedor para a vida acadêmica como também para a formação do ser, pois podemos sair da sala de aula ,e nesse caso, sair do Acre e acompanhar de perto como o ensino e a pesquisa é realizada em outro estado, em outra universidade de grande porte como é a UNESP”, afirma Valdemar.

A intenção dos estudantes também é atrair visibilidade e mostrar a importância do IFAC, que vive a dura expectativa do corte de quase 6 milhões de reais. Rosana Cavalcante, reitora da instituição no Acre, já declarou que se o governo federal não rever o corte de recursos, o instituto pode ser obrigado a fechar as portas até agosto deste ano.

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Destaque 7

Eletroacre passa a se chamar Energisa Acre e anuncia investimentos de R$ 228 milhões

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A partir desta segunda-feira, 16, a  Eletroacre passa a se chamar oficialmente Energisa Acre. A mudança faz parte do processo  de consolidação da aquisição da distribuidora em agosto de 2018. Para este ano, a empresa prevê investimentos da ordem  de R$ 228 milhões para os 22 municípios acreanos.

Presente em todas as regiões do  país, a Energisa tem 114 anos de experiência no setor. Segundo o diretor-presidente da Energisa Acre, José Adriano Mendes Silva, os investimentos vão melhorar a qualidade da energia entregue à população, ampliar o acesso ao  serviço e aproximar a empresa dos clientes.

“Já começamos a investir em tecnologia e infraestrutura para melhorar a distribuição de  energia no estado. Temos consciência da importância da energia para o bem-estar das pessoas e para o desenvolvimento  regional, e vamos trazer nossa expertise desenvolvida em todos esses anos para cá”, diz.

Em  2019, a Energisa Acre  inaugurou a subestação de Alto  Alegre e ampliou a SE Epitaciolândia, investindo R$ 36 milhões nos dois projetos. A primeira aumentou disponibilidade de energia para as  localidades de Rio Branco, Porto Acre, Bujari e Vila do V, enquanto a segunda beneficiou clientes nos municípios de Epitaciolândia, Brasiléia e Xapuri.

Até o fim deste ano, os  investimentos na construção, modernização e automação de subestações e redes chegará a R$ 72,1 milhões. Também estão  sendo construídas as subestações de Manoel Urbano e Assis Brasil que permitirão que esses municípios sejam conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN), deixando de depender dos sistemas isolados.

“No programa Luz  Para Todos, quase 3.800 clientes passarão a ter energia elétrica em casa graças aos investimentos de R$ 46 milhões realizados este ano. Além  disso, outros R$ 26 milhões foram aplicados em medidas de combate ao furto de energia. No escopo do programa Tarifa Social mais  de 21 mil clientes de baixa renda foram cadastrados em 2019 e agora recebem desconto entre 10% a 65% na conta de luz”, acrescenta José Adriano Mendes.

A empresa divulga também o  projeto Energisa na Comunidade,  que leva até os clientes serviços  como negociação de débitos, troca de titularidade e cadastro  na tarifa social, que já atenderam, em três edições realizadas, cerca  de 2 mil clientes. Já no projeto Escola de Energia, a companhia está investindo mais de R$ 1 milhão na modernização de  unidades do SENAI em Rio Branco e Cruzeiro do Sul e na formação das primeiras turmas de cursos profissionalizantes.

Os projetos  de Eficiência Energética, por sua  vez, somam cerca de R$ 7,6 milhões em investimentos em parcerias com as prefeituras de Rio  Branco e Cruzeiro do Sul, a Universidade Federal do Acre (UFAC) e a Fundação Hospitalar Estadual do Acre e o Hospital da Mulher e da Criança do Juruá. Para esses locais está prevista a substituição de lâmpadas antigas  por equipamentos de LED, mais econômicos, e a instalação de placas fotovoltaicas para geração solar. Ambas as medidas garantirão uma economia nas contas de energia, segundo a empresa.

Sobre a Energisa

Com 114  anos de história, o  Grupo Energisa é o 5º maior em  distribuição de energia elétrica.  Uma das mais antigas empresas de capital aberto do Brasil a companhia controla 11  distribuidoras em Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro, Sergipe, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul,  Tocantins, São Paulo, Paraná, Rondônia e Acre.

O Grupo atende a 7,7 milhões de clientes (o que representa uma população atendida de quase 20  milhões de pessoas) em 862 municípios em todas as regiões do Brasil. Com receita líquida anual de R$ 15,8 bilhões (ano 2018), o grupo gera aproximadamente 14  mil empregos somente para colaboradores próprios.

Com informações da Assessoria da Energisa Acre.

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Destaque 7

Acre caiu 5 posições no ranking nacional das mortes violentas

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Em 2017, o Acre era o 2º Estado mais violento do País, com 63,9 mortes violentes por grupo de 100.000 habitantes. Em 2019, caiu para 7ª posição com 47,9 homicídios/100 mil/hab -cinco posições a menos em dois anos.

Ceará e Rio Grande do Norte, que também estavam no Top 3 da violência brasileira em 2017, também registraram quedas importantes mas foram superados pelo Acre, que conseguiu reduzir em mais de 25% os homicídios no período.

Os dados do Anuário da Segurança Pública 2019 foram divulgados no dia 11 de setembro e confirmam a tendência de redução na matança gerada pela disputa por território entre as facções criminosas que atuam no Estado.

Os dados de 2019 são resultado de ações realizadas em outro período. Com o reforço que se tem dado atualmente, a previsão é que as mortes violentas caiam ainda mais. Especialistas dizem que o ano de 2017 foi atípico e extremamente tenso entre as facções.

Se por um lado os homicídios em geral estão caindo, o feminicídio no Acre lidera o ranking dos Estados, constituindo-se atualmente no lugar mais violento para uma mulher viver no Brasil.

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